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Exercícios de Humanismo

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  1. 31. MACKENZIE 2010
    Chicó – 3Por que essa raiva dela?  João Grilo – Ó homem sem vergonha! Você inda pergunta? 5Está esquecido de que ela o deixou? Está esquecido da exploração que eles fazem conosco naquela padaria do inferno? Pensam que são o cão só porque enriqueceram, mas 4um dia hão de pagar. E a raiva que eu tenho é 3porque quando estava doente, me acabando em cima de uma cama, via passar o prato de comida 6que ela mandava para o cachorro. Até carne passada na manteiga tinha. Para mim nada, João Grilo 6que se danasse. Um dia eu me vingo.    Chicó – João, 1deixe de ser vingativo que 2você se desgraça. Qualquer dia você inda se mete numa embrulhada séria.  Ariano Suassuna, Auto da Compadecida   Considere as seguintes afirmações. I. O texto de Ariano Suassuna recupera aspectos da tradição dramática medieval, afastando-se, portanto, da estética clássica de origem greco-romana. II. A palavra Auto, no título do texto, por si só sugere que se trata de peça teatral de tradição popular, aspecto confirmado pela caracterização das personagens. III. O teor crítico da fala da personagem, entre outros aspectos, remete ao teatro humanista de Gil Vicente, autor de vários autos, como, por exemplo, o Auto da barca do inferno.   Assinale:
  2. 32. UNESP 2017
    Para responder à(s) questão(ões) a seguir, leia o excerto de Auto da Barca do Inferno do escritor português Gil Vicente (1465?-1536?). A peça prefigura o destino das almas que chegam a um braço de mar onde se encontram duas barcas (embarcações): uma destinada ao Paraíso, comandada pelo anjo, e outra destinada ao Inferno, comandada pelo diabo. Vem um Frade com uma Moça pela mão […]; e ele mesmo fazendo a baixa¹ começou a dançar, dizendo Frade: Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã; Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã; Tã-tã-ta-ri-rim-rim-rã, huha! Diabo: Que é isso, padre? Quem vai lá? Frade: Deo gratias²! Sou cortesão. Diabo: Danças também o tordião³? Frade: Por que não? Vê como sei. Diabo: Pois entrai, eu tangerei⁴ e faremos um serão. E essa dama, porventura? Frade: Por minha a tenho eu, e sempre a tive de meu. Diabo: Fizeste bem, que é lindura! Não vos punham lá censura no vosso convento santo? Frade: E eles fazem outro tanto! Diabo: Que preciosa clausura⁵! Entrai, padre reverendo! Frade: Para onde levais gente? Diabo: Para aquele fogo ardente que não temestes vivendo. Frade: Juro a Deus que não te entendo! E este hábito⁶ não me val⁷? Diabo: Gentil padre mundanal⁸, a Belzebu vos encomendo! Frade: Corpo de Deus consagrado! Pela fé de Jesus Cristo, que eu não posso entender isto! Eu hei de ser condenado? Um padre tão namorado e tanto dado à virtude? Assim Deus me dê saúde, que eu estou maravilhado! Diabo: Não façamos mais detença⁹ embarcai e partiremos; tomareis um par de remos. Frade: Não ficou isso na avença¹⁰. Diabo: Pois dada está já a sentença! Frade: Por Deus! Essa seria ela? Não vai em tal caravela minha senhora Florença? Como? Por ser namorado e folgar c’uma mulher? Se há um frade de perder, com tanto salmo rezado?! Diabo: Ora estás bem arranjado! Frade: Mas estás tu bem servido. Diabo: Devoto padre e marido, haveis de ser cá pingado¹¹… (Auto da Barca do Inferno, 2007.)     ¹ - baixa: dança popular no século XVI. ² - Deo gratias: graças a Deus. ³ - tordião: outra dança popular no século XVI. ⁴ - tanger: fazer soar um instrumento. ⁵ - clausura: convento. ⁶ - hábito: traje religioso. ⁷ - val: vale. ⁸ - mundanal: mundano. ⁹ - detença: demora. ¹⁰ - avença: acordo. ¹¹ - ser pingado: ser pingado com gotas de gordura fervendo (segundo o imaginário popular, processo de tortura que ocorreria no inferno).    Assinale a alternativa cuja máxima está em conformidade com o excerto e com a proposta do teatro de Gil Vicente.
