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Exercícios de Economia na República das Oligarquias

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  1. 1. ESPM 2013
    A partir do fim do século XlX, a cotação do café no mercado internacional havia começado a cair, pois outros países também produziam café. O excesso de oferta do produto derrubou os preços. Os produtores brasileiros não se conformavam com a queda na cotação do produto. Em 1906, os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro reuniram-se para tratar da situação. (Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação) Assinale a alternativa que apresente respectivamente o nome da reunião mencionada no texto, bem como a política dela derivada:
  2. 2. UNESP 2013
    A disputa pelo Acre, entre Brasil e Bolívia, na passagem do século XIX para o XX, envolveu
  3. 3. UFPA 2011
    Borracha e borracheiro, segundo o dicionário Houaiss, podem significar: "Borracha: substância elástica e impermeável, resultante da coagulação do latex de vários vegetais, esp. de arvores dos gên. Hevea e Ficus, com propriedades diversas e inúmeros usos industriais, segundo os vários tipos de tratamento a que é submetida; caucho, goma-elástica". "Borracheiro: 1) aquele que produz, industrializa ou vende borracha ('substância') 2) Regionalismo: Brasil. individuo que repara e/ou vende pneus; 3) Regionalismo: Norte do Brasil. m.q. seringueira ('trabalhador')."  Houaiss (Dicionário da Língua portuguesa. Verbetes Borracha e borracheiro. Versão digital, SP. Instituto António Houaiss, Editora Objetivo, 2009). Os verbetes acima esclarecem os significados do termo "borracha" no Brasil. Um desses significados põe em evidência o Norte do país, em que a palavra tem um emprego diferenciado historicamente porque
  4. 4. ENEM 2017
    A tecelagem é numa sala com quatro janelas e 150 operários. O salário é por obra. No começo da fábrica, os tecelões ganhavam em média 170$000 réis mensais. Mais tarde não conseguiam ganhar mais do que 90$000; e pelo último rebaixamento, a média era de 75$000! E se a vida fosse barata! Mas as casas que a fábrica aluga, com dois quartos e cozinha, são a 20$000 réis por mês; as outras são de 25$ a 30$000 réis. Quanto aos gêneros de primeira necessidade, em regra custam mais do que em São Paulo. CARONE, E.Movimento operário no Brasil. São Paulo: Difel, 1979.   Essas condições de trabalho, próprias de uma sociedade em processo de industrialização como a brasileira do início do século XX, indicam a
  5. 5. ENEM 2017
    Em 1914, o preço da borracha despencou no mercado internacional; dois anos depois, 200 firmas foram à falência em Manaus. E assim acabou o sonho de quem acendia charutos com notas de 1 000 réis. A cidade entrou em colapso. National Geographic, n. 143, fev. 2012 (adaptado).   O súbito declínio da atividade econômica mencionada foi provocado pelo(a)
  6. 6. FGV 2000
    O acerto do 'funding loan', entre o presidente Campos Sales e a Casa Rothschild, representou para a economia brasileira:
  7. 7. FUVEST 2015
    Observe a tabela: Leslie Bethell (ed), The Cambridge History of Latin America, vol. IV. Adaptado. Os dados apresentados na tabela se explicam, dentre outros fatores,
  8. 8. MACKENZIE 2014
    Os reflexos da Primeira Guerra Mundial para economia brasileira, durante o governo de Wenceslau Brás (1914-1918), ocasionaram
  9. 9. G1 - CFTMG 2015
    Sobre a economia na Primeira República, assinale (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas. ( ) As medidas econômicas priorizaram a valorização do café. ( ) Os primeiros governos republicanos estimularam a indústria de base. ( ) Os lucros do café impulsionaram a industrialização brasileira. ( ) Os governos adotaram a política de valorização cambial. A sequência correta encontrada é
  10. 10. UFG 2014
    Analise o quadro a seguir. O quadro apresentado registra o aumento no número de trabalhadores por estado no Brasil, de 1907 para 1920. Considerando-se o contexto histórico e os dados do quadro, conclui-se que o referido aumento deveu-se
  11. 11. IBMEC-RJ 2009
    Conhecido como "ciclo da borracha", a expansão da produção de látex estava diretamente ligada ao desenvolvimento da indústria automobilística permitindo ao Brasil, em 1910, exportar aproximadamente 40 mil toneladas do produto. O fator determinante para a decadência desse período econômico importante para a Amazônia foi:
  12. 12. FGV 2015
