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Exercícios de Economia Açucareira

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  1. 1. UERN 2015
    Apesar da ênfase dada ao açúcar, a economia colonial não se esgotava nas plantações desse produto (...). Havia os pequenos produtores de alimentos que abasteciam os engenhos e as cidades (...). Nunca, desde o inicio da instalação da agroindústria, houve a diminuição do volume de açúcar produzido nas areas a eles destinadas. (...) As mais ricas regiões produtoras de açúcar da Bahia tinham muitos braços para o trabalho. (Disponível em: http://pequenaantropoIoga.blogspotcombr/ZO'I1/07/fichamento- montagem-da-economiahtml.) O texto se relaciona à economia colonial. Nesse contexto, o plantation, utilizado não só na América Portuguesa, mas também nas outras colônias americanas, foi caracterizado basicamente pelos seguintes elementos:
  2. 2. ENEM 2011
    O açúcar e suas técnicas de produção foram levados a Europa pelos árabes no século Vlll, durante a ldade Media, mas foi principalmente a partir das Cruzadas (séculos Xl e Xlll) que a sua procura foi aumentando. Nessa época passou a ser importado do Oriente Médio e produzido em pequena escala no sul da ltália, mas continuou a ser um produto de luxo, extremamente caro, chegando a figurar nos dotes de princesas casadoiras. CAMPOS, R. Grandeza do Brasil no tempo de Antonil (1681-1716). São Paulo: Atual, 1996. Considerando o conceito do Antigo Sistema Colonial, o açúcar foi o produto escolhido por Portugal para dar início a colonização brasileira, em virtude de
  3. 3. ENEM 2012
    Torna-se claro que quem descobriu a África no Brasil, muito antes dos europeus, foram os próprios africanos trazidos como escravos. E esta descoberta não se restringia apenas ao reino linguístico, estendia-se também a outras áreas culturais, inclusive à da religião. Há razões para pensar que os africanos, quando misturados e transportados ao Brasil, não demoraram em perceber a existência entre si de elos culturais mais profundos. SLENES, R. Malungu, ngoma vem! África coberta e descoberta do Brasil. Revista USP, n. 12, dez./jan./fev. 1991-92 (adaptado). Com base no texto, ao favorecer o contato de indivíduos de diferentes partes da África, a experiência da escravidão no Brasil tornou possível a
  4. 4. UCS 2014
    Relacione as escravidões indígena e de origem africana presentes no Brasil durante os períodos Colonial e Imperial, apresentadas na COLUNA A, às características que as identificam, elencadas na COLUNA B. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo.
  5. 5. FATEC 2003
    As colônias eram uma das mais importantes fontes de riquezas das quais as monarquias nacionais europeias Iançavam mão para se consolidar como Estados fortes e centralizados. Sobre o Brasil-Colônia é correto afirmar:
  6. 6. FATEC
    A escravidão indígena adotada no início da colonização do Brasil foi progressivamente abandonada e substituída pela africana entre outros motivos, devido:
  7. 7.
    A casa-grande, residência do senhor de engenho, é uma vasta e sólida mansão térrea ou em sobrado; distingue-se pelo seu estilo arquitetônico sóbrio, mas imponente, que ainda hoje empresta majestade ã paisagem rural, nas velhas fazendas de açúcar que a preservaram. Constituía o centro de irradiação de toda a atividade econômica e social da propriedade. A casa-grande completava-se com a capela, onde se realizavam os ofícios e as cerimônias religiosas [...]. Próximo se erguia a senzala, habitação dos escravos, os quais, nos grandes engenhos, podiam alcançar algumas centenas de 'peças'. Pouco além serpenteava o rio, traçando através da floresta uma via de comunicação vital. O rio e o mar se mantiveram, no período colonial, como elementos constantes de preferência para a escolha da situação da grande lavoura. Ambos constituíam as artérias vivificantes: por meio delas o engenho fazia escoar suas safras de açúcar e, por elas, singravam os barcos que conduziam as toras de madeira abatidas na floresta, que alimentavam as fornalhas do engenho, ou a variedade e a multiplicidade de gêneros e artigos manufaturados que o engenho adquiria alhures [...]. (Alice Canabrava apud Déa Ribeiro Fenelon (org). 50 textos de história do BrasiI,'I 986.) Quanto à organização da vida e do trabalho no engenho colonial, o texto
  8. 8.
