IFSP 2012

"Eu, Marilia, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, de expressões grosseiro,
Dos frios gelo e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs de que me visto.
Graças, Marilia bela,
Graças à minha estrela!

(fredb.sites.uoI.com.br/Iusdecam.htm. adaptado)

Pode-se afirmar que se destaca no poema

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