  3. 33. UFRGS 2004
    Considere as seguintes afirmações, relacionadas ao episódio do embarque do fidalgo, da obra "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente.   I - A acusação de tirania e presunção dirigida ao fidalgo configura uma crítica não ao indivíduo, mas à classe a que ele pertence. II - Gil Vicente critica as desigualdades sociais ao apontar o desprezo do fidalgo aos pequenos, aos desfavorecidos. III - No momento em que o fidalgo pensa ser salvo por haver deixado, em terra, alguém orando por ele, evidencia-se a crítica vicentina à fé religiosa.   Quais estão corretas?
  4. 34. FUVEST 1998
    Considere as seguintes afirmações sobre o "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente:   I. O auto atinge seu clímax na cena do Fidalgo, personagem que reúne em si os vícios das diferentes categorias sociais anteriormente representadas. II. A descontinuidade das cenas é coerente com o caráter didático do auto, pois facilita o distanciamento do espectador. III. A caricatura dos tipos sociais presentes no auto não é gratuita nem artificial, mas resulta da acentuação de traços típicos.   Está correto apenas o que se afirma em:
  5. 35. URCA 2015
    “Então se despediu da Rainha, e tomou o Conde pela mão, e saíram ambos da câmara a uma grande casa que era diante, e os do Mestre todos com ele, e Rui Pereira e Lourenço Martins mais acerca. E chegando-se o Mestre com o Conde acerca duma fresta, sentiram os seus que o Mestre lhe começava a falar passo, e estiveram todos quedos. E as palavras foram entre eles tão poucas, e tão baixo ditas, que nenhum por então entendeu quejandas eram. Porém afirmam que foram desta guisa: - Conde, eu me maravilho muito de vós serdes homem a que eu bem queira, e trabalhardes-vos de minha desonra e morte! - Eu, Senhor? Quem vos tal coisa disse, mentiu-vos mui grande mentira.     O Mestre, que mais tinha vontade de o matar, que de estar com ele em razões, tirou logo um cutelo comprido e enviou-lhe um golpe à cabeça; porém não foi a ferida tamanha que dela morrera, se mais não houvera. Os outros todos, que estavam de arredor, quando viram isto, lançaram logo as espadas fora, para lhe dar; e ele movendo para se acolher à câmara da Rainha, com aquela ferida; e Rui Pereira, que era mais acerca, meteu um estoque de armas por ele. De que logo caiu em terra, morto.     Os outros quiseram-lhe dar mais feridas, e o Mestre disse que estivessem quedos, e nenhum foi ousado em mais dar.” O texto transcrito é de Fernão Lopes e pertence à Crônica de D. João I. As crônicas de Fernão Lopes caracterizam-se por tentarem reproduzir a verdade histórica como se esta tivesse sido testemunha. Por outro lado, é com este cronista que a língua portuguesa inicia o percurso de sua modernidade. Nestes termos, assinale a opção que melhor caracteriza a crônica acima transcrita:
  6. 36. MACKENZIE 1996
    Na passagem da Idade Média para o Renascimento, dois escritores portugueses se destacaram, por apresentar características que já previam uma nova tendência filosófica e artística.   Trata-se de:  
  7. 37. FUVEST 1993
     I. Autor que levava no palco a sociedade portuguesa da primeira metade do século XVI, vivenciando, na expressão de Antônio José Saraiva, o reflexo da crise. II. Atuou na linha do teatro de costumes, associou o burlesco e o cômico em dramas e comédias ao retratar flagrantes da vida brasileira, do campo à cidade.   Os enunciados referem-se, respectivamente, aos teatrólogos:  
  8. 38. MACKENZIE 2017
    Auto da Barca do Inferno (fragmento)   ANJO  Que quereis? FIDALGO Que me digais, pois parti tão sem aviso, se a barca do Paraíso é esta em que navegais.  ANJO Esta é; que demandais? FIDALGO Que me leixeis embarcar. Sou fidalgo de solar, é bem que me recolhais.  ANJO Não se embarca tirania neste batel divinal.  FIDALGO Não sei porque haveis por mal que entre a minha senhoria...  ANJO Pera vossa fantesia mui estreita é esta barca.  FIDALGO Pera senhor de tal marca nom há aqui mais cortesia? Venha a prancha e atavio! Levai-me desta ribeira! ANJO Não vindes vós de maneira pera entrar neste navio. Essoutro vai mais vazio: a cadeira entrará e o rabo caberá e todo vosso senhorio. Ireis lá mais espaçoso, vós e vossa senhoria, cuidando na tirania do pobre povo queixoso. E porque, de generoso, desprezastes os pequenos, achar-vos-eis tanto menos quanto mais fostes fumoso. Gil Vicente Assinale a alternativa que NÃO pode ser associada ao teatro de Gil Vicente.   