    Na opinião do historiador Caio Prado Jr., todo povo tem na sua evolução, vista a distância, um certo sentido. Este se percebe, não nos pormenores de sua história, mas no conjunto dos fatos e acontecimentos essenciais... Assinale a alternativa que corresponde ao "sentido" da colonização portuguesa no Brasil.
  9. 9. ENEM 2012
    Em um engenho sois imitadores de Cristo crucificado porque padeceis em um modo muito semelhante o que o mesmo Senhor padeceu na sua cruz e em toda a sua paixão. A sua cruz foi composta de dois madeiros, e a vossa em um engenho é de três. Também ali não faltaram as canas, porque duas vezes entraram na Paixão: uma vez servindo para o cetro de escárnio, e outra vez para a esponja em que lhe deram o fel. A Paixão de Cristo parte foi de noite sem dormir, parte foi de dia sem descansar, e tais são as vossas noites e os vossos dias. Cristo despido, e vós despidos; Cristo sem comer, e vós famintos; Cristo em tudo maltratado, e vós maltratados em tudo. Os ferros, as prisões, os açoites, as chagas, os nomes afrontosos, de tudo isto se compõe a vossa imitação, que, se for acompanhada de paciência, também terá merecimento de martírio. VIEIRA, A. Sermões. Tomo XI. Porto: Lello & Irmão, 1951 (adaptado).   O trecho do sermão do Padre Antônio Vieira estabelece uma relação entre a Paixão de Cristo e
  10. 10. ENEM 2013
    Seguiam-se vinte criados custosamente vestidos e montados em soberbos cavalos; depois destes, marchava o Embaixador do Rei do Congo magnificamente ornado de seda azul para anunciar ao Senado que a vinda do Rei estava destinada para o dia dezesseis. Em resposta obteve repetidas vivas do povo que concorreu alegre e admirado de tanta grandeza. Coroação do Rei do Congo em Santo Amaro, Bahia apud DEL PRIORE, M. Festas e utopias no Brasil colonial. In: CATELLI JR., R. Um olhar sobre as festas populares brasileiras. São Paulo: Brasiliense, 1994 (adaptado). Originária dos tempos coloniais, a festa da Coroação do Rei do Congo evidencia um processo de
  11. 11. FGV 2014
    Dos engenhos, uns se chamam reais, outros inferiores, vulgarmente engenhocas. Os reais ganharam este apelido por terem todas as partes de que se compõem e todas as oficinas, perfeitas, cheias de grande número de escravos, com muitos canaviais próprios e outros obrigados à moenda; e principalmente por terem a realeza de moerem com agua, à diferença de outros, que moem com cavalos e bois e são menos providos e aparelhados; ou, pelo menos, com menor perfeição e largueza, das oficinas necessárias e com pouco número de escravos, para fazerem, como dizem, o engenho moente e corrente. ANTONIL, André João. Cultura e opuléncia do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp. 1982, p. 69. O texto oferece uma descrição dos engenhos no Brasil no início do século XVIII. A esse respeito é correto afirmar:
  12. 12. UFF
    "Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda, nem ter engenho corrente" (ANTONIL, 'Cultura e opulência do Brasil'. Belo Horizonte: Itatiaia, 1982, p. 89.) Assinale a alternativa correta:
  13. 13. ENEM 2012
    Próximo da Igreja dedicada a São Gonçalo nos deparamos com uma impressionante multidão que dançava ao som de suas violas. Tão logo viram o Vice-Rei, cercaram-no e o obrigaram a dançar e pular, exercício violento e pouco apropriado tanto para sua idade quanto posição. Tivemos nós mesmos que entrar na dança, por bem ou por mal, e não deixou de ser interessante ver numa igreja padres, mulheres, frades, cavalheiros e escravos a dançar e pular misturados, e a gritar a plenos pulmões “Viva São Gonçalo do Amarante”. Barbinais, Le Gentil. Noveau Voyage autour du monde. Apud: TINHORÃO, J. R. As festas no Brasil Colonial. São Paulo: Ed. 34, 2000 (adaptado). O viajante francês, ao descrever suas impressões sobre uma festa ocorrida em Salvador, em 1717, demonstra dificuldade em entendê-la, porque, como outras manifestações religiosas do período colonial, ela
  14. 14. ENEM 2016
    As convicções religiosas dos escravos eram entretanto colocadas a duras provas quando de sua chegada ao Novo Mundo, onde eram batizados obrigatoriamente “para a salvação de sua alma” e deviam curvar-se às doutrinas religiosas de seus mestres. lemanjá, mãe de numerosos outros orixás, foi sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, e Nanã Buruku, a mais idosa das divindades das águas, foi comparada a Sant’Ana, mãe da Virgem Maria. VERGER, P. Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo. São Paulo: Corrupio, 1981.   O sincretismo religioso no Brasil colônia foi uma estratégia utilizada pelos negros escravizados para
