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  1. 31

    UNICENTRO 2011

    O significado de conhecimento histórico distingue-se do significado de realidade histórica, porque o primeiro

  2. 32

    UNICENTRO 2013

    Leia o texto a seguir. No transcorrer de uma vida, e às vezes mesmo de um dia, nossa experiência do tempo e da duração não deixa de variar. Uma hora de aborrecimento não equivale jamais a uma hora consagrada a uma atividade apaixonante. Nossa experiência do tempo não é uma experiência absoluta. Se somos capazes de considerá-la em sua relatividade, por que não poderíamos dirigir o mesmo olhar para as escolhas que fazemos? (ATLAN, H. A ciência é inumana? Ensaio sobre a livre necessidade. Tradução de Edgard de Assis Carvalho. São Paulo: Cortez, 2005, p.45.) Sobre a concepção da categoria Tempo, assinale a alternativa correta.

  3. 33

    UNICENTRO 2014

    Leia o texto a seguir. O próprio sujeito de conhecimento tem uma história, a relação do sujeito com o objeto, ou, mais claramente, a própria verdade tem uma história. (FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas. 3.ed., Rio de Janeiro: NAU-PUC, 2002, p.8.) Com base no teor do texto e na compreensão sobre a produção do conhecimento histórico, em nosso momento atual, assinale a alternativa correta.

  4. 34

    UNICENTRO 2011

    Por volta de 10.000 a.C., teve lugar a Revolução do Neolítico. Apesar de o homem do Neolítico ter produzido novas ferramentas de pedra polida, essa não foi a transformação mais importante ocorrida no período. Muito mais significativa foi a produção de alimentos por meio da agricultura, reduzindo a prioridade da caça e da coleta na alimentação. (CAMPOS; MIRANDA, 2005, p. 21). A utilização da nomenclatura “a. C.” no calendário atual justifica-se pelo fato de    

  5. 35

    UNICENTRO 2012

    [...] ter consciência histórica significa ter consciência do nosso poder de transformação, do nosso poder de sermos os agentes da História e não seres passivos, acomodados, que sofrem a História. Por isso, ter consciência histórica significa sermos verdadeiramente homens, homens conscientes para podermos construir um mundo melhor – não como objetos, não como instrumentos de trabalho de uma classe dominante, mas como seres humanos inteiros e criativos que trabalham realizando tarefas produtivas, intelectuais ou braçais, que atendam às necessidades da coletividade. (AQUINO; FRANCO; LOPES, 1980, p. 17).   A leitura do texto e os conhecimentos de História permitem afirmar que a aquisição da consciência histórica

  6. 36

    UNICENTRO 2011

    A diversidade de fontes históricas reveladas e legitimadas pelo movimento da “Nova História” trouxe como contribuição à moderna produção historiográfica a

  7. 37

    UNICENTRO 2012

    Segundo o paradigma tradicional, a História é objetiva. A tarefa do historiador é apresentar aos leitores os fatos, ou, como apontou Ranke em uma frase muito citada, dizer “como eles realmente aconteceram”.   Hoje em dia, este ideal é, em geral, considerado irrealista. Por mais que lutemos arduamente para evitar os preconceitos associados a cor, credo, classe ou sexo, não podemos evitar olhar o passado de um ponto de vista particular. (BURKE, Peter (org.). Tradução Magda Lopes. A escrita na História: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, 1992.).   O texto e os conhecimentos sobre a produção do conhecimento histórico, na contemporaneidade, permitem afirmar que o historiador, ao estudar os fatos históricos,

  8. 38

    UPE 2016

    A Europa é uma criação feita diante do outro. Suas fronteiras são culturais e se opõem em três ao que não é Europa: a Ásia, os Árabes, que assediam a Europa, primeira frente antieuropeia; o ‘leste’ sempre indefinido; e finalmente o Oceano”. FEBVRE, Lucien. A Europa – gênese de uma civilização. Bauru: Edusc, 2004, p. 118-121. (Adaptado)   O trecho acima representa certa historiografia europeia, que se caracteriza pelo

