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Exercícios de Sintaxe: Termos Associados ao Nome

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  1. 1.
    Dê a função sintática dos termos destacados: O lucro, que é um dos incentivos do sistema, foi excelente.
  2. 2. Stoodi
    Vocativo é:
  3. 3. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração NÃO contém um vocativo:
  4. 4. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração contém um vocativo:
  5. 5. Stoodi
    Na frase: "Vejam, senhores, quem está aqui." o vocativo é:
  6. 6. Stoodi
    Na frase: "Laura, não se esqueça de me ligar, está bem?" o vocativo é:
  7. 7. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração NÃO contém um vocativo:
  8. 8. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração contém um vocativo:
  9. 9. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração contém um vocativo:
  10. 10. PUC
    Dê a função sintética do termo destacado em: "Depressa  esqueci o Quincas Borba".
  11. 11. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração NÃO contém um vocativo:
  12. 12. Stoodi
    Marque a alternativa em que o vocativo está corretamente destacado:
  13. 13. OSEC
    "Ninguém parecia disposto ao trabalho naquela manhã de segunda-feira". O termo destacado é:
  14. 14. ESPM
    Observe os termos destacados das opções que se seguem e identifique a alternativa que apresenta a classificação correta da função sintética. Sempre esteve acostumada ao luxo. Naquela época ainda obedecia  aos pais. Esta roupa não está adequada à ocasião. Os velhos soldadinhos de chumbo foram esquecidos.
  15. 15. UEM
    "O Brasil jovem está 'curtindo' o vestibular". Os termos destacados, no período acima, são respectivamente:
  16. 16. UFPI
    "Jatene está convicto de suas ideias". "Os setores do governo discordam do modelo proposto".   Os termos destacados, quanto à função sintática, são, respectivamente:
  17. 17. FMU-SP
    Em: "Eu era enfim, senhores, uma graça de alienado", os termos em destaque são, respectivamente:
  18. 18. UNIMEP
    Em: "...as empregadas das casas saem apressadas, de latas e garrafas na mão, para a pequena fila de leite", os termos destacados são, respectivamente:
  19. 19. ESPM
    "Continental 2001 Grand Prix II: Nossa homenagem ao bom gosto da mulher brasileira"  As expressões destacadas são, respectivamente:
  20. 20. UFSC
    Observe os períodos abaixo e assinale a alternativa em que o lhe  é adjunto adnominal:
  21. 21. INSPER 2015
    Cerco ao Ebola A epidemia de Ebola que castiga os países africanos Serra Leoa, Guiné e Libéria ganhou contornos ainda mais preocupantes na semana passada. Na sexta-feira 8, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a proliferação do vírus uma emergência de saúde internacional. Disponível em: http://www.istoe.com.br/. Acesso em 25 ago 2014.(adaptado). Por apresentarem valores semânticos, os conectivos desempenham importante papel na construção dos textos. Observa-se, por exemplo, que, na reportagem acima, o uso das preposições nas expressões “cerco ao Ebola” e “epidemia de Ebola” estabelece diferentes relações sintáticas. A função das expressões grifadas é, respectivamente, 
  22. 22. UFAL 2010
    “Havia pequenas casas numa clareira arredondada, agricultura e desmatamento condicionado à corredeira de um riacho cristalino. Não vi pessoas, apenas a carne de um pequeno macaco fumegando na brasa. Diziam que aquele povo ainda era canibal” (anotações de Orlando Vilas Boas).     O fragmento sublinhado no texto assume a função de
  23. 23. UEMS 2006
    Infinito Particular 1 - Eis o melhor e o pior de mim O meu termômetro, o meu quilate Vem, cara, me retrate Não é impossível 5 - Eu não sou difícil de ler Faça sua parte Eu sou daqui e não sou de Marte Vem, cara, me repara Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim 10 - Só não se perca ao entrar No meu infinito particular Em alguns instantes Sou pequenina e também gigante Vem, cara, se declara 15 - O mundo é portátil Pra quem não tem nada a esconder Olha minha cara É só mistério, não tem segredo Vem cá, não tenha medo 20 - A água é potável Daqui você pode beber Só não se perca ao entrar No meu infinito particular       Nos períodos abaixo, os termos em negrito exercem, respectivamente, as seguintes funções sintáticas:   “Vem, cara, me repara” “Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim” “Olha minha cara”
  24. 24. UEL 2007
    MAR PORTUGUÊS  Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram,  Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.   Em “Ó mar salgado, quanto do teu sal / São lágrimas de Portugal”. A expressão Ó mar salgado classifica-se, sintaticamente, como: 
  25. 25. UNESP 2013
