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Exercícios de Descolonização Afro-Asiática

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  1. 31. UNCISAL 2010
    Situado no continente africano, sua história se fundiu à europeia na época das grandes navegações, quando o temido “Cabo das Tormentas” foi vencido pelas caravelas portuguesas. Séculos depois, foi colonizado por britânicos e holandeses e sua população enfrentou 46 anos de um sistema legalizado de discriminação racial que manteve o domínio da minoria branca na política, economia e sociedade. Em 1994, ocorreram no país as primeiras eleições multirraciais. O país em questão é
  2. 32. UNICAMP 2011
    Para muitos norte-americanos, Vietnã é o nome de uma guerra, não de um país. Os vietnamitas parecem figuras sombrias, sem nome nem rosto, vítimas desamparadas ou agressores cruéis. A história começa apenas quando os Estados Unidos entram em cena. (Adaptado de Marvin E. Gettleman et. alli (Ed.), Vietnam and America: a documented history. New York: Grove Press, 1995, p. xiii.)   Esse desconhecimento dos norte-americanos quanto a seus adversários na Guerra do Vietnã pode ser relacionado ao fato de os norte-americanos
  3. 33. UFF 2011
    Ao se referir à sociedade da então colônia portuguesa Guiné Bissau, o historiador Armando Castro afirmou:   “As autoridades coloniais utilizam, para os castigos corporais, a palmatória, o chicote e a vergasta. Nas transações, os brancos praticam correntemente o roubo: roubo nos preços, nas quantidades, nas qualidades. Vai-se, nesta sociedade colonialista, até o desprezo total pela vida dos africanos. Morrem no trabalho de abate das árvores, na recolha do coconote e nos trabalhos públicos ou afogam-se nos pântanos, quando se fazem as secagens, etc. Há alguns anos, dezenas de trabalhadores africanos encontraram a morte nos trabalhos dos pântanos de Bissau. A mulher africana é vítima de numerosos crimes: violações, prostituição, etc.” CASTRO, A. O Sistema Colonial Português em África (meados do século XX). 2ª ed. Lisboa: Caminho, 1980, p. 366.   O texto acima mostra as consequências do processo de colonização. Ao se juntarem as duas pontas, colonização e descolonização, pode-se afirmar sobre a descolonização que
  4. 34. UNICENTRO 2012
    “Faça amor, não faça guerra”.   A expressão, popularizada nos anos 1960, revela
  5. 35. FUVEST 2001
    Gandhi (1869-1948) conseguiu mobilizar milhões de indianos na luta para tornar o país independente da dominação britânica, recorrendo ao
  6. 36. UERJ 1999
    "Quase todos os dias temos a possibilidade de ler um longo artigo sobre a "nova África" e sua habilidade para "jogar novo sangue nas artérias do comércio há muito bloqueadas pela esclerose da corrupção", sem uma só menção aos aspectos sociais da questão. (...) Sabemos, entretanto, que a realidade é menos rósea, que é possível falar de pelo menos duas Áfricas (a pobre e menos pobre) e que a potência da imagem nos lembra quase todo dia que nem tudo que reluz é ouro." ("Jornal do Brasil", 11/10/98)   Apesar da apregoada "renascença africana", os conflitos continuam denominando o panorama daquele continente, que assistiu, em 1996, a confrontos em 14 dos seus 53 países. Essa violência marcante pode ser explicada por motivos que remontam ao processo de colonização europeia no século XIX.   Um desses motivos é:
  7. 37. UNICAMP 2011
    Para muitos norte-americanos, Vietnã é o nome de uma guerra, não de um país. Os vietnamitas parecem figuras sombrias, sem nome nem rosto, vítimas desamparadas ou agressores cruéis. A história começa apenas quando os Estados Unidos entram em cena.  (Adaptado de Marvin E. Gettleman et. alli (Ed.), Vietnam and America: a documented history. New York: Grove Press, 1995, p. xiii.) Esse desconhecimento dos norte-americanos quanto a seus adversários na Guerra do Vietnã pode ser relacionado ao fato de os norte-americanos 
