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Exercícios de Segundo Reinado

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  1. 61. UPE 2012
    O Rio de Janeiro, no século XIX, vivenciou uma efervescência sociocultural marcante na história da então capital do império. Sobre essa realidade, assinale a alternativa CORRETA.
  2. 62. UNB 2015
    — Bem sei o golpe que o feriu; mas lá vão dois anos. Venho propor-lhe um contrato: vinte polcas durante doze meses; o preço antigo, e uma porcentagem maior na venda. Depois, acabado o ano, podemos renovar. (...) — Mas a primeira polca há de ser já, explicou o editor. É urgente. Viu a carta do Imperador ao Caxias? Os liberais foram chamados ao poder, vão fazer a reforma eleitoral. A polca há de chamar-se: Bravos à Eleição Direta! Não é política; é um bom título de ocasião. Idem, ibidem.     O trecho de texto acima, que faz alusão à substituição do Partido Conservador pelo Partido Liberal no comando do Conselho de Ministros, em 1878.   A respeito do sistema eleitoral do Brasil do Segundo Reinado, assinale a opção correta.
  3. 63. UNICAMP 2012
    A política do Império do Brasil em relação ao Paraguai buscou alcançar três objetivos. O primeiro deles foi o de obter a livre navegação do rio Paraguai, de modo a garantir a comunicação marítimo-fluvial da província de Mato Grosso com o restante do Brasil. O segundo objetivo foi o de buscar estabelecer um tratado delimitando as fronteiras com o país guarani. Por último, um objetivo permanente do Império, até o seu fim em 1889, foi o de procurar conter a influência argentina sobre o Paraguai, convencido de que Buenos Aires ambicionava ser o centro de um Estado que abrangesse o antigo vice-reino do Rio da Prata, incorporando o Paraguai. (Adaptado de Francisco Doratioto, Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 471.)   Sobre o contexto histórico a que o texto se refere é correto afirmar que:
  4. 64. UECE 2009
    Considere a quadrinha popular, a seguir:   “Por subir Pedrinho ao trono Não fique o povo contente Não pode ser coisa boa Servindo com a mesma gente.”   Assinale a opção correspondente ao momento da história do Brasil a que esses versos se referem.
  5. 65. UNCISAL 2009
    Gradualmente, a monarquia no Brasil foi perdendo legitimidade diante dos novos interesses e aspirações sociais que surgiram, principalmente a partir da década de 1870. Assinale a alternativa que caracteriza corretamente a crise do Segundo Reinado (1870-1889).
  6. 66. UFJF 2013
    “Com a Abolição houve um deslocamento do poder político. Acelerou-se a decadência da oligarquia  tradicional que detivera o poder durante o Império e se identificara com a Monarquia. Abalaram-se os  fundamentos sociais do sistema monárquico no Brasil. No ano seguinte, era proclamada a República. O poder econômico concentrou-se nas áreas mais dinâmicas. No Oeste Paulista o café cultivado nas terras roxas produzia safras nunca vistas. Tinha-se aperfeiçoado os métodos de beneficiamento do café, construído ferrovias que revolucionaram o sistema de transportes e experimentava-se o trabalho livre. Formara-se um novo grupo social, uma nova oligarquia que irá controlar o poder político durante a Primeira República”. (COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: momentos decisivos. 7. ed. São Paulo: UNESP, 1999. p. 340).     Além dos aspectos levantados acima, outros elementos também foram importantes no contexto da Proclamação da República:     I. A decisão monárquica de estabelecer o sufrágio universal. II. A decisão monárquica de investir diretamente na industrialização. III. O descontentamento dos militares com o governo monárquico. IV. A oposição dos bispos do Pará e Olinda ao governo imperial.     São CORRETAS as afirmativas:
