Exercícios de Modernismo no Brasil - 1ª Fase

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  1. 1. ENEM 2016
    O bonde abre a viagem, No banco ninguém, Estou só, stou sem. Depois sobe um homem, No banco sentou, Companheiro vou. O bonde está cheio, De novo porém Não sou mais ninguém. ANDRADE, M. Poesias completas. Belo Horizonte: Vila Rica, 1993. O desenvolvimento das grandes cidades e a consequente concentração populacional nos centros urbanos geraram mudanças importantes no comportamento dos indivíduos em sociedade. No poema de Mário de Andrade, publicado na década de 1940, a vida na metrópole aparece representada pela contraposição entre
  2. 2. ENEM 2010
    Após estudar na Europa, Anita Malfatti retornou ao Brasil com uma mostra que abalou a cultura nacional do início do século XX. Elogiada por seus mestres na Europa, Anita se considerava pronta para mostrar seu trabalho no Brasil, mas enfrentou as duras criticas de Monteiro Lobato. Com a intenção de criar uma arte que valorizasse a cultura brasileira, Anita Malfatti e outros artistas modernistas
  3. 3. ENEM 2006
    NAMORADOS O rapaz chegou-se para junto da moça e disse: -Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com sua cara. A moça olhou de lado e esperou. -Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta listrada? A moça se lembrava: -A gente fica olhando... A meninice brincou de novo nos olhos dela. O rapaz prosseguiu com muita doçura: -Antônia, você parece uma lagarta listrada. A moça arregalou os olhos, fez exclamações. O rapaz concluiu: -Antônia, você é engraçada! Você parece louca. Manuel Bandeira. Poesia completa 8. prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1985. No poema de Bandeira, importante representante da poesia modernista, destaca-se como caracteristica da escola literária dessa época
  4. 4. FGV 2005
    Ao retornar da Europa, em 1912, entusiasmado com as ideias do _________ em especial naquilo que se refere a Arte e à Literatura, _______ passa a preconizar que ambas devem adequar-se a era da velocidade das locomotivas, dos aeroplanos, dos automóveis, à era das máquinas, enfim, ao desenvolvimento tecnológico e que, para isso, era necessário romper com o passado, com a tradição. Mais tarde, entra em contato com outras propostas vanguardistas europeias, de que surgirão outros movimentos por ele liderados, como o Movimento ________. Preenche corretamente as lacunas a alternativa:
  5. 5. PUC-RS 2010
    Leia o trecho Memórias sentimentais de João Miramar, de Oswald de Andrade. "A costa brasileira depois de um pulo de farol sumiu como um peixe. O mar era um oleado azul. O sol afogado queimava arranha-céus de nuvens. Dois pontos sujaram o horizonte faiscando longinquos bons dias sem tio. Os olhos hipócritas dos viajantes andavam longe dos livros - agora polichinelos sentados nas cadeiras vazias." A aproximação do texto literário à prosa cinematográfica, caracterizada pela permite afirmar que o fragmento acima, de autoria de Oswald de Andrade, enquadra-se na estética
  6. 6. UFPR 2012
    "A ambição do grupo [modernista] era grande: educar o Brasil, curá-Io do analfabetismo letrado, e, sobretudo, pesquisar uma maneira nova de expressão, compatível com o tempo do cinema, do telégrafo sem fio, das travessias aéreas intercontinentais". (Boaventura, M. E. A Semana de Arte Moderna e a Crítica Contemporânea: vanguarda e modernidade nas artes brasileiras. Conferência - IEL-Unicamp, 2005, p.5-6. Fonte: http://www.iar.unicamp.br/dap/vanguarda/artigos.html). Conforme o trecho acima e os conhecimentos sobre a Semana de Arte Moderna de 1922 e o modernismo brasileiro subsequente, é correto afirmar
  7. 7. UNIFESP 2005
    Senhor feudal Se Pedro Segundo Vier aqui Com história Eu boto ele na cadeia. (Oswald de Andrade) Considere as seguintes características do Modernismo brasileiro: I. busca de uma língua brasileira; II. versos IIvres; III. ironia e humor. Nos versos de Oswald de Andrade,
  8. 8. UNIRIO 1995
    Em relação ao Modernismo, podemos afirmar que em sua primeira fase há:
  9. 9. PUC-PR 2007
    Assinale a alternativa correta para as características do Modernismo de 1922, também chamado de "fase heroica".