    A questão toma por base uma passagem de um livro de José Ribeiro sobre o folclore nacional.     Curupira   Na teogonia* tupi, o anhangá, gênio andante, espírito andejo ou vagabundo, destinava-se a proteger a caça do campo. Era imaginado, segundo a tradição colhida pelo Dr. Couto de Magalhães, sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo.   Todo aquele que perseguisse um animal que estivesse amamentando corria o risco de ver Anhangá e a visão determinava logo a febre e, às vezes, a loucura. O caapora é o mesmo tipo mítico encontrado nas regiões central e meridional e aí representado por um homem enorme coberto de pelos negros por todo o rosto e por todo o corpo, ao qual se confiou a proteção da caça do mato. Tristonho e taciturno, anda sempre montado em um porco de grandes dimensões, dando de quando em vez um grito para impelir a vara. Quem o encontra adquire logo a certeza de ficar infeliz e de ser mal sucedido em tudo que intentar. Dele se originaram as expressões portuguesas caipora e caiporismo, como sinônimo de má sorte, infelicidade, desdita nos negócios. Bilac assim o descreve: “Companheiro do curupira, ou sua duplicata, é o Caapora, ora gigante, ora anão, montado num caititu, e cavalgando à frente de varas de porcos do mato, fumando cachimbo ou cigarro, pedindo fogo aos viajores; à frente dele voam os vaga-lumes, seus batedores, alumiando o caminho”.   Ambos representam um só mito com diferente configura- ção e a mesma identidade com o curupira e o jurupari, numes que guardam a floresta. Todos convergem mais ou menos para o mesmo fim, sendo que o curupira é representado na região setentrional por um “pequeno tapuio” com os pés voltados para trás e sem os orifícios necessários para as secreções indispensáveis à vida, pelo que a gente do Pará diz que ele é músico. O Curupira ou Currupira, como é chamado no sul, aliás erroneamente, figura em uma infinidade de lendas tanto no norte como no sul do Brasil. No Pará, quando se viaja pelos rios e se ouve alguma pancada longínqua no meio dos bosques, “os romeiros dizem que é o Curupira que está batendo nas sapupemas, a ver se as árvores estão suficientemente fortes para sofrerem a ação de alguma tempestade que está próxima. A função do Curupira é proteger as florestas. Todo aquele que derriba, ou por qualquer modo estraga inutilmente as árvores, é punido por ele com a pena de errar tempos imensos pelos bosques, sem poder atinar com o caminho de casa, ou meio algum de chegar até os seus”. Como se vê, qualquer desses tipos é a manifestação de um só mito em regiões e circunstâncias diferentes.   (O Brasil no folclore, 1970.)   (*) Teogonia, s.f.: 1. Filos. Doutrina mística relativa ao nascimento dos deuses, e que frequentemente se relaciona com a formação do mundo. 2. Conjunto de divindades cujo culto forma o sistema religioso dum povo politeísta. (Dicionário Aurélio Eletrônico – Século XXI.)     [...] à frente dele voam os vaga-lumes, seus batedores, alumiando o caminho.   Eliminando-se o aposto, a frase em destaque apresentará, de acordo com a norma-padrão, a seguinte forma:
  26. 26. UFES 2009
    Brasil O Zé Pereira chegou de caravela E preguntou pro guarani da mata virgem – Sois cristão? – Não. Sou bravo, sou forte, sou filho da Morte Teterê tetê Quizá Quizá Quecê! Lá longe a onça resmungava Uu! ua! uu! O negro zonzo saído da fornalha Tomou a palavra e respondeu – Sim pela graça de Deus Canhem Babá Canhem Babá Cum Cum! E fizeram o Carnaval  ANDRADE, Oswald de. Primeiro Caderno do Aluno de Poesia Oswald de Andrade. São Paulo: Globo, 1991. p. 41.   O elemento do texto que apresenta a mesma função sintática do termo “zonzo” (verso 7) é
  27. 27. IFSUL 2016
    SOMOS TODOS ESTRANGEIROS   Volta e meia, em nosso mundo redondo, colapsa o frágil convívio entre os diversos modos de ser dos seus habitantes. 1Neste momento, vivemos uma nova rodada 2dessas com os inúmeros refugiados, famílias fugitivas de suas guerras civis e massacres. Eles tentam entrar na mesma Europa que já expulsou seus famintos e judeus. Esses movimentos introduzem gente destoante no meio de outras culturas, estrangeiros que chegam falando atravessado, comendo, amando e rezando de outras maneiras. Os diferentes se estranham.   Fui duplamente estrangeira, no Brasil por ser uruguaia, em ambos os países e nas escolas públicas por ser judia. A instrução era tentar mimetizar-se, falar com o menor sotaque possível, ficar invisível no horário do Pai Nosso diário.   Certamente todos conhecem esse sentimento de sentir-se estrangeiro, ficar de fora, de não ser tão autêntico quanto os outros, ou não ser escolhido para o que realmente importa. Na 3infância, tudo é grande demais, amedronta e entendemos fragmentariamente, como recém-chegados. Na puberdade, perdemos a familiaridade com nossos familiares: o que antes parecia natural começa __________ soar como estrangeiro. 4Na 5adolescência, sentimo-nos estranhos __________ quase tudo, andamos por aí enturmados com os da mesma idade ou estilo, tendo apenas uns aos outros como cúmplices para existir.   