  8. 38. UFT 2014
    "Permanecerá para sempre como uma mancha que não será apagada da história da humanidade o mero fato de que o crime do Apartheid ocorreu. Sem dúvida, as gerações futuras perguntarão: 'Que erro se cometeu para que esse sistema pudesse vigorar depois de ter sido aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos? Permanecerá para sempre como uma acusação e um desafio a todos os homens e mulheres o fato de que demoramos tanto tempo para bater o pé e dizer 'já basta'". Fonte: MANDELA, Nelson. Discurso ante o Comitê Especial das Nações Unidas contra o Apartheid, 22 de junho de 1990.   Nelson Mandela foi o principal líder negro que lutou contra a política do Apartheid na África do Sul. Um dos principais fatores que determinaram a extinção daquele regime foi a
  9. 39. UNIMONTES 2009
    O Quênia, país do leste africano que enfrenta uma crise política nos dias atuais, permaneceu como colônia inglesa até 1963. O seu processo de descolonização foi marcado, entre outros elementos, pela
  10. 40. PUC-RS 2008
    Em 1963, fundou-se, em Adis-Abeba, a Organização para a Unidade Africana (OUA), com o objetivo de defender a soberania de seus membros e de auxiliar na completa erradicação do colonialismo na África, logo após o reconhecimento da independência de 17 ex-colônias da França e da Inglaterra. Ficou de fora da OUA, devido a seu regime político, então racista,
  11. 41. PUC-SP 2008
    O século XX já foi definido como um século de guerras e revoluções. Sobre elas, pode-se afirmar que a
  12. 42. FGV 2013
    Não é absurdo pensar que o único tipo de transgressão que o governo nunca previu foi a negação deliberada e prática de sua autoridade [...]. Sob um governo que prende qualquer homem injustamente, o único lugar digno para um homem justo é também a prisão. THOREAU, H. “Desobedecendo”. A desobediência civil e outros ensaios. Trad., Rio de Janeiro: Rocco, 1984, p. 36 e 38.   Henry Thoreau foi um ativista estadunidense do século XIX que influenciou, com suas ideias, diversos movimentos políticos posteriores. Entre eles, podemos identificar
  13. 43. ENEM PPL 2009
    A Guerra do Vietnã, polêmico e violento conflito armado da segunda metade do século XX, envolveu as guerrilhas do Vietnã do Sul e o governo comunista do Vietnã do Norte. O conflito atingiu maiores proporções com a participação dos Estados Unidos da América (EUA) ao lado das tropas do Vietnã do Sul. Entretanto, foi também uma guerra com imagens, que divulgavam, amplamente e de forma crua, o sofrimento da população civil — crianças com os corpos queimados por napalm, mulheres violentadas, velhos feridos — e de jovens soldados americanos mutilados ou mortos e ensacados. Considerando-se o fato histórico descrito, é possível inferir que 
  14. 44. UNEMAT 2010
    “[...] Este governo, que começou seu mandato em maio deste ano, identificou cinco principais prioridades para os próximos cinco anos. Elas incluem: criação de trabalho decente, assegurando que toda criança tenha acesso à educação de alto nível, garantindo a todos os sul-africanos acesso a cuidados de saúde de qualidade e a preços acessíveis, o desenvolvimento de nossas áreas rurais, garantindo a segurança alimentar e acelerando a reforma agrária; e, combate ao crime e à corrupção.” (Trecho do pronunciamento do Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, no dia 08/05/2009 em São Paulo - Brasil. www.africadosul.org.br acessado em 12/05/2010).   Considerando o texto acima e a experiência do Apartheid (segregação entre brancos e negros), vivida pela sociedade sul-africana entre os anos de 1948 e 1990, pode-se concluir.