  10. 10. UNIFESP 2008
    Sobre Mário de Andrade e a Semana de 22, afirma-se: I. A Semana desencadeou na cultura brasileira um período que Mário denominou "orgia intelectual", favorecida pelas mãos da burguesia culta do Rio de Janeiro e de São Paulo, da qual ele era um representante. II. Apesar de estar em contato com as novas tendências das artes, Mário manteve-se fiel aqueles que os modernistas chamaram de "conservadores", em geral os parnasianos, dos quais sua obra recebe influência decisiva. III. Ao contrário de Oswald, que era irreverente em relação à dominação cultural europeia, Mário não tinha um projeto literário em que houvesse preocupação significativa com a cultura nacional. Está correto apenas o que se afirma em
  11. 11. ENEM 2013
    O poema de Oswald de Andrade remonta à ideia de que a brasilidade está relacionada ao futebol. Quanto à questão da identidade nacional, as anotações em torno dos versos constituem
  12. 12. ENEM 2012
    O trovador Sentimentos em mim do asperamente dos homens das primeiras eras... As primaveras do sarcasmo intermitentemente no meu coração arlequinal... Intermitentemente... Outras vezes é um doente, um frio na minha alma doente como um longo som redondo... Cantabona! Cantabona! Dlorom... Sou um tupi tangendo um alaúde! ANDRADE, M. In: MANFIO, D. Z. (Org.) Poesias completas de Mário de Andrade. Belo Horizonte: Itatiaia, 2005. Cara ao Modernismo, a questão da identidade nacional é recorrente na prosa e na poesia de Mário de Andrade. Em O trovador, esse aspecto é
  13. 13. ENEM 2016
    Descobrimento Abancado à escrivaninha em São Paulo Na minha casa da rua Lopes Chaves De sopetão senti um friúme por dentro. Fiquei trêmulo, muito comovido Com o livro palerma olhando pra mim. Não vê que me lembrei que lá no norte, meu Deus! Muito longe de mim, Na escuridão ativa da noite que caiu, Um homem pálido, magro de cabelos escorrendo nos olhos Depois de fazer uma pele com a borracha do dia, Faz pouco se deitou, está dormindo. Esse homem é brasileiro que nem eu... ANDRADE, M. Poesias completas. São Paulo: Edusp, 1987.   O poema “Descobrimento”, de Mário de Andrade, marca a postura nacionalista manifestada pelos escritores modernistas. Recuperando o fato histórico do “descobrimento”, a construção poética problematiza a representação nacional a fim de
  14. 14. ENEM 2017
    A obra de Rubem Valentim apresenta emblema que, baseando-se em signos de religiões afro-brasileiras, se transformam em produção artística. A obra Emblema 78 relaciona-se com o Modernismo em virtude da
  15. 15. ENEM 2017
    O farrista Quando o almirante Cabral Pôs as patas no Brasil O anjo da guarda dos índios Estava passeando em Paris. Quando ele voltou de viagem O holandês já está aqui. O anjo respira alegre: “Não faz mal, isto é boa gente, Vou arejar outra vez.” O anjo transpôs a barra, Diz adeus a Pernambuco, Faz barulho, vuco-vuco, Tal e qual o zepelim Mas deu um vento no anjo, Ele perdeu a memória... E não voltou nunca mais. MENDES. M. História do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1992   A obra de Murilo Mendes situa-se na fase inicial do Modernismo, cujas propostas estéticas transparecem, no poema, por um eu lírico que
  16. 16. UNESP 1990
    "Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente." "Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz." "Tupi, or not tupi that is the question" (Fragmento do "Manifesto Antropófago" de Oswald de Andrade) Analisando as ideias contidas nesses fragmentos, assinale a única alternativa que julgar INCORRETA.