O fim desse desencontro deveria ocorrer no começo da vida adulta, quando trabalhamos, procriamos e tomamos decisões de repercussão social. Finalmente 6deveríamos sentir-nos legítimos cidadãos da vida. 7Porém, julgamos ser uma fraude: 8imaginávamos que os adultos eram algo maior, mais consistente do que sentimos ser. Logo em seguida disso, já começamos a achar que perdemos o bonde da vida. O tempo nos faz estrangeiros __________ própria existência.   Uma das formas mais simples de combater todo esse 9mal-estar é encontrar outro para chamar de diferente, de inadequado. 10Quem pratica o bullying, quer seja entre alunos ou com os que têm hábitos e aparência distintos do seu, conquista momentaneamente a ilusão da legitimidade. Quem discrimina arranja no grito e na violência um lugar para si.   Conviver com as diferentes cores de pele, interpretações dos gêneros, formas de amar e casar, vestimentas, religiões ou a falta delas, línguas faz com que todos sejam estrangeiros. Isso produz a mágica sensação de inclusão universal: 11se formos todos diferentes, ninguém precisa sentir-se excluído. Movimentos migratórios misturam povos, a eliminação de barreiras de casta e de preconceitos também. Já pensou que delícia se, no futuro, entendermos que na vida ninguém é nativo. 12A existência de cada um é como um barco em que fazemos um trajeto ao final do qual sempre partiremos sem as malas. Texto adaptado de Diana Corso, publicado em 12 de setembro de 2015. Disponível em: . Acesso em: 19 out. 2015     Na frase “Quem pratica o bullying, quer seja entre alunos ou com os que têm hábitos e aparência distintos do seu, conquista momentaneamente a ilusão da legitimidade” (ref. 10), a expressão em destaque representa a função sintática de
  28. 28. UFSC 2014
    A história da Administração é recente. No decorrer da história da humanidade, a Administração se desenvolveu com uma lentidão impressionante. Somente a partir do século XX é que ela surgiu e apresentou um desenvolvimento de notável pujança e inovação. Nos dias de hoje a sociedade típica dos países desenvolvidos é uma sociedade pluralista de organizações, na qual a maior parte das obrigações sociais (como a produção de bens ou serviços em geral) é confiada a organizações (como indústrias, universidades e escolas, hospitais, comércio, comunicações, serviços públicos etc.) que são administradas por dirigentes para se tornar mais eficientes e eficazes. No final do século XIX, contudo, a sociedade era completamente diferente. As organizações eram poucas e pequenas: predominavam as pequenas oficinas, artesãos independentes, pequenas escolas, profissionais autônomos (como médicos, advogados, que trabalhavam por conta própria), o lavrador, o armazém da esquina etc. Apesar de o trabalho sempre ter existido na história da humanidade, a história das organizações e de sua administração é um capítulo que teve seu início há pouco tempo. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. p. 25-26.   Analise as afirmativas abaixo, a respeito dos elementos constitutivos do texto. I. O trecho “que trabalhavam por conta própria” tem sentido equivalente ao da expressão “profissionais autônomos”. II. Os três trechos entre parênteses no texto exemplificam, respectivamente, “obrigações sociais”, “organizações” e “profissionais autônomos”. III. O pronome “ela” se refere ao termo “humanidade”, ambos destacados no texto. IV. Em “que são administradas por dirigentes para se tornar mais eficientes e eficazes”, o pronome “que” se refere a “obrigações sociais”. V. O sinal de dois pontos introduz uma complementação do que é dito em “As organizações eram poucas e pequenas”.   Assinale a alternativa CORRETA.
  29. 29. UNITAU 1995
    "A teoria da argumentação é a parte da semiologia comprometida com a explicação das evocações ideológicas das mensagens. Os novos retóricos aproximam-se, assim, da proposta de Eliseo Verón, que, preocupado com as condições ideológicas dos processos de transmissão e consumo das significações no seio da comunicação social, chama de semiologia os estudos preocupados com essa problemática, deixando como objeto da teoria linguística as questões tradicionais sobre o conceito, o referente e os componentes estruturais dos signos. Essa demarcação determina que a semiologia deve ser analisada como uma teoria hermenêutica das formas como se manipulam contextualmente os discursos". (ROCHA & CITTADINO, O Direito e sua Linguagem, p.17, Sérgio Antonio Fabris Editor, Porto Alegre, 1984)   Os termos em destaque no texto apresentam as seguintes funções, respectivamente:
  30. 30. UEMS 2006
    Livro Tropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livraria Mas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando para a expansão do Universo Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (E, sem dúvida, sobretudo o verso) É o que pode lançar mundos no mundo.   [...]   No verso “Tropeçavas nos astros desastrada”, os termos em negrito classificam-se, do ponto de vista sintático, respectivamente, como
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