  9. 39

    UNICENTRO 2012

    Leia o texto a seguir: “A palavra História possibilita diferentes compreensões, já que existem, pelo menos, três usos correntes para o conceito. Um primeiro que se refere ao efetivamente ocorrido, ao conjunto de ações humanas existentes ao longo do tempo. O segundo que designa as diferentes narrativas sobre as ações dos homens no tempo entre as quais se encontram as crônicas, as fábulas, os contos, as memórias. Finalmente, a História como o conhecimento histórico das ações humanas ao longo do tempo, narrada em conformidade com procedimentos que a disciplina demanda”. (Silvia H. Zanirato, Teorias da História, Eduem, 2011, p.14). A respeito da História como conhecimento histórico, podemos afirmar que

  10. 40

    UEMA 2014

    É preciso advertir desde já que esse sistema quadripartite [dividido em quatro partes] de organização da história universal é um fato francês. Em outros países, o passado está organizado de modo diferente, em função de pontos de referência distintos. Fonte: CHESNEAUX, Jean. Devemos fazer tábula rasa do passado? Sobre a história e os historiadores. Trad. de Marcos A. da Silva. São Paulo: Ática, 1995, p. 93.   O texto faz referência a um “sistema quadripartite”, ainda muito presente nos materiais didáticos de História do Ensino Básico no Brasil. Esse “sistema” divide a história em Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea. Sobre essa divisão, o autor observa que a

  11. 41

    UNIOESTE 2012

    Sobre a História, enquanto disciplina, é INCORRETO afirmar que

  12. 42

    UNICENTRO 2012

    O termo “etnocentrismo”, aplicado ao conhecimento histórico, significa

  13. 43

    UPE 2013

    O trabalho do historiador implica seleção, preferência, recorte e manipulação de fontes. Sobre o historiador e sua relação com suas fontes, assinale a alternativa CORRETA.

  14. 44

    UEMA 2009

    Não há história imóvel e a história também não é pura mudança, mas sim o estudo das mudanças significativas. A periodização é o principal instrumento de inteligibilidade das mudanças significativas. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Unicamp, 1996, p.47.    De acordo com o texto acima, a periodização histórica

  15. 45

    UEMA 2012

    O Positivismo, corrente cientifica que influenciou demasiadamente os estudos historiográficos no Brasil ao longo do século XX, tinha como premissa o estabelecimento da verdade sobre o passado, a partir da investigação das fontes históricas. Sobre essa corrente, considere as afirmações a seguir. I - A bandeira brasileira traz ao centro a inscrição: “ordem e progresso”, em referência a uma das concepções basilares dessa corrente, que considera a evolução de uma sociedade dependente, primeiro, do seu ordenamento sem o qual não há evolução. II - Essa corrente, enquanto concepção metodológica de pesquisa histórica, apropriou-se dos princípios da Escola Romântica alemã, notadamente das ideias de Humboldt e Leopold Von Ranke. Portanto, entre o Historicismo e o Positivismo não há diferenças conceituais. III - A ideia de que o historiador não poderia analisar criticamente a história, apenas descrever os fatos tais e quais se passaram, resultou na exaltação de personagens “ilustres”, “datas” e “lugares”, já que esses explicavam a história por si própria. IV - Na divisão das ciências, a história ocupava o lugar maisimportante, pois era o carro-chefe na compreensão das relações sociais e o historiador era o cientista que seencarregaria de aplicar a física social, ou seja, conduzir  a sociedade. V - Se a nação brasileira aplicasse integralmente osprincípios positivistas, rapidamente se transformaria  numanação rica e evoluída, pois aliaria o cientificismo  dessa corrente com as ideias românticas de Ranke, como a valorização da cultura e dos sentimentos dos povos. Estão corretas apenas as afirmações

  16. 46

    UNICENTRO 2014

    Leia o texto a seguir. Todo estudo histórico, portanto, implica uma seleção minúscula de algumas coisas da infinidade de atividades humanas no passado e daquilo que afetou essas atividades. Mas não há nenhum critério geral aceito para se fazer tal seleção e, na medida em que haja algum em qualquer momento dado, é provável que mude. (HOBSBAWN, E. Sobre História. São Paulo: Cia das Letras, 1998. p.71.) Conforme a noção expressa no texto sobre a produção historiográfica, assinale a alternativa correta.