  9. 39. FUVEST 1997
    Indique a afirmação correta sobre o Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente:
  10. 40. Stoodi 2020
    Sobre a poesia palaciana, assinale a alternativa falsa:  
  11. 41. UESPI 2012
    Muitas são as formas fixas que foram cultivadas por Camões. Muitas dessas formas também foram praticadas por outros poetas do Quinhentismo português, a exemplo de Sá de Miranda e Antônio Ferreira. Assim, dentre as formas literárias que compõem a poética de Camões, quais não podemos assinalar como cultivadas pelo poeta?    
  12. 42. UEMA 2013
    [A ilha era habitada por pássaros] grandes, belos e polidos, em tudo semelhantes aos homens de minha pátria, bebendo e comendo como homens, digerindo como homens, dormindo como homens [...]. Vê-los era uma bela coisa. Os machos chamavam-se clerigaus, monagaus, padregaus, abadegaus, bispogaus, cardealgaus e papagau – este era o único da sua espécie [...]. Perguntamos por que havia só um papagau. Responderam-nos que [...] dos clerigaus nascem os padregaus [...] dos padregaus nascem os bispogaus, destes os belos cardealgaus, e os cardealgaus, se antes não os levam à morte, acabam em papagau, de que ordinariamente não há mais que um, como no mundo existe apenas um Sol. RABELAIS, F. Gargantual e Pantagruel. In: MARQUES, A.; ALLI. História moderna através de textos. 4 ed. São Paulo: Contexto, 1994. O texto, escrito por volta da primeira metade do século XVI, apresenta características
  13. 43. UNICENTRO 2012
    A literatura renascentista, como instrumento de divulgação das ideias humanistas, satirizava e combatia valores sociais da Idade Média, dentre eles,
  14. 44. UNEMAT 2009
    Levando-se em consideração que a peça O Auto da Barca do Inferno é uma sátira típica do teatro vicentino, assinale a alternativa correta.
  15. 45. UNEMAT 2010
    A leitura do texto de Gil Vicente coloca o leitor em contato com o mundo do Humanismo português. O fragmento abaixo do Auto da Barca do Inferno mostra o diálogo entre o Diabo e o Fidalgo no porto. Fidalgo: Esta barca onde vai ora,  qu’assim está apercebida? Diabo: Vai pêra a Ilha perdida,  e há de partir logo essora [...]. Fidalgo: E passageiros achais pera tal habitação? [...]. Diabo: Vejo-vos eu em feição pêra ir ao nosso cais. Fidalgo: Parece-te a ti assi. Diabo: Em que esperas ter guarida? Fidalgo: Que deixo na outra vida quem reze sempre por mi. Diabo: Quem reze sempre por ti? Hi hi hi hi hi hi hi . E tu viveste a teu prazer, cuidando cá guarecer, Porque rezam lá por ti? Embarca, hou, embarcai, qu’haveis d’ir à derradeira. Mandai meter a cadeira, qu’assi passou vosso pai [...]. (Gil Vicente, 1996, p. 32) Assinale a alternativa correta quanto às atitudes das personagens.
