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  1. 31

    FUVEST 1993

     I. Autor que levava no palco a sociedade portuguesa da primeira metade do século XVI, vivenciando, na expressão de Antônio José Saraiva, o reflexo da crise. II. Atuou na linha do teatro de costumes, associou o burlesco e o cômico em dramas e comédias ao retratar flagrantes da vida brasileira, do campo à cidade.   Os enunciados referem-se, respectivamente, aos teatrólogos:  

  2. 32

    UESPI 2012

    Muitas são as formas fixas que foram cultivadas por Camões. Muitas dessas formas também foram praticadas por outros poetas do Quinhentismo português, a exemplo de Sá de Miranda e Antônio Ferreira. Assim, dentre as formas literárias que compõem a poética de Camões, quais não podemos assinalar como cultivadas pelo poeta?    

  3. 33

    UEMA 2013

    [A ilha era habitada por pássaros] grandes, belos e polidos, em tudo semelhantes aos homens de minha pátria, bebendo e comendo como homens, digerindo como homens, dormindo como homens [...]. Vê-los era uma bela coisa. Os machos chamavam-se clerigaus, monagaus, padregaus, abadegaus, bispogaus, cardealgaus e papagau – este era o único da sua espécie [...]. Perguntamos por que havia só um papagau. Responderam-nos que [...] dos clerigaus nascem os padregaus [...] dos padregaus nascem os bispogaus, destes os belos cardealgaus, e os cardealgaus, se antes não os levam à morte, acabam em papagau, de que ordinariamente não há mais que um, como no mundo existe apenas um Sol. RABELAIS, F. Gargantual e Pantagruel. In: MARQUES, A.; ALLI. História moderna através de textos. 4 ed. São Paulo: Contexto, 1994. O texto, escrito por volta da primeira metade do século XVI, apresenta características

  4. 34

    UNICENTRO 2012

    A literatura renascentista, como instrumento de divulgação das ideias humanistas, satirizava e combatia valores sociais da Idade Média, dentre eles,

  5. 35

    ENEM PPL 2010

    O Arlequim, o Pierrô, a Brighella ou a Colombina são personagens típicos de grupos teatrais da Commedia dell’art, que, há anos, encontram-se presentes em marchinhas e fantasias de carnaval. Esses grupos teatrais seguiam, de cidade em cidade, com faces e disfarces, fazendo suas críticas, declarando seu amor por todas as belas jovens e, ao final da apresentação, despediam-se do público com músicas e poesias.   A intenção desses atores era expressar sua mensagem voltada para a 

  6. 36

    UNEMAT 2009

    Levando-se em consideração que a peça O Auto da Barca do Inferno é uma sátira típica do teatro vicentino, assinale a alternativa correta.

  7. 37

    UNEMAT 2010

    A leitura do texto de Gil Vicente coloca o leitor em contato com o mundo do Humanismo português. O fragmento abaixo do Auto da Barca do Inferno mostra o diálogo entre o Diabo e o Fidalgo no porto. Fidalgo: Esta barca onde vai ora,  qu’assim está apercebida? Diabo: Vai pêra a Ilha perdida,  e há de partir logo essora [...]. Fidalgo: E passageiros achais pera tal habitação? [...]. Diabo: Vejo-vos eu em feição pêra ir ao nosso cais. Fidalgo: Parece-te a ti assi. Diabo: Em que esperas ter guarida? Fidalgo: Que deixo na outra vida quem reze sempre por mi. Diabo: Quem reze sempre por ti? Hi hi hi hi hi hi hi . E tu viveste a teu prazer, cuidando cá guarecer, Porque rezam lá por ti? Embarca, hou, embarcai, qu’haveis d’ir à derradeira. Mandai meter a cadeira, qu’assi passou vosso pai [...]. (Gil Vicente, 1996, p. 32) Assinale a alternativa correta quanto às atitudes das personagens.

  8. 38

    UNEMAT 2011

    A ideia da morte parece ter sido o tema principal da cultura medieval. Acreditava-se que uma vida submetida ao julgamento imediatamente deixava o corpo. Sabe-se que cada uma das personagens do Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, possui um objeto terreno que não consegue se desvincular. No caso do judeu, do onzeiro e do frade, esses objetos são respectivamente:

  9. 39

    UNIFESP 2010

    Leia o texto de Gil Vicente. DIABO — Essa dama, é ela vossa? FRADE — Por minha a tenho eu e sempre a tive de meu. DIABO — Fizeste bem, que é fermosa! E não vos punham lá grosa nesse convento santo? FRADE — E eles fazem outro tanto! DIABO — Que cousa tão preciosa!   No trecho da peça de Gil Vicente, fica evidente uma