  17. 47

    UPE 2013

    (...) passado e história são coisas diferentes. Ademais, o passado e a história não estão unidos um ao outro, de tal maneira que se possa ter uma, e apenas uma leitura histórica do passado. O passado e a história existem livres um do outro; estão muito distantes entre si no tempo e no espaço. Isso porque o mesmo objeto de investigação pode ser interpretado diferentemente por diferentes práticas discursivas. (JENKINS, Keith. A História Repensada. São Paulo: Contexto, 2004, p. 24.)   Sobre a relação passado e história no texto acima, analise as afirmativas seguintes:   I. A história, embora seja um discurso sobre o passado, encontra‐se numa categoria diferente dele.   II. Embora um objeto de investigação possa ser interpretado por diferentes práticas discursivas, a análise do historiador prevalece sobre as demais.   III. Não há uma clara distinção entre passado e história. IV. Um mesmo objeto de investigação pode ser lido ou interpretado diferentemente por historiadores, geógrafos, sociólogos, economistas e filósofos. V. Os historiadores só conseguem trazer o passado de volta mediado por veículos muito diferentes, como livros, artigos, documentários, filmes, e não como acontecimentos do presente.   Estão CORRETAS

  18. 48

    UEMA 2010

    “Papai, para que serve a história?”. Esse fragmento de texto, descrito no livro Apologia da História, de Marc Bloch, leva-nos a refletir acerca da função social da história enquanto conhecimento, ciência, método, percepção e sensibilidade. Sob esse aspecto, pode-se afirmar: I - A história enquanto reflexão sobre a origem dos homens e mulheres, suas indagações, inquietudes, existência, representa a passagem da hominização para a humanização, ou seja, quando os primeiros hominídeos começaram a construir, elaborar sentidos coletivos sociais, valores, noção de agregação social, identidade, códigos de cultura. II - A história enquanto ciência, técnica, narrativa, discurso, método, se nutre da história enquanto vivência, sensibilidade, distinguindo-se uma da outra pelo hiato existente entre o ato de narrar o que se passou e o que aconteceu. III - Existe uma extrema relação entre a história enquanto ciência e a memória social enquanto experiência, ainda que não seja a mesma coisa. Entretanto, a história enquanto ciência interfere na produção e reprodução da memória didatizando-a, organizando-a, selecionando o passado. IV - Pela imposição cultural do mundo ocidental convencionou-se separar a história da pré-história em virtude do surgimento da escrita; atribuiu-se aos gregos o surgimento da história enquanto reflexão; utilizou-se desse ramo do conhecimento para legitimar superioridade cultural e racial de determinados povos; estabeleceu-se uma noção de progresso e evolução; analisou-se todas as sociedades por um viés racista, elitista e hierarquizante. V - Num mundo de transformações sócio-políticas aceleradas, desenvolvimento tecnológico, das mudanças nas relações de trabalho, a capacidade de refletir sobre o que se passou diminui à medida que uma avalanche de novas informações são jogadas todos os dias dificultando a possibilidade de crítica social. Sobre as enunciações acima, pode-se afirmar que

  19. 49

    UDESC 2016

    Analise o poema abaixo:   A um historiador   Vós que louvais o passado, que tendes explorado a face exterior,   a superfície das gentes, o lado da vida que se exibiu, que tendes tratado o homem   como uma criatura de políticos, agregados, governantes e pregadores, eu, habitante dos Alegânis, tratando-o tal como em si mesmo é ele em seus próprios direitos, tomando o pulso da vida que raramente se exibe   (o fundo orgulho do homem consigo mesmo), Cantor da Pessoa Humana,   delineando o que ela ainda está por ser, o que eu projeto é a história do futuro.                                       Whitman,  Walt.  Folhas de Relva.  Seleção e tradução de Geir Campos.  Ilustrações de Darcy Penteado.  Ed. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro, 1964. (tradução de Geir Campos)   Assinale a alternativa correta em relação ao poema A um historiador. 