  17. 17. UEL 2006
    A questão refere-se aos parágrafos iniciais do IX capítulo de Macunaíma, o herói sem nenhum caráter (1928), de Mário de Andrade (1893-1945), intitulado “Carta Pràs Icamiabas”. Às mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas.   Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte e Seis, São Paulo.       Senhoras:   Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saudades e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas”, voz espúria, sinão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós se afirma cavalgardes belígeros ginetes e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas. Muito nos pesou a nós, Imperador vosso, tais dislates da erudição, porém heis de convir conosco que, assim, ficais mais heróicas e mais conspícuas, tocadas por essa pátina respeitável da tradição e da pureza antiga.       Mas não devemos esperdiçarmos vosso tempo fero, e muito menos conturbarmos vosso entendimento, com notícias de mau calibre; passemos, pois, imediato, ao relato dos nossos feitos por cá.   Nem cinco sóis eram passados que de vós nos partíramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre nós. Por uma bela noite dos idos de maio do ano translato, perdíamos a muiraquitã; que outrem grafara muraquitã, e, alguns doutos, ciosos de etimologias esdrúxulas, ortografam muyrakitam e até mesmo muraqué-itã, não sorriais! Haveis de saber que este vocábulo, tão familiar a vossas trompas de Eustáquio, é quasi desconhecido por aqui. Por estas paragens mui civis, os guerreiros chamam-se polícias, grilos, guardas-cívicas, boxistas, legalistas, mazorqueiros, etc.; sendo que alguns desses termos são eologismos absurdos – bagaço nefando com que os desleixados e petimetres conspurcam o bom falar lusitano. Mas não nos sobra já vagar para discretearmos “sub tegmine fagi”, sobre a língua portuguesa, também chamada lusitana. O que vos interessará, por sem dúvida, é saberdes que os guerreiros de cá não buscam mavórticas damas para o enlace epitalámico; mas antes as preferem dóceis e facilmente trocáveis por voláteis folhas de papel a que o vulgo chamará dinheiro – o “curriculum vitae” da civilização, a que hoje fazemos ponto de honra em pertencermos.       Com base no texto, considere as afirmativas a seguir. I. O emissor da carta é Macunaíma e encontrase em São Paulo. Dirige-se formalmente às icamiabas, fazendo uso, para si, de plural majestático, “nós”, e, para elas, de segunda pessoa do plural, “vós”. A comunicação torna-se, através desse procedimento, marcadamente formal. II. A formalidade da linguagem presente na carta é bastante artificial. O léxico e a sintaxe mostramse preciosistas e arcaizantes, revelando opção do emissor por valores estranhos àqueles que unem emissor e destinatárias, membros do Uraricoera. III. A carta deixa transparecer a falta de conhecimento da língua pela qual a personagem Macunaíma optou, pois emprega indevidamente a flexão verbal (“não devemos esperdiçarmos”; “fazemos ponto de honra pertencermos”). IV. Há tentativa de enraizamento da carta na tradição latina, conforme demonstram o emprego de palavras provenientes diretamente do latim (“icamiabas”, “muiraquitã”) e a paródia do episódio do velho do Restelo presente em “Nem cinco sóis eram passados”.   Estão corretas apenas as afirmativas: 
  18. 18. ENEM PPL 2015
    Vei, a Sol     Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.   Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.   Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.   - Vá tomar banho! - ela fez. E foi-se embora.   Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus. ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.     O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol" do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar
  19. 19. UFMG 2004
    É CORRETO afirmar que a prática da antropofagia entre algumas tribos indígenas brasileiras se devia:
  20. 20. PUC-CAMPINAS 2016
    Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano? (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137)   A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende
  21. 21. FGV-SP 2009
    Todos os Nomes Passar os olhos pela relação dos jogadores inscritos por nossos clubes profissionais para a atual temporada profissional pode ser uma experiência reveladora. O que primeiro salta à vista é a quantidade de nomes estrangeiros – em geral de origem inglesa, ainda que existam alguns Jeans, Michels e Pierres de sabor francês e um ou outro Juan de sonoridade castelhana.   O grosso mesmo é de nomes anglo-saxões.   Só de Wellingtons eu contei seis. Se bobear, tem mais Wellington que José no nosso futebol.   Nem vamos perder tempo falando da profusão de Williams, de Christians, de Rogers e de Andersons. Até aqui, parece que eu, um mero Zé, estou me queixando dessa invasão onomástica estrangeira e engrossando o coro dos que, como o deputado Aldo Rebelo, querem defender a “pureza” da língua pátria a golpes de multas e proibições.   Longe de mim tal insensatez.   Uma língua se enriquece no contato e na troca com todas as outras.   Os nomes predominantes em uma geração refletem o imaginário de sua época, não o determinam. Mais significativo do que a assimilação pura e simples dos nomes estrangeiros – é o processo de canibalização que eles sofrem aqui.   Abaixo do Equador, Alain vira Allan, Michael vira Maicon (ou Maycon), David vira Deivid e Hollywood vira Oliúde.   lsso sem falar nas criações genuinamente brasileiras, como o espantoso Maicosuel (jogador do Cruzeiro). É a contribuição milionária de todos os erros, como queria ......................................................................... José  G. Couto. Folha de S. Paulo, 02/02/2008. Adaptado.   Vários elementos do contexto permitem concluir que o pontilhado no final do texto estará corretamente preenchido com o nome do principal responsável pelo Manifesto Antropófago, publicado em 1928, ou seja:    