  15. 45. PUC-SP 2016
    “No primeiro quartel do século XX, o intercâmbio entre africanos e negros da diáspora ocorreu de diversas formas. De um lado, por meio do retorno de afrodescendentes, principalmente da América do Norte, para a Libéria, mas também das Antilhas e Brasil para diversas regiões da África. De outro, através da saída de jovens pertencentes à elite africana para ingressar nas universidades dos Estados Unidos e da Europa.” Regina Claro. Olhar a África. Fontes visuais para a sala de aula. São Paulo: Hedra, 2012, p. 151.     O impacto do fenômeno apresentado no texto manifestou-se, entre outros fatores, no
  16. 46. UNB 2013
    Para grande parte da Europa continental e da Ásia, o século XX foi um tempo de guerra praticamente contínuo: guerra continental, guerra colonial, guerra civil. A guerra, no século passado, significou ocupação, deslocamentos, privação, destruição e assassinato em massa. Os países derrotados nas guerras frequentemente perderam população, território, segurança e independência. Até os países que emergiram formalmente vitoriosos passaram por experiências similares e costumam lembrar-se da guerra praticamente tanto quanto os vencidos. E surgiram, com frequência surpreendente, países que ganharam a guerra, mas “perderam a paz”. Os Estados Unidos da América (EUA) escaparam de tudo isso. Os norte-americanos viveram o século XX sob uma luz muito mais favorável. Tony Judt. Reflexões sobre um século esquecido (1901-2000). Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 18-9 (com adaptações).     Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos marcantes da História mundial contemporânea, assinale a opção correta.
  17. 47. UFPEL 2007
    "A primeira coisa, portanto, é dizer-vos a vós mesmos: 'Não aceitarei mais o papel de escravo. Não obedecerei às ordens como tais, mas desobedecerei quando estiverem em conflito com minha consciência'. O assim chamado patrão poderá surrar-vos e tentar forçarvos a servi-lo. Direis: 'Não, não vos servirei por vosso dinheiro ou sob ameaça'. Isso poderá implicar sofrimentos. Vossa prontidão em sofrer acenderá a tocha da liberdade, que não pode jamais ser apagada." PAZZINATO, Alceu L. e SENISE, Maria Helena V. História Moderna e Contemporânea, São Paulo: Ática, 2002.   O texto caracteriza a política de Desobediência Civil defendida por:
  18. 48. UFMG
    Entre 1961 e 1973, um total de 57.939 norte-americanos morreram no conflito da Indochina, a mais longa e custosa guerra externa na história dos Estados Unidos. A Força Aérea dos EUA jogou sobre o Vietnã uma tonelagem de bombas mais de três vezes superior ao que foi jogado na Alemanha durante a Segunda Guerra. KEYLOR, William R. The twentieth-century world; an international history. New York: Oxford University Press, 1996. p. 375. Considerando-se a Guerra do Vietnã, é CORRETO afirmar que:
  19. 49. UFSCAR 2002
    No processo de luta pela independência da Índia do domínio britânico, Mahatma Gandhi preconizava a libertação através da desobediência civil e da revolução pacífica. Isto significava
  20. 50. UFPEL 2007
    Durante a Guerra Fria, a estratégia da Casa Branca tinha como horizonte mudar a aparência da dominação colonial para na verdade não mudar nada: as novas nações manteriam o vínculo de dependência econômica e sofreriam um certo grau de ingerência política por parte das antigas metrópoles. Eventualmente, as metrópoles apoiariam a formação de ditaduras que lhes fossem "fiéis". Assim, nos anos 50 e 60, a África conheceu intensamente um processo hoje chamado "descolonização". Apenas no ano de 1960, dezessete colônias da França e da Inglaterra conquistaram o status de nações autônomas.             ARBEX JR., José. "Guerra Fria: terror de Estado, política e cultura". São Paulo: Moderna, 1997 [adapt.].   Contrariando essa estratégia dos Estados Unidos da América, através da qual os processos colonizatórios haviam sido reforçados, ocorreram na segunda metade do século XX, na África, movimentos com características revolucionárias e emancipações políticas com o apoio da União Soviética. Entre os países que vivenciaram este último processo transformador no período referido, estão
  21. 51. UFRGS 2014
    Considere as afirmações abaixo, sobre o regime do apartheid , vigente na África do Sul entre 1948 e 1994.  I - Foi estabelecido em 1948, pelo Partido Nacional, vinculado aos brancos descendentes de holandeses, e teve por característica principal a rígida segregação racial entre brancos e negros. II - Teve como principal força de oposição o Congresso Nacional Africano (CNA), liderado por Nelson Mandela, considerado culpado de traição pelo regime em 1963 e, por isso, preso até 1991.  III - Ocupou e transformou Angola em um protetorado, durante a guerra civil naquele país.    Quais estão corretas?
  22. 52. UNIOESTE 2011
    Sobre o continente africano, assinale a alternativa correta.