  7. 67. UNCISAL 2011
    A partir dos anos 70 do século XIX, teve início a decadência do Segundo Reinado, repleta de crises que desembocariam no movimento republicano de 1889. O desgaste do regime imperial pode ser atribuído a diversos fatores (...) (Cláudio Vicentino e Gianpaolo Dorigo, História do Brasil) Entre esses fatores, é correto considerar
  8. 68. UNAMA 2015
    “... cidade adiantada cuja população ordeira e progressista aprecia e cultiva todos os melhoramentos da civilização, Belém está no direito de exigir e impor o sistema de tração elétrica, para ver cessados de vez os inúmeros vexames a que está dia e noite exposta com o atual serviço”. (LEMOS, Antônio. O Município de Belém.Relatório. 1903,p.269)     No relato acima está presente a reclamação do intendente Antônio Lemos que, desde 1870, havia implantado alguns melhoramentos na cidade, de acordo com sua política do embelezamento da cidade.   A reclamação acima está focada na concessionária de serviços públicos Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense pelo (a) / por  
  9. 69. UNIMONTES 2012
    A Lei Euzébio de Queiroz (1850) contribuiu para um surto industrial, ainda que incipiciente, no Brasil, porque
  10. 70. UECE 2016
    Em 1850, ano de extinção oficial do tráfico de escravos no Brasil, foi votada a Lei de Terras. Esta lei, em linhas gerais, determinou que   I. todo proprietário registrasse suas terras, ficando proibida a doação de propriedades ou qualquer outra forma de aquisição de bens fundiários, a não ser por meio da compra. II. se mantivesse o alto custo do registro imobiliário, impedindo que os posseiros mais pobres obtivessem a propriedade do solo onde plantavam. III. ficasse assegurado o direito dos imigrantes ― cujo trabalho, em muitos casos, substituiria o trabalho dos escravos ― de se tornarem proprietários das terras onde laboravam. IV. fossem possíveis a aquisição e a posse de terras públicas, a baixo custo, pelos grandes proprietários, seus herdeiros e descendentes.   Estão corretas as complementações contidas em
  11. 71. UNESP 2015
    Não há dúvida de que os republicanos de São Paulo e do Rio de Janeiro representavam preocupações totalmente distintas. Enquanto os republicanos da capital, ou melhor, os que assinaram o Manifesto de 1870, refletiam as preocupações de intelectuais e profissionais liberais urbanos, os paulistas refletiam preocupações de setores cafeicultores de sua província. [...] A principal preocupação dos paulistas não era o governo representativo ou direitos individuais, mas simplesmente a federação, isto é, a autonomia estadual. (José Murilo de Carvalho. A construção da ordem, 1980.)   As diferenças entre os republicanos de São Paulo e do Rio de Janeiro, nas décadas de 1870 e 1880, podem ser explicadas, entre outros fatores,
  12. 72. UNB 2013
    Assinale a opção correta sobre a economia brasileira entre 1822 e 1889.
  13. 73. UNEMAT 2008
    Os problemas relacionados à posse e aquisição da terra no Brasil são seculares. Neste sentido, em 1850 foi criada a Lei de Terras regulamentando a questão. Com relação à referida lei, assinale a alternativa CORRETA.