  20. 50

    UNICENTRO 2008

    Os maiores problemas para os novos historiadores são certamente aqueles das fontes e dos métodos. Já foi sugerido que, quando os historiadores começaram a fazer novos tipos de perguntas sobre o passado, para escolher novos objetos de pesquisa, tiveram de buscar novos tipos de fontes, para suplementar os documentos oficiais. (BURKE,1992, p. 25)   A situação referida no texto e os conhecimentos sobre a produção do conhecimento histórico permitem afirmar que, dentre os novos tipos de fontes buscadas pelos historiadores como recurso a ser adicionado aos documentos oficiais, para o estudo de uma determinada sociedade, se destacam I. as técnicas da oralidade, a partir dos depoimentos, dos relatos e da literatura de cordel. II. os registros em cartórios das profecias dos astrólogos e dos ciganos do Antigo Oriente Médio. III. as imagens iconográficas que contêm registros de momentos da vida familiar e comunitária. IV. os estudos voltados para a identificação da latitude e da longitude da área pesquisada para determinar os aspectos culturais relativos à religiosidade e à organização política. V. os hábitos alimentares adotados, conforme as condições sociais e financeiras, pelas comunidades em estudo.   A alternativa que indica todas as afirmativas verdadeiras é a

  21. 51

    UNICENTRO 2015

    Leia o texto a seguir. Contra a tal história historicizante, Febvre e Bloch opunham uma assim chamada história nova, uma história problematizadora do social, preocupada com as massas anônimas, seus modos de viver, sentir e pensar. Uma história de estruturas em movimento, com grande ênfase no estudo das condições de vida material, embora sem qualquer reconhecimento da determinância do econômico na totalidade social. (Adaptado de: VAIFAS, R. História das Mentalidades e História Cultural. In. CARDOSO, C. F.; VAIFAS, R. (orgs.) Domínios da História. Ensaios e Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p.130.) Conforme a noção expressa no texto, assinale a alternativa correta.

  22. 52

    UNICENTRO 2005

    “Pessoalmente, tão longe quanto me lembro, ela [a História] sempre me divertiu muito. Como todos os historiadores, eu penso. De outro modo, por que razões teriam eles escolhido esse ofício? Aos olhos de qualquer um que não seja completamente tolo, todas as ciências são interessantes. Mas cada sábio encontra apenas uma ciência cuja prática o divirta. Descobrí-la, para dedicar-se a ela, é o que se chama propriamente vocação.” (Marc Bloch apud MORAES, José Geraldo Vinci e REGO, José Marcio. Conversas com historiadores brasileiros. São Paulo: Editora 23, 2002. p. 13.) O texto acima, escrito por Marc Bloch, um dos mais importantes historiadores do século XX, refere-se:

  23. 53

    UNICENTRO 2016

    Segundo o historiador francês Michel de Certeau, Não existem considerações, por mais gerais que sejam, nem leituras, por mais longe que as estendamos, capazes de apagar a particularidade do lugar de onde eu falo e do domínio por onde conduzo uma investigação. Toda pesquisa historiográfica é articulada a partir de um lugar de produção socioeconômico, político e cultural. É por acaso que se passa da “história social” à “história econômica” durante o período situado entre as duas guerras mundiais, por volta da crise econômica de 1929, ou que no momento atual a história cultural prevalece, quando se impõe, por todas as partes, com o lazer e os mass media, a importância social, econômica e política da “cultura”? (Adaptado de: CERTEAU, M. A operação histórica. In. LE GOFF, J.; NORA, P. História: novos problemas. Trad. de Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. p.17-18 e p.25.)   Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa correta.