  15. 15. UPE 2011
    Desde o século XVI, a escravidão foi uma instituição presente no processo de colonização portuguesa na América. A mão de obra escrava se constituiu como base da produção econômica da América Portuguesa, sendo utilizada em diversas atividades lucrativas. Sobre a relação da escravidão com a sociedade colonial brasileira, é CORRETO afirmar que
  16. 16. FUVEST 2014
    Não há trabalho, nem gênero de vida no mundo mais parecido à cruz e à paixão de Cristo, que o vosso em um destes engenhos [...]. A paixão de Cristo parte foi de noite sem dormir, parte foi de dia sem descansar, e tais são as vossas noites e os vossos dias. Cristo despido, e vós despidos; Cristo sem comer, e vós famintos; Cristo em tudo maltratado, e vós maltratados em tudo. Os ferros, as prisões, os açoites, as chagas, os nomes afrontosos, de tudo isto se compõe a vossa imitação, que, se for acompanhada de paciência, também terá merecimento e martírio[...]. De todos os mistérios da vida, morte e ressurreição de Cristo, os que pertencem por condição aos pretos, e como por herança, são os mais dolorosos. P. Antônio Vieira, Sermão décimo quarto. In: I. Inácio & T. Lucca (orgs.).Documentos do Brasil colonial. São Paulo: Ática, 1993, p.73-75.   A partir da leitura do texto acima, escrito pelo padre jesuíta Antônio Vieira em 1633, pode-se afirmar, corretamente, que, nas terras portuguesas da América,
  17. 17. FUVEST 2012
    Os indígenas foram também utilizados em determinados momentos, e sobretudo na fase inicial [da colonização do Brasil]; nem se podia colocar problema nenhum de maior ou melhor “aptidão” ao trabalho escravo (...). O que talvez tenha importado é a rarefação demográfica dos aborígines, e as dificuldades de seu apresamento, transporte, etc. Mas na “preferência” pelo africano revela-se, mais uma vez, a engrenagem do sistema mercantilista de colonização; esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. Assim, os ganhos comerciais resultantes da preação dos aborígines mantinham-se na colônia, com os colonos empenhados nesse “gênero de vida”; a acumulação gerada no comércio de africanos, entretanto, fluía para a metrópole; realizavam-na os mercadores metropolitanos, engajados no abastecimento dessa “mercadoria”. Esse talvez seja o segredo da melhor “adaptação” do negro à lavoura ... escravista. Paradoxalmente, é a partir do tráfico negreiro que se pode entender a escravidão africana colonial, e não o contrário. Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1979, p. 105. Adaptado.   Nesse trecho, o autor afirma que, na América portuguesa,
  18. 18. UFMG 1997
    ... Não  castigar os excessos que eles [os escravos] cometem seria culpa não leve, porém estes [senhores] hão de averiguar antes, para não castigar inocentes, e se hão de ouvir os delatados e, convencidos, castigar-se-ão com açoites moderados ou com os meterem em uma corrente de ferro por algum tempo ou tronco.  Castigar com ímpeto, com ânimo vingativo, por mão própria e com instrumentos terríveis e chegar talvez aos pobres com fogo ou lacre ardente, ou marcá-los na cara, não seria para se sofrer entre os bárbaros, muito menos entre os cristãos católicos. ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil.1711.   O texto acima, escrito por um padre jesuíta em 1711, pode ser relacionado à
  19. 19. UNCISAL 2009
    No Brasil colonial dos séculos XVI-XVII, a estrutura econômica apoiava-se no(a)
  20. 20. UECE 2015
    Sobre a sociedade brasileira do período colonial, pode-se afirmar corretamente que 
  21. 21. MILTON CAMPOS 2013
    Leia o texto abaixo, que retrata o tráfico de escravos.   "O espaço fechado e o calor do clima, a juntar ao número de pessoas que iam no barco, tão cheio que cada um de nós mal tinha espaço para se virar, quase nos sufocavam. Essa situação fazia-nos transpirar muito, e pouco depois o ar ficava impróprio para respirar, com uma série de cheiros repugnantes, e atingia os escravos como uma doença, da qual muitos morriam." (Relato do escravo Olaudah Equiano. Apud ILIFFE, J. Os africanos. História dum continente. Lisboa: Terramar, 1999. p.179.)   Pode-se afirmar que, durante a Idade Moderna, o tráfico de escravos