    Observe a tabela. A partir dos dados, é correto afirmar que a indústria brasileira, em 1920,
  13. 13. UNAMA 2007
    O produto final do seringueiro, o látex defumado, deveria ser encaminhado ao “patrão” que em troca deveria lhe pagar. Como o seringueiro já vinha devendo desde o Nordeste, o saldo dessas dívidas era difícil. Mas se por um lado o “patrão” exercia seu poder sobre o seringueiro, não raro o prendendo por dívidas, o próprio patrão, nessa chamada “cadeia do aviamento” também estava sujeito aos negociantes estrangeiros a quem exportava o látex coletado. LACERDA, Franciane. A vida e o trabalho nos seringais. In FONTES, Edilza. Contando a História do Pará. V.I. Belém. E-Motion. 2002.   Há poucos anos, milhões de brasileiros assistiram, pela TV Globo, à mini-série Amazônia: de Galvez a Chico Mendes, que mostrou, em vários de seus capítulos , cenas em que se evidenciavam as relações sociais de conflito, presentes no espaço dos seringais, entre seringueiros e seringalistas, a dependência dos primeiros à casa exportadora e esta à exportação do látex para o exterior.   A partir da leitura dos textos acima e dos estudos históricos sobre essa temática, podemos afirmar que as relações de trabalho, construídas no espaço dos seringais, se caracterizavam por um (a):
  14. 14. UEA 2005
    Embora aprovado por unanimidade na Câmara de Deputados, em 1912, o Plano de Defesa da Borracha não foi executado: foi combatido pelo senador paulista Francisco Glicério, que alegava despesas muito altas, enquanto o deputado amazonense Luciano Pereira protestava, denunciando que a União “tem sido mãe para o Sul, mas madrasta para o Norte”. Assinale a alternativa que explica as circunstâncias do abandono do Plano de Defesa da Borracha, em 1912.
  15. 15. UFAM 2005
    A produção de borracha na Amazônia: 
  16. 16. UFF 2009
    Segundo Antonio Barros de Castro, o café foi, entre nós, uma “cultura itinerante”, “uma atividade em movimento”, compreendendo, simultaneamente, “uma faixa pioneira, onde o café estaria penetrando; uma zona onde estaria consolidado e plenamente produtivo e uma região decadente, onde a cultura se encontra em regressão.”  (7 Ensaios sobre a economia brasileira).       Aplicando a classificação contida no texto acima à cafeicultura brasileira na primeira década do século XX, é possível associar
  17. 17. UFMG 1997
    Todas as alternativas abaixo apresentam afirmações corretas sobre a economia cafeeira no Brasil, EXCETO:
  18. 18. UECE 2016
    O final dos anos 1920 e o início dos anos 1930 foram marcados por uma crise financeira generalizada, agravada pela quebra da bolsa de Nova York, que, no Brasil, afetou mais fortemente a
  19. 19. FAAP 1996
    Iniciado por holandeses e ingleses, o povoamento consolida-se com os portugueses. Em 1835, é palco do movimento popular da Cabanagem. A economia fica estagnada até o fim do século XIX. O crescimento é retomado com o ciclo da borracha e continua com a produção de madeira e castanha.   Os acontecimentos descritos aconteceram em qual estado brasileiro?
  20. 20. UFU 2000
    Entre as questões que marcaram a história brasileira entre o final do século XIX e o início do XX, podemos afirmar que   I- a urbanização, que se desenvolvia em cidades maiores como o Rio de Janeiro, São Paulo e Recife, era realizada segundo moldes europeus e seus defensores procuravam "civilizar" e "higienizar" a população, como se viu nas violentas campanhas de vacinação e na expulsão dos moradores de cortiços dos centros das cidades. II- a política econômica dos primeiros governos da República foi marcada pela especulação financeira, pela inflação, pelo alto endividamento externo e pela falta de investimentos na produção industrial, alimentados pela política do "encilhamento" do ministro da Fazenda Rui Barbosa. III- a crise da economia cafeeira levou o país a diversificar a produção, criando alternativas de sobrevivência para os pequenos produtores e forçando os grandes fazendeiros a deixar seus palacetes nas grandes cidades, o que permitiu ao Brasil desenvolver, através da indústria algodoeira do nordeste, concorrência com a produção de tecidos ingleses. IV- o clima de insatisfação, revolta e insubordinação, evidenciado com a formação do Arraial de Canudos, a Revolta da Vacina, a Guerra do Contestado, a Revolta da Chibata e o Cangaço, trouxe à tona o processo de exclusão social e política, que a República conservava, apesar dos discursos civilizadores. Assinale a alternativa correta.