  14. 74. UEG 2003
    O fim do tráfico negreiro no Brasil, em 1850, representou uma profunda mudança na economia brasileira, uma vez que impedia o desenvolvimento de um negócio que movimentava uma enorme soma de capitais. Acerca dessa conjuntura política e econômica, é CORRETO afirmar que
  15. 75. UNAMA 2008
    Itália Bela mostre-se gentil e os filhos seus não a abandonarão, senão vão todos para o Brasil, e não se lembrarão de retornar. Aqui mesmo ter-se-ia no que trabalhar sem ser preciso para a América emigrar.   O século presente já nos deixa, o mil e novecentos se aproxima. A fome está estampada em nossa cara e para curá-la remédio não há. A todo momento se ouve dizer: eu vou lá, onde existe a colheita do café. Da canção Itália belle, mostrati gentile, de 1899. (FERREIRA, José Roberto Martins). História: 7ª série. Ed. Reform. São Paulo: FTD, 1997, p. 47)   O documento acima nos remete à:
  16. 76. UPE 2013
    O século XIX é um período decisivo para a história brasileira. Além de testemunhar o início de sua vida política formalmente independente, ele presenciou o começo de inúmeras iniciativas que vêm influenciar formas espaciais existentes. A experiência brasileira contemporânea também indica um esforço notável no sentido de estabelecer uma política urbana de caráter compreensivo ao longo de todo o território nacional, com grande ênfase nas áreas metropolitanas. (...) A história brasileira não foi marcada pela existência de formas urbanas de civilização, como o foram o México, o Peru e as áreas da América Latina, caracterizadas por sofisticadas formas de cultura pré-colombiana, até a massiva exploração das minas de ouro em Minas Gerais, durante o século XVII. (SCHMIDT, Benício Viero. A modernização e o planejamento urbano brasileiro no século XIX. In: Revista Fundação de Economia e Estatística/FEE. http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/viewFile/84/414. Adaptado)   Sobre o processo de urbanização do Brasil no século XIX, assinale a alternativa CORRETA.
  17. 77. UNIMONTES 2009
    Quem não é pelo Brasil, é contra o Brasil! D. Pedro II. SCHWARCZ. Lílian. Moritz, p. 304)    Brasil, ame-o ou deixe-o! (Ditadura Militar)    O aspecto presente nas duas frases é o/a  
  18. 78. UFU 1999
    Ao longo da segunda metade do século XIX, o Brasil passou por profundas transformações que afetaram, de forma geral, a economia e a organização social e política do país. Sobre esse período, é correto afirmar que
  19. 79. UNB 2012
    Assinale a opção correta a respeito de desdobramentos da maioridade antecipada de Pedro II.
  20. 80. ENEM PPL 2011
    TEXTO I A escravidão não é algo que permaneça apesar do sucesso das três revoluções liberais, a inglesa, a norte-americana e a francesa; ao contrário, ela conhece o seu máximo desenvolvimento em virtude desse sucesso. O que contribui de forma decisiva para o crescimento dessa instituição, que é sinônimo de poder absoluto do homem sobre o homem, é o mundo liberal. Losurdo, D. Contra-história do liberalismo. Aparecida: Ideias & Letras, 2006 (adaptado).   TEXTO II          E, sendo uma economia de exploração do homem, o capitalismo tanto comercializou escravos para o Brasil, o Caribe e o sul dos Estados Unidos, nas décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XIX, como estabeleceu o comércio de trabalhadores chineses para Cuba e o fluxo de emigrantes europeus para os Estados Unidos e o Canadá. O tráfico negreiro se manteve para o Brasil depois de sua proibição, pela lei de 1831, porque ainda ofereceu respostas ao capitalismo. Tavares , L. H. D. Comércio proibido de escravos. São Paulo: Ática, 1988 (adaptado).   Ambos os textos apontam para uma relação entre escravidão e capitalismo no século XIX. Que relação é essa?