  10. 40

    UFES 2009

    Texto XIV                                                                             Canto Primeiro   As armas e os barões assinalados Que, da ocidental praia lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo reino, que tanto sublimaram; [...]   (CAMÕES, L. V de. Os Lusíadas . São Paulo: Cultrix, 1993, p. 22.)    Texto XV Todos falam na Política, muitos compõem livros dela; e no cabo nenhum a viu, nem sabe de que cor é. [...] é de saber que, no ano em que Herodes matou os Inocentes, deu um catarro tão grande no diabo, que o fez vomitar peçonha; e desta se gerou um monstro [...] ao qual chamaram os críticos Razão de Estado: e esta Senhora saiu tão presumida, que tratou de casar [...] com um mancebo robusto, e de más manhas, que havia por nome Amor Próprio [...] de ambos nasceu uma filha, a que chamaram Dona Política [...] Criou-se nas Cortes de grandes Príncipes, embrulhou-os a todos: teve por aios o Maquiavel, Pelágio, Calvino, Lutero, e outros Doutores dessa qualidade, com cuja doutrina se fez tão viciosa, que dela nasceram todas as seitas e heresias, que hoje abrasam o mundo. E eis aqui, quem é a Senhora Dona Política. (Arte de Furtar . 2. ed. Introdução de Carlos Burlamáqui Kopke. São Paulo: Melhoramentos, 1951. Cap LX, pp. 262-264. Autor anônimo).   Texto XVI   DIABO – Oh, que caravela esta! Põe bandeiras, que é festa. Verga alta! Âncora a pique! – Ó precioso D. Henrique, cá vindes vós? Que coisa é esta? Vem o Fidalgo e, chegando ao barco infernal, diz:   FIDALGO – Esta barca onde vai ora, assim tão abastecida? DIABO – Vai para a ilha perdida e há de partir nesta hora. FIDALGO – Para lá vai a senhora? DIABO – Senhor, a vosso serviço (VICENTE, Gil. “Auto da barca do inferno”. In: Farsa de Inês Pereira / Auto da barca d o in f e r n o / A u t o d a alm a . São Paulo: Martin Claret, 2001.)  Os trechos acima são fragmentos de importantes textos da Literatura Portuguesa. Com base neles e também nas obras citadas, julgue as proposições abaixo, utilizando (V) para as que forem verdadeiras e (F) para as que forem falsas.     I – Em  Os Lusíadas, obra do Classicismo português, o poeta Luís de Camões, tematizando a viagem de Vasco da Gama, enredada com a mitologia greco-latina, canta os feitos e glórias portugueses. II – A epopéia Os Lusíadas , como texto oriundo do século das luzes, representa o pensamento acerca da liberdade do europeu de conquistar os povos incultos e não cristãos. III – No fragmento do texto Arte de furtar , de 1652, portanto do período barroco, o autor define a política como uma atividade ligada ao Estado, por meio da personificação de idéias retiradas do mundo político. IV – Na passagem do Auto da barca do inferno , texto representativo do Humanismo português, os personagens Diabo e Fidalgo são exemplos de alegorias, recurso utilizado por Gil Vicente em seu Auto.   A seqüência CORRETA de respostas, de cima para baixo, é  

  11. 41

    UEL 2014

    Com base no conhecimento prévio da obra Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, e na leitura do trecho a seguir, responda à questão.     Pero – Vossa mãe foi-se? Ora bem! Sós nos deixou ela assim? Quanto a mim quero-me ir daqui, não diga algum demo alguém...   Inês – Vós, que me havíeis de fazer, nem ninguém que há-de dizer? (à parte) Oh! Galante despejado!   Pero – Se eu fora já casado, d’outra arte havia de ser... como homem de bom recado. (VICENTE, G.Farsa de Inês Pereira. Adaptação de Cecília Reggiane Lopes. São Paulo: Global, 2005. p.29-30.)     Assinale a alternativa que corresponde à lição aprendida por Inês, com seu casamento.

  12. 42

    UNEMAT 2009

    O teatro de Gil Vicente faz parte de uma importante manifestação do Humanismo português do século XVI.   Com relação à característica básica da sátira vicentina, assinale a alternativa incorreta.

  13. 43

    UEL 2014

    Gil Vicente é mestre no uso de alegorias e metáforas em seus autos e farsas, como exemplifica o trecho da obra Farsa de Inês Pereira a seguir.     Mãe [dirigindo-se a Inês]: – Cala-te, que poderá ser, que antes da Páscoa vêmos Ramos. (p.16).     O provérbio que corresponde à metáfora destacada no trecho é:

  14. 44

    MACKENZIE 2015

    Sete anos de pastor Jacob servia Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; Mas não servia ao pai, servia a ela, E a ela só por prêmio pretendia. Os dias, na esperança de um só dia, Passava, contentando-se com vê-la; Porém o pai, usando de cautela, Em lugar de Raquel lhe dava Lia. Vendo o triste pastor que com enganos Lhe fora assim negada a sua pastora, Como se a não tivera merecida; Começa de servir outros sete anos, Dizendo – Mais servira, se não fora Para tão longo amor tão curta a vida. Luís de Camões Sunetto Crassico ette anno di pastore, Giacó servia Labó, Padre da Raffaela, serrana bella, Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó! Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella. I os dia, na speranza di un dia só, Apassava spiano na gianella; Ma o páio, fugino da gombinaçó, Deu a Lia inveiz da Raffaela. Quano o Giacó adiscobri o ingano, E che tigna gaido na sparella, Ficô c’um brutto d’um garó di arara, I incominciô di servi otros sette anno Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella Io pigava elli i li quibrava a gara. Juó Bananere Tendo como base o poema modernista brasileiro de Juó Bananere, é correto afirmar que o autor:

  15. 45

    UEL 2014

    Pero – Vossa mãe foi-se? Ora bem! Sós nos deixou ela assim? Quanto a mim quero-me ir daqui, não diga algum demo alguém...   Inês – Vós, que me havíeis de fazer, nem ninguém que há-de dizer? (à parte) Oh! Galante despejado!   Pero – Se eu fora já casado, d’outra arte havia de ser... como homem de bom recado. (VICENTE, G.Farsa de Inês Pereira. Adaptação de Cecília Reggiane Lopes. São Paulo: Global, 2005. p.29-30.)     Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma interpretação para essa cena.

  16. 46

    UFES 2009

    Considerando a definição de utopia apresentada abaixo e a leitura das obras  Auto da  Barca do Inferno e “Campo Geral”, é INCORRETO dizer:     Utopia s. f. 1 qualquer descrição imaginativa de uma sociedade ideal fundamentada em leis justas e em instituições políticoeconômicas comprometidas com o bem-estar da população; 2 idéia generosa; quimera; fantasia.   (HOUAISS, Antonio.Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001, p. 2817)   

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