  24. 54

    UNICENTRO 2006

    “1492, 1792, 1822, 1922. Datas. Mas o que são datas? Datas são as pontas de icebergs. Mas de onde vêm a força e a resistência dessas combinações de algarismos? 1492, 1792, 1822, 1922... Vêm daquelas massas ocultas de que as datas são índices. Vêm da relação inextricável entre o acontecimento, que elas fixam com a simplicidade aritmética, e a polifonia do tempo social, do tempo cultural, do tempo corporal, que pulsa sob a linha de superfície dos eventos.” (BOSI, Alfredo. O tempo e os tempos. In: Tempo e História. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. p. 19.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar:

  25. 55

    UNICENTRO 2006

    Sobre as diversas concepções de história, considere as afirmativas a seguir. I. A história, como forma de explicação, nasce unida à sociologia. Em seu início, o campo sociológico abrange embrionariamente todas as áreas que posteriormente iriam se formar como autônomas. II. Durante o período da desestruturação do Império Romano, com a difusão da religião judaico-cristã naquele Império, a história do mundo foi unificada em torno do que se passava no Oriente. III. No século XVIII, com a desestruturação final do sistema feudal e o avanço da ordem burguesa, surge o iluminismo, corrente filosófica que procura mostrar a história como o desenvolvimento linear e progressivo da razão humana. IV. Para Marx e Engels, a história é um processo dinâmico, em que cada realidade social traz dentro de si o princípio de sua própria contradição, o que gera a transformação constante na história.   Estão corretas apenas as afirmativas:

  26. 56

    UEMA 2013

    [...] É possível que logo depois de um evento que tenha abalado, destruído em parte ou renovado a estrutura de uma sociedade, comece um novo período. Só perceberemos isto mais tarde, quando uma sociedade nova realmente houver arrancado de si mesma novos recursos e se tiver proposto novos objetivos. Os historiadores não podem levar a sério essas linhas de separação, e imaginar que elas tenham sido observadas pelos que viviam durante os anos que elas atravessam, como o personagem de uma comédia que grita: ―Hoje começa a Guerra dos Cem Anos! HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006. A crítica aos historiadores, apresentada no fragmento, está centrada na (o)

  27. 57

    UNCISAL 2016

    Desde o advento da Ciência, no século XVII, que rejeitamos a mitologia como um produto das mentes supersticiosas e primitivas. Contudo, só agora conseguimos ter uma perspectiva mais profunda e completa da natureza e do papel do mito na história do Homem. [...] Os mitos despertam no Homem pensamentos que lhe são desconhecidos. LEVI-STRAUSS, Claude. Mito e Significado. Lisboa: Edições 70, 2007. p. 5 e 8.   A redescoberta do papel do mito no mundo contemporâneo tem possibilitado

  28. 58

    UDESC 2015

    “A descoberta avivou o espírito do passado. D. Paula forcejou por sacudir fora essas memórias importunas; elas, porém, voltavam, ou de manso ou de assalto, como raparigas que eram, cantando, rindo, fazendo o diabo. D. Paula tornou aos seus bailes de outro tempo, às suas eternas valsas que faziam pasmar a toda a gente, às mazurcas, que ela metia à cara da sobrinha como sendo a mais graciosa coisa do mundo, e aos teatros, e às cartas, e vagamente, aos beijos; mas tudo isso – e esta é a situação – tudo isso era como as frias crônicas, esqueleto da história, sem a alma da história.” ASSIS, Machado de. D. Paula. Várias histórias. 3. ed. São Paulo: Martins Claret, 2013, p. 128.   Em relação à citação acima, assinale a alternativa correta.

  29. 59

    UEL 2015

    Leia o texto a seguir.   Foi Renan, acho, quem escreveu um dia (cito de memória; portanto receio, inexatamente): “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estudo”. E Saint-Beuve antes dele: “Espio e observo com curiosidade aquilo que começa”. A ideia é bem de sua época. A palavra origens também. Mas a palavra é preocupante, pois equívoca. (Adaptado de: BLOCH, M. Apologia da História ou O ofício do historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. p.56.) Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a escola historiográfica que se posiciona sobre esse tema e a tese correspondente. 

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