  21. 81. UPE 2016
    A Proclamação da República é um episódio da modernização à brasileira. Nas décadas finais do Império, o vocábulo república expandiu seu campo semântico, incorporando as ideias de liberdade, progresso, ciência, democracia, termos que apontavam, todos, para um futuro desejado. MELLO, Maria Tereza Chaves. A modernidade Republicana. Disponível em: http://www.scielo.br. (adaptado).   O texto demonstra que, no final do Segundo Império, os ideais republicanos já estavam bastante difundidos no Brasil. Os adeptos do republicanismo, nesse período, tinham como principal pensamento a
  22. 82. UNIMONTES 2009
    Sobre o sistema parlamentarista brasileiro na época do Império, pode-se afirmar: I - As eleições para a Assembleia geral eram diretas e o sufrágio, universal. II - O imperador detinha o poder de dissolver a Câmara dos Deputados e convocar novas eleições. III - O imperador detinha o poder de designar o Presidente do Conselho de Ministros. IV - O Presidente do Conselho de Ministros nomeava os Presidentes das Províncias. Estão CORRETAS as afirmativas
  23. 83. UFRN 2012
    No século XIX, na Europa, desenvolveram-se estudos que, reivindicando bases científicas, valorizavam a raça branca, considerada superior a todas as demais. Essas teorias concebiam uma Nação em termos biológicos e valorizavam a homogeneidade racial. “A mistura de raças heterogêneas era sempre um erro e levava à degeneração não só do indivíduo como de toda a coletividade.” (SCHWARCZ, Lilia Moritz. Espetáculo da miscigenação. Estudos avançados, v. 8, n. 20, abr. 1994. Disponível em: . Acesso em: abr. 2009.)   Frente a essas concepções, a constatação de que o Brasil era uma nação mestiça gerou dilemas para os intelectuais brasileiros no século XIX. Na tentativa de resolver esses dilemas, alguns intelectuais da época
  24. 84. ENEM PPL 2014
    Passada a festa da abolição, os ex-escravos procuraram distanciar-se do passado de escravidão, negando-se a se comportar como antigos cativos. Em diversos engenhos do Nordeste, negaram-se a receber a ração diária e a trabalhar sem remuneração. Quando decidiram ficar, isso não significou que concordassem em se submeter às mesmas condições de trabalho do regime anterior. FRAGA, W; ALBUQUERQUE, W. R. Uma história da cultura afro-brasileira. São Paulo: Moderna, 2009 (adaptado). Segundo o texto, os primeiros anos após a abolição da escravidão no Brasil tiveram como característica o(a)
  25. 85. UPE 2014
    Sobre o período da abolição da escravidão no Brasil, analise as afirmativas a seguir:   I. Teve como um de seus patronos Joaquim Nabuco, considerado um dos maiores defensores da liberdade dos escravos. II. Tomou força na segunda metade do século XIX, por meio do movimento abolicionista, que defendia o fim da escravidão. III. A primeira etapa desse processo ocorreu com a proibição do tráfico de escravos mediante a vinda da família real para a colônia, em 1808. IV. Várias instituições se manifestaram contrárias ao fim da escravidão, dentre as mais importantes, estão os periódicos O Abolicionista e Revista Ilustrada. V. A Guerra da Tríplice Fronteira, também conhecida como Guerra do Paraguai, foi de fundamental importância para o crescimento do movimento abolicionista.   Estão CORRETAS
  26. 86. ENEM PPL 2012
    TEXTO I   Já existe, em nosso país, uma consciência nacional que vai introduzindo o elemento da dignidade humana em nossa legislação, e para qual a escravidão é uma verdadeira mancha. Essa consciência resulta da mistura de duas correntes diversas: o arrependimento dos descendentes de senhores e a afinidade de sofrimento dos herdeiros de escravos. NABUCO, J. O abolicionismo. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 12 out. 2011 (adaptado).   TEXTO II   Joaquim Nabuco era bom de marketing. Como verdadeiro estrategista, soube trabalhar nos bastidores para impulsionar a campanha abolicionista, utilizando com maestria a imprensa de sua época. Criou repercussão internacional para a causa abolicionista, publicando em jornais estrangeiros lidos e respeitados pelas elites brasileiras. Com isso, a campanha ganhou vulto e a escravidão se tornou um constrangimento, uma vergonha nacional, caminhando assim para o seu fim. COSTA e SILVA, P. Um abolicionista bom de marketing. Disponível em: www.revistadehistoria.com.br. Acesso em: 27 jan. 2012 (adaptado).   Segundo Joaquim Nabuco, a solução do problema escravista no Brasil ocorreria como resultado da:
