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Exercícios de Sintaxe: Sujeito e Predicado

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Quer colocar o estudo em prática? O Stoodi tem exercícios de Sintaxe: Sujeito e Predicado dos maiores vestibulares do Brasil.

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  1. 31. UEFS 2015
    (Ao abrir o pano, entram todos os atores, com exceção do que vai representar Manuel, como se se tratasse de uma tropa de saltimbancos, correndo, com gestos largos, exibindo-se ao público. Se houver algum ator que saiba caminhar sobre as mãos, deverá entrar assim. Outro trará uma corneta, na qual dará um alegre toque, anunciando a entrada do grupo. Há de ser uma entrada festiva, na qual as mulheres dão grandes voltas e os atores agradecerão os aplausos, erguendo os braços, como no circo. A atriz que for desempenhar o papel de Nossa Senhora deve vir sem caracterização, para deixar bem claro que, no momento, é somente atriz. Imediatamente após o toque de clarim, o Palhaço anuncia o espetáculo.) PALHAÇO: (grande voz) Auto da Compadecida! O julgamento de alguns canalhas, entre os quais um sacristão, um padre, e um bispo, para exercício da moralidade. (Toque de clarim.) [...] SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. 35 ed. Rio de Janeiro:Agir, 2005. p. 15-17.​   “Ao abrir o pano, entram todos os atores, com exceção do que vai representar Manuel, como se se tratasse de uma tropa de saltimbancos, correndo, com gestos largos, exibindo-se ao público.”  A palavra “se”, presente em três ocorrências no fragmento em evidência e em negrito, expressam, respectivamente,
  2. 32. UNB 2013
    A música eletrônica redefiniu um valor da experiência humana, daquilo que é estar diante da música. Tudo é reduzido, neste novo mundo digital, ao presente do fluxo e do prazer constante, autoerotismo social e tecnicamente produzido, talvez turbulento, mas contínuo. No novo corpo pulsante que se desconhece, velhas coisas humanas como dormir, acordar, sonhar ou viver estão em suspensão. Isso os jovens brasileiros chamaram de fritar na noite, metáfora bem concreta.   Com relação a aspectos gramaticais do texto acima, assinale a opção correta.
  3. 33. UFSC 2014
    Pechada O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado. — Aí, Gaúcho! — Fala, Gaúcho! Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações? — Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato. — E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português. O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera. — O pai atravessou a sinaleira e pechou. — O quê? — O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo. — O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge. — Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou. — E o que é isso? — Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu. — Nós vinha... — Nós vínhamos. — Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito. “Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada. — Aí, Pechada! — Fala, Pechada! VERISSIMO, Luis Fernando. Disponível em: . Acesso em: 13 jun. 2014.   Considere os excertos A e B retirados do texto, e analise as afirmativas abaixo. A. “Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?” B. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.   I. Em A, a pronúncia e a língua são sujeito de “variava” e de “era”, respectivamente. II. Em B, as formas verbais varreu e acontecera podem ser substituídas por “varrera” e “aconteceu”, sem alteração no significado temporal do excerto. III. Em B, os pronomes seu e o fazem referência a “professora” e “Jorge”, respectivamente. IV. Os verbos falassem (em A) e procurava (em B) estão conjugados no mesmo tempo verbal, porém em modos diferentes: subjuntivo e indicativo, respectivamente.   Assinale a alternativa CORRETA.
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