  16. 46. UNEMAT 2011
    A ideia da morte parece ter sido o tema principal da cultura medieval. Acreditava-se que uma vida submetida ao julgamento imediatamente deixava o corpo. Sabe-se que cada uma das personagens do Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, possui um objeto terreno que não consegue se desvincular. No caso do judeu, do onzeiro e do frade, esses objetos são respectivamente:
  17. 47. ENEM PPL 2010
    O Arlequim, o Pierrô, a Brighella ou a Colombina são personagens típicos de grupos teatrais da Commedia dell’art, que, há anos, encontram-se presentes em marchinhas e fantasias de carnaval. Esses grupos teatrais seguiam, de cidade em cidade, com faces e disfarces, fazendo suas críticas, declarando seu amor por todas as belas jovens e, ao final da apresentação, despediam-se do público com músicas e poesias.   A intenção desses atores era expressar sua mensagem voltada para a 
  18. 48. UNIFESP 2010
    Leia o texto de Gil Vicente. DIABO — Essa dama, é ela vossa? FRADE — Por minha a tenho eu e sempre a tive de meu. DIABO — Fizeste bem, que é fermosa! E não vos punham lá grosa nesse convento santo? FRADE — E eles fazem outro tanto! DIABO — Que cousa tão preciosa!   No trecho da peça de Gil Vicente, fica evidente uma
  19. 49. UFES 2009
    Texto XIV                                                                             Canto Primeiro   As armas e os barões assinalados Que, da ocidental praia lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo reino, que tanto sublimaram; [...]   (CAMÕES, L. V de. Os Lusíadas . São Paulo: Cultrix, 1993, p. 22.)    Texto XV Todos falam na Política, muitos compõem livros dela; e no cabo nenhum a viu, nem sabe de que cor é. [...] é de saber que, no ano em que Herodes matou os Inocentes, deu um catarro tão grande no diabo, que o fez vomitar peçonha; e desta se gerou um monstro [...] ao qual chamaram os críticos Razão de Estado: e esta Senhora saiu tão presumida, que tratou de casar [...] com um mancebo robusto, e de más manhas, que havia por nome Amor Próprio [...] de ambos nasceu uma filha, a que chamaram Dona Política [...] Criou-se nas Cortes de grandes Príncipes, embrulhou-os a todos: teve por aios o Maquiavel, Pelágio, Calvino, Lutero, e outros Doutores dessa qualidade, com cuja doutrina se fez tão viciosa, que dela nasceram todas as seitas e heresias, que hoje abrasam o mundo. E eis aqui, quem é a Senhora Dona Política. (Arte de Furtar . 2. ed. Introdução de Carlos Burlamáqui Kopke. São Paulo: Melhoramentos, 1951. Cap LX, pp. 262-264. Autor anônimo).   Texto XVI   DIABO – Oh, que caravela esta! Põe bandeiras, que é festa. Verga alta! Âncora a pique! – Ó precioso D. Henrique, cá vindes vós? Que coisa é esta? Vem o Fidalgo e, chegando ao barco infernal, diz:   FIDALGO – Esta barca onde vai ora, assim tão abastecida? DIABO – Vai para a ilha perdida e há de partir nesta hora. FIDALGO – Para lá vai a senhora? DIABO – Senhor, a vosso serviço (VICENTE, Gil. “Auto da barca do inferno”. In: Farsa de Inês Pereira / Auto da barca d o in f e r n o / A u t o d a alm a . São Paulo: Martin Claret, 2001.)  Os trechos acima são fragmentos de importantes textos da Literatura Portuguesa. Com base neles e também nas obras citadas, julgue as proposições abaixo, utilizando (V) para as que forem verdadeiras e (F) para as que forem falsas.     I – Em  Os Lusíadas, obra do Classicismo português, o poeta Luís de Camões, tematizando a viagem de Vasco da Gama, enredada com a mitologia greco-latina, canta os feitos e glórias portugueses. II – A epopéia Os Lusíadas , como texto oriundo do século das luzes, representa o pensamento acerca da liberdade do europeu de conquistar os povos incultos e não cristãos. III – No fragmento do texto Arte de furtar , de 1652, portanto do período barroco, o autor define a política como uma atividade ligada ao Estado, por meio da personificação de idéias retiradas do mundo político. IV – Na passagem do Auto da barca do inferno , texto representativo do Humanismo português, os personagens Diabo e Fidalgo são exemplos de alegorias, recurso utilizado por Gil Vicente em seu Auto.   A seqüência CORRETA de respostas, de cima para baixo, é  
  20. 50. UEL 2014
    Com base no conhecimento prévio da obra Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, e na leitura do trecho a seguir, responda à questão.     Pero – Vossa mãe foi-se? Ora bem! Sós nos deixou ela assim? Quanto a mim quero-me ir daqui, não diga algum demo alguém...   Inês – Vós, que me havíeis de fazer, nem ninguém que há-de dizer? (à parte) Oh! Galante despejado!   Pero – Se eu fora já casado, d’outra arte havia de ser... como homem de bom recado. (VICENTE, G.Farsa de Inês Pereira. Adaptação de Cecília Reggiane Lopes. São Paulo: Global, 2005. p.29-30.)     Assinale a alternativa que corresponde à lição aprendida por Inês, com seu casamento.