  27. 87. UFU 2014
    A Lei de Terras decretada no Brasil em 1850 proibia a aquisição de terras públicas através de qualquer outro meio que não fosse a compra, colocando um fim às formas tradicionais de adquirir terras mediante posses e mediante doações da Coroa [...] Os produtos da venda das terras públicas e das taxas de registro das propriedades seriam empregados exclusivamente para a demarcação das terras públicas e para a ‘importação de colonos livres’. Criou-se um serviço burocrático encarregado de controlar a terra pública e de promover a colonização: a Repartição Geral das Terras Públicas COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: momentos decisivos. 7ª ed., São Paulo: Editora da Unesp, 1999, p. 171.     O projeto da lei de terras no Brasil foi inicialmente debatido no Conselho de Estado em 1842, teve sua tramitação ocorrida na Câmara dos Deputados em 1843, sendo aprovado no Senado em 18 de Setembro de 1850. A cronologia da criação da Lei de Terras no Brasil
  28. 88. UFJF 2016
    O texto abaixo se refere à construção da identidade nacional no Brasil no decorrer do século XIX, sobretudo a partir do Segundo Reinado. Leia o trecho e, em seguida, responda à questão:   “Por oposição ao negro, que lembrava a escravidão, o indígena permitia identificar uma origem mítica e unificadora. (...). A natureza brasileira também cumpriu função paralela. Se não tínhamos castelos medievais, templos da Antiguidade ou batalhas heroicas para lembrar, possuíamos o maior dos rios, a mais bela vegetação. (...). Por mais que tenha partido de d. Pedro I e de Bonifácio a tentativa de elaborar (...) uma ritualística local, foi com d. Pedro II e seu longo reinado que se tornaram visíveis a originalidade do protocolo e o projeto romântico de representação política do Estado” (SCHWARCZ, Lilia. As Barbas do Imperador, p.140);   Com base no trecho acima e em seus conhecimentos, é CORRETO afirmar que a identidade nacional no século XIX foi construída:
  29. 89. UERJ 2015
    A um grito de “Fora o vintém!”, os manifestantes começaram a espancar condutores, esfaquear mulas, virar bondes e arrancar trilhos ao longo da rua Uruguaiana. Dois pelotões do Exército ocuparam o Largo de São Francisco, postando-se parte da tropa em frente à Escola Politécnica, atual prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. A multidão dispersou-se e, salvo pequenos distúrbios nos três dias seguintes, estava findo o motim do vintém. A cobrança da taxa passou a ser quase aleatória. As próprias companhias de bondes pediam ao governo que a revogasse. Desmoralizado, o ministério caiu a 28 de março. O novo ministério revogou o desastrado tributo. Adaptado de CARVALHO, José Murilo de. A Guerra do Vintém. Revista de História, setembro/2007.   Ocorrida entre o final de 1879 e o início de 1880, a Revolta do Vintém representou a manifestação de segmentos populares descontentes com a decisão do governo de aumentar os preços das passagens dos bondes puxados a burro, que trafegavam na então capital do Império.    Um dos principais efeitos dessa revolta naquele momento foi:  
  30. 90. FCMS-JF 2017
    Leia com atenção o texto abaixo: “Que devido ao grande número de fábricas e manufaturas, que desde alguns anos tem se difundido em diferentes capitanias do Brasil, com grave prejuízo da cultura e da lavoura e da exploração das terras minerais daquele continente; porque havendo nele falta de população é evidente que quanto mais se multiplicar o número de fabricantes, mais diminuirá o de cultivadores e menos braços haverá... Hei por bem ordenar que todas as fábricas e manufaturas... (excetuando-se as que tecem fazendas grossas de algodão) sejam extintas e abolidas em qualquer parte dos meus domínios no Brasil.” (Alvará de 5/1/1785.) O texto acima retrata uma ação do Estado português no período colonial que: 
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