  23. 53. FUVEST 2011
    África vive (...) prisioneira de um passado inventado por outros. Mia Couto, Um retrato sem moldura, In: HERNANDEZ, Leila, A África na sala de aula. São Paulo: Selo Negro, p.11, 2005. A frase se justifica porque
  24. 54. CEFET-MG 2015
    Entre o final da Segunda Guerra Mundial e o final da década de 1960, o número de Estados internacionalmente reconhecidos na Ásia quintuplicou. Na África, onde havia um país independente em 1939, agora eram cerca de cinquenta. O mapa do globo transformou- se de modo impressionante nesse período.   O fenômeno descrito pode ser explicado pela(o)
  25. 55. UNIR 2011
    No ano de 2010, a África do Sul organizou a Copa do Mundo de Futebol, oportunidade para o país demonstrar ao mundo que o processo de superação do Apartheid encontra-se bastante avançado. Sobre o regime de segregação racial que marcou a sociedade sul-africana entre os anos de 1948 e 1994, assinale a afirmativa correta.
  26. 56. MILTON CAMPOS 2012
    Leia o texto.   “As diferentes formas de imperialismo e de colonização se sobrepõem e se interpenetram. O mesmo ocorre com os chamados fenômenos de descolonização e de independência dos povos que se libertaram. Em sua maioria, eles se emanciparam entre 1945 e 1965.” (FERRO, Marc. História das Colonizações: das conquistas às independências - séculos XIII a XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.38.)   As formas de emancipação no período citado se “sobrepõem e se interpenetram”, pois
  27. 57. UFRGS 2014
    A África começou a ser mais intensamente explorada pelas nações europeias nos fins do século XIX, por liderança do Rei Leopoldo II, da Bélgica, em busca dos produtos da floresta tropical. Ao sul, metais nobres e diamantes motivaram a forte presença da colonização inglesa, que se arrastou por quase todo o século XX.     O texto acima diz respeito
  28. 58. ESPM 2015
    “Em 21 de dezembro de 1961, a Bélgica concedeu autonomia interna a Ruanda e, em 28 de junho de 1962, a Assembleia Geral da ONU fixou para 1º de junho a supressão da tutela e a concessão da independência à Re­pública Democrática de Ruanda, ressaltan­do que o governo independente não seria monoétnico. Tal cuidado não foi suficiente, pois os acontecimentos posteriores acaba­ram culminando em um dos mais violentos genocídios do século XX, estimando-se o número de mortos em 1.074.017, ou seja, um sétimo da população de Ruanda.” (Leila Hernandez. A África na sala de aula)   Em abril de 2014, completaram-se 20 anos do que ficou conhecido como genocídio de Ruanda. Diferenças, desigualdades, discri­minações raciais, econômicas, sociais e po­líticas alimentaram o ódio. O assassinato do presidente Juvenal Habyarimana, em atenta­do ao avião em que viajava, foi o estopim do genocídio.   Sobre o genocídio em Ruanda assinale a al­ternativa correta:
  29. 59. UFF 2003
    O imperialismo foi marcado por variadas formas de opressão, com o objetivo de facilitar a introdução de valores europeus, entendidos como superiores. Os diversos processos de independência tornaram-se herdeiros de uma história de desconfiança e menosprezo entre os povos submetidos, revelando - ao menos em parte - as estratégias bem sucedidas dos dominadores. Nesse sentido, os recentes conflitos envolvendo a Índia e o Paquistão são, hoje, a face mais visível de uma luta intensificada quando da Independência dos dois países, em 1947. Identifique a opção que se refere, incorretamente, à problemática mencionada acima.
  30. 60. UTFPR 2009
    O processo de descolonização da Ásia e da África ganhou um grande impulso após a Segunda Guerra Mundial, em parte devido ao declínio internacional de potências coloniais como a França e a Grã- Bretanha, e em parte devido ao crescimento de movimentos de libertação nacional dentro das próprias colônias. Sobre esse assunto, estabeleça correspondência entre a primeira coluna e a segunda. 1ª coluna ( 1 ) Desobediência civil ( 2 ) Dien Bien Phu ( 3 ) Al-Fatah ( 4 ) Yom Kippur ( 5 ) Frente de Libertação Nacional   2ª coluna ( ) Israel ( ) Argélia ( ) Vietnã ( ) Palestina ( ) Índia A seqüência correta é:
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