  21. 51. UNEMAT 2009
    O teatro de Gil Vicente faz parte de uma importante manifestação do Humanismo português do século XVI.   Com relação à característica básica da sátira vicentina, assinale a alternativa incorreta.
  22. 52. UEL 2014
    Gil Vicente é mestre no uso de alegorias e metáforas em seus autos e farsas, como exemplifica o trecho da obra Farsa de Inês Pereira a seguir.     Mãe [dirigindo-se a Inês]: – Cala-te, que poderá ser, que antes da Páscoa vêmos Ramos. (p.16).     O provérbio que corresponde à metáfora destacada no trecho é:
  23. 53. MACKENZIE 2015
    Sete anos de pastor Jacob servia Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; Mas não servia ao pai, servia a ela, E a ela só por prêmio pretendia. Os dias, na esperança de um só dia, Passava, contentando-se com vê-la; Porém o pai, usando de cautela, Em lugar de Raquel lhe dava Lia. Vendo o triste pastor que com enganos Lhe fora assim negada a sua pastora, Como se a não tivera merecida; Começa de servir outros sete anos, Dizendo – Mais servira, se não fora Para tão longo amor tão curta a vida. Luís de Camões Sunetto Crassico ette anno di pastore, Giacó servia Labó, Padre da Raffaela, serrana bella, Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó! Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella. I os dia, na speranza di un dia só, Apassava spiano na gianella; Ma o páio, fugino da gombinaçó, Deu a Lia inveiz da Raffaela. Quano o Giacó adiscobri o ingano, E che tigna gaido na sparella, Ficô c’um brutto d’um garó di arara, I incominciô di servi otros sette anno Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella Io pigava elli i li quibrava a gara. Juó Bananere Tendo como base o poema modernista brasileiro de Juó Bananere, é correto afirmar que o autor:
  24. 54. UEL 2014
    Pero – Vossa mãe foi-se? Ora bem! Sós nos deixou ela assim? Quanto a mim quero-me ir daqui, não diga algum demo alguém...   Inês – Vós, que me havíeis de fazer, nem ninguém que há-de dizer? (à parte) Oh! Galante despejado!   Pero – Se eu fora já casado, d’outra arte havia de ser... como homem de bom recado. (VICENTE, G.Farsa de Inês Pereira. Adaptação de Cecília Reggiane Lopes. São Paulo: Global, 2005. p.29-30.)     Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma interpretação para essa cena.
  25. 55. UFES 2009
    Considerando a definição de utopia apresentada abaixo e a leitura das obras  Auto da  Barca do Inferno e “Campo Geral”, é INCORRETO dizer:     Utopia s. f. 1 qualquer descrição imaginativa de uma sociedade ideal fundamentada em leis justas e em instituições políticoeconômicas comprometidas com o bem-estar da população; 2 idéia generosa; quimera; fantasia.   (HOUAISS, Antonio.Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001, p. 2817)   
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