  21. 21. CESGRANRIO
    A identificação dos governos da República Velha com os interesses da economia cafeeira pode ser expressa pelo(a):
  22. 22. UNIFENAS 2017
    Leia o texto. O mineiro Afonso Pena foi um presidente “cafeeiro”. Na verdade, só obteve a vitória nas eleições de 1906 porque deixou claro que seria a favor da “política de valorização do café”. Eleito, Pena bancou um empréstimo de 15 milhōes de libras para custear a intervenção do Estado no mercado do café. (Eduardo Bueno, Brasil uma História, Leya, SP, 2012, p. 291) A intervenção do Estado no mercado para valorizar o café durante a Primeira República brasileira foi um dos efeitos
  23. 23. UNICENTRO 2011
    No início do século XX, realizou-se na cidade paulista de Taubaté um encontro de governadores de três estados brasileiros, em que se estabeleceu um acordo denominado Convênio de Taubaté. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo político desse convênio.
  24. 24. UNIR 2011
    A extração do látex é um importante capítulo na história da ocupação do oeste amazônico brasileiro, no final do século XIX, sempre envolvendo interesses internacionais, movimentando vultosas quantias em dinheiro e provocando disputas por territórios entre diferentes nações sul-americanas. É correto afirmar que, na extração do látex, a mão-de-obra mais utilizada foi
  25. 25. UNESP 2017
    Na passagem dos anos 1920 para a década seguinte, a polí- tica de valorização do café no Brasil
  26. 26. UNAMA 2014
    “Professor, Um estrangeiro recém-chegado falando alemão, francês, inglês, russo, húngaro e italiano, procura um emprego no comércio ou numa casa particular. Não faz exigências de grande ordenado visto falar ainda pouco o português [...].” (Diário de Notícias. Belém, 18 de novembro de 1890, p.1. In FONTES, Edilza (org.) Contando a História do Pará: conflitos e grandes projetos na Amazônia Contemporânea (séc.XX. vol. II) Belém: E.Motion, 2002).   A leitura do anúncio acima, publicado em um jornal de Belém, nos remete
  27. 27. UNIMONTES 2014
    “A ambição que gerou a conquista, a conquista que gerou o extrativismo onde (sic) os caudilhos fixaram suas leis homicidas; o extrativismo que gerou súbitas fortunas de aventureiros de quatro cantos. Era o Eldorado, o esplendor de uma selvagem nobreza dos Trópicos cujos cenários e costumes foram importados de Inglaterra, França e Itália.” (ROCHA, Glauber. Documentário 1966. www.historianet.blogspot.com.br. 2013.) O cineasta Glauber Rocha, nesse trecho, faz alusão à/ao
  28. 28. PUC-RJ 2009
    "Num salão de Paris, a linda moça, de olhar gris, toma café. Moça feliz (...). Quedê o sertão daqui? Lavrador derrubou. Quedê o lavrador? Está plantando café. Quedê o café? Moça bebeu. Mas a moça onde está? Está em Paris. Moça feliz."   Cassiano Ricardo. Apud Nosso século 1900/1910. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.1, p. 83.   O café foi, durante o século XIX e a primeira metade  do século XX, uma das principais riquezas da economia brasileira. De acordo com o trecho de Cassiano Ricardo (1895-1974), a lavoura cafeeira, durante a Primeira República (1889-1930) caracterizou-se por: I - qualificação da mão-de-obra agrícola; II - dependência dos mercados externos; III - desenvolvimento sustentável; IV - degradação ambiental. Assinale: 
  29. 29. UFABC 2015
    Em 1930, o Brasil era um país agrícola, muito diferente do que conhecemos. Dependia quase que totalmente da venda do café no exterior, produto responsável por quase toda a riqueza nacional (69% das exportações brasileiras). O Brasil respondia sozinho por 60% da produção mundial do café, de forma que problemas com o produto no mercado internacional eram, na época, quase que exclusivamente uma preocupação brasileira. (Maria Celina D’Araújo. A Era Vargas)   O texto revela aspectos que caracterizaram a economia brasileira em grande parte do período da Primeira República (1889- 1930). Nos primeiros anos do governo de Getúlio Vargas, a situação econômica sofreu mudanças porque
  30. 30. PUC-CAMPINAS 2017
    Não há dúvida de que a Semana havia sido concebida pelos seus idealizadores para causar furor, marcar uma data, gerar atritos e instaurar-se como marco simbólico de uma transformação. Sem reações de desagrado, sem polêmica e sem vaias, o plano corria o risco de naufragar. A imprensa, aliás, já tocara na ferida, na cobertura da primeira noite, ao notar que a expectativa hostil do público se transformara em aplausos – o oposto do que se esperava de um acontecimento futurista (...). (GONÇALVES, Marco Augusto. 1922. A semana que não terminou. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 299) Vários dos artistas que participaram da Semana acima mencionada provinham de famílias paulistas que haviam enriquecido com a produção de café. O cultivo desse grão, naquele contexto
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