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Vagas abertas para o Extensivo 2022
Pessoa com tinta no rosto e com a palavra 'aprovadx' na testa sorrindo

UNESP 2016

Os diários, as memórias e as crônicas de viagens escritas por marinheiros, comerciantes, militares, missioná- rios e exploradores, ao lado das cartas náuticas, seriam as principais fontes de conhecimento e representação da África dos séculos XV ao XVIII.

 

A barbárie dos costumes, o paganismo e a violência cotidiana foram atribuídos aos africanos ao mesmo tempo em que se justificava a sua escravização no Novo Mundo. A desumanização de suas práticas serviria como justificativa compensatória para a coisificação dos negros e para o uso de sua força de trabalho nas plantations da América.

(Regina Claro. Olhar a África, 2012. Adaptado.)

 

As “plantations da América”, citadas no texto, correspondem a

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