  22. 22. FCMS-JF 2011
    A introdução da lavoura canavieira no nordeste brasileiro, remonta ao início do século XVI,visando formalizar o chamado Antigo Sistema Colonial, que foi marcado por:
  23. 23. UFG 2009
    A partir de 1850, houve um decréscimo significativo na importação de escravos no Brasil. Essa situação está relacionada
  24. 24. UEG 2003
    O fim do tráfico negreiro no Brasil, em 1850, representou uma profunda mudança na economia brasileira, uma vez que impedia o desenvolvimento de um negócio que movimentava uma enorme soma de capitais. Acerca dessa conjuntura política e econômica, é CORRETO afirmar que
  25. 25. PUC-RS 2012
    A escravidão foi um dos grandes empecilhos para o desenvolvimento dos direitos civis no Brasil, pois negava a condição de humanidade para as pessoas consideradas escravas. Em 1888, finalmente, a escravidão foi abolida no país. É correto afirmar que a abolição da escravidão está associada
  26. 26. UNICENTRO 2005
    Sobre a sociedade colonial brasileira, é correto afirmar:
  27. 27. UNIMONTES 2012
    A Lei Euzébio de Queiroz (1850) contribuiu para um surto industrial, ainda que incipiciente, no Brasil, porque
  28. 28. UNB 2014
    Estima-se que, entre 1701 e 1800, desembarcaram nas Américas 6.400.000 escravos africanos, dos quais 35% foram para as terras lusas. O dinamismo da economia escravista mercantil, capaz de unir, pelo Atlântico, áreas tão distantes como o sertão de Cuiabá (Mato Grosso, Brasil) e Massangano (Angola), de viabilizar a mobilidade social que transformava comerciantes reinóis em negociantes de grosso trato e pretos cabindas em forros pardos, ocorreu no âmbito do Antigo Regime católico. Nessa economia escravista, a produção estava voltada para o mercado (açúcar, metais preciosos etc.) e parte de seus insumos era composta por mercadorias, a começar pela própria mão de obra nos portos da Guiné e de Angola, entre outros da costa africana. João Fragoso e Roberto Guedes. Apresentação. In: João Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (Orgs.). O Brasil colonial (v. 3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, p. 9-10 (com adaptações).     Assinale a opção correta a respeito do quadro econômico colonial brasileiro.
  29. 29. UNCISAL 2015
    Durante mais de três séculos, o tráfico negreiro constituiu uma das molas fundamentais do capitalismo mercantil, fornecendo a mão de obra necessária às plantações do Novo Mundo e representando em si uma forma importante de acumulação de capital. A fazer fé em estimativas recentes, de 1500 a 1800 foram exportados de África para as Américas cerca de 8,3 milhões de escravos. O ponto mais alto deste comércio corresponde ao século XVIII, com quase três quartos do total (6,1 milhões). Portugal foi um dos maiores beneficiados e por sua vez mais resistente ao fim desse comércio. ALEXANDRE, Valentim. Portugal e a abolição do tráfico de escravos (1834-51). Análise Social, Lisboa, v. XXVI, n.2, p. 293-333, 1991. (adaptado) A resistência de Portugal em acabar com o tráfico de africanos para escravizar se apoiava no fato de que
  30. 30. ENEM PPL 2011
    TEXTO I A escravidão não é algo que permaneça apesar do sucesso das três revoluções liberais, a inglesa, a norte-americana e a francesa; ao contrário, ela conhece o seu máximo desenvolvimento em virtude desse sucesso. O que contribui de forma decisiva para o crescimento dessa instituição, que é sinônimo de poder absoluto do homem sobre o homem, é o mundo liberal. Losurdo, D. Contra-história do liberalismo. Aparecida: Ideias & Letras, 2006 (adaptado).   TEXTO II          E, sendo uma economia de exploração do homem, o capitalismo tanto comercializou escravos para o Brasil, o Caribe e o sul dos Estados Unidos, nas décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XIX, como estabeleceu o comércio de trabalhadores chineses para Cuba e o fluxo de emigrantes europeus para os Estados Unidos e o Canadá. O tráfico negreiro se manteve para o Brasil depois de sua proibição, pela lei de 1831, porque ainda ofereceu respostas ao capitalismo. Tavares , L. H. D. Comércio proibido de escravos. São Paulo: Ática, 1988 (adaptado).   Ambos os textos apontam para uma relação entre escravidão e capitalismo no século XIX. Que relação é essa?
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