  22. 22. PUC-RS 2016
    A única alternativa que apresenta duas obras de Mário de Andrade é
  23. 23. UNESPAR 2011
    Analise as afirmações:   I) A literatura quase sempre privilegia o romance quando quer retratar a realidade, analisando ou denunciando-a. O Brasil e o mundo viveram profundas crises nas décadas de 1930 e 40, nesse momento o romance brasileiro se destaca, pois se coloca a serviço da análise crítica da realidade. O quadro social, econômico e político que se verificava no Brasil e no mundo no início da década de 1930 – o nazifascismo, a crise da Bolsa de Nova Iorque, a crise cafeeira, o combate ao socialismo – exigia dos artistas uma nova postura diante da realidade, nova posição ideológica. Na prosa, foi evidente o interesse por temas nacionais, uma linguagem mais brasileira, com um enfoque mais direto dos fatos marcados pelo Realismo – Naturalismo do século XIX. O romance focou o regionalismo, principalmente o nordestino, onde problemas como a seca, a migração, os problemas do trabalhador rural, a miséria, a ignorância foram ressaltados.   II) Os escritores de maior destaque dessa fase defendiam estas propostas: reconstrução da cultura brasileira sobre bases nacionais; promoção de uma revisão crítica de nosso passado histórico e de nossas tradições culturais; eliminação definitiva do nosso complexo de colonizados, apegados a valores estrangeiros. Portanto, todas elas estão relacionadas com a visão nacionalista, porém crítica, da realidade brasileira. (http://www.brasilescola.com/literatura)   As descrições – I e II – caracterizam, respectivamente, as escolas literárias conhecidas como:
  24. 24. UNAMA 2007
    Caetano Canibal   Oswald de Andrade usou a palavra antropofagia para introduzir o “jeito brasileiro” na grande poesia. O brasileiro seria, então, o que devora, o que assimila, o que deglute, o que transforma, o que recria e o que expressa o resultado disso tudo: um artista. (Olhe esse ditado da terra de Caetano: “Baiano não nasce, estréia”.) A obra de Caetano Veloso é a que melhor expressa, na música brasileira, esta qualidade em devorar, fundir, amalgamar, “mentalizar” as muitas culturas (até a cultura de massa, grande engolidora da globalização). (O Liberal, 09/05/07)   A partir da leitura atenta desse fragmento da crônica do jornalista e poeta Edson Coelho sobre o “show” Cê, apresentado recentemente em Belém, avalie as seguintes afirmações:    I. Caetano Veloso, segundo o jornalista, é o artista contemporâneo que melhor exemplifica a concepção de antropofagia cultural proposta pelo modernista Oswald de Andrade. II. O ditado popular “Baiano não nasce, estréia” é usado pelo jornalista para ressaltar a natureza repetitiva da arte praticada pelo povo da Bahia. III. Caetano Veloso, segundo o jornalista, é capaz de fazer arte, inclusive com a cultura de massa. IV. Este excerto justifica plenamente o título dado pelo jornalista a sua crônica.   São corretas as afirmações
  25. 25. FATEC 2009
    Leia o fragmento de texto a seguir, escrito por Mário de Andrade. No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.   Trata-se de obra importante para a literatura brasileira e pertence à primeira geração de modernistas. Assinale a alternativa que apresenta outro importante autor dessa primeira geração modernista e também uma obra de sua autoria.  
  26. 26. ENEM 2006
    Erro de Português Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena!  Fosse uma manhã de Sol O índio tinha despido O português.  Oswald de Andrade. Poesias reunidas.  Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.    O primitivismo observável no poema acima, de Oswald de Andrade, caracteriza de forma marcante   
  27. 27. PUC-CAMPINAS 2015
    “São Paulo, 13 de junho de 1929 Manu, três horas duma noite que além de ser noite de sábado, está de neblina formidável. Noite de sábado já é uma das coisas mais humanas de São Paulo, todos os húngaros, tchecos, búlgaros, sírios, austríacos, nordestinos saem passear (...)” (Carta de Mário de Andrade a Manuel Bandeira. In: MORAES, Marco Antonio (org). Correspondência. Mário de Andrade & Manuel Bandeira. São Paulo: EDUSP, 2001. p. 427)     Um ponto comum entre as poéticas de Mário de Andrade e Manuel Bandeira está
  28. 28. FGV-SP 2012
       Relicário No baile da Corte Foi o Conde d´Eu quem disse Pra Dona Benvinda Que farinha de Suruí Pinga de Parati Fumo de Baependi É comê bebê pitá e caí                              Oswald de Andrade Com uma única exceção, as alternativas abaixo indicam aspectos característicos da Poesia pau-brasil que aparecem no poema. A referida exceção está em 
  29. 29. FGV 2014
    Ao Leitor Que Stendhal confessasse haver escrito um de seus livros para cem leitores, coisa é que admira e consterna. O que não admira, nem provavelmente consternará é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinquenta, nem vinte e, quando muito, dez. Dez? Talvez cinco. Trata-se, na verdade, de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Sterne, ou de um Xavier de Maistre, não sei se lhe meti algumas rabugens de pessimismo. Pode ser. Obra de finado. Escrevi-o com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio. Acresce que a gente grave achará no livro umas aparências de puro romance, ao passo que a gente frívola não achará nele o seu romance usual; ei-lo aí fica privado da estima dos graves e do amor das frívolos, que são as duas colunas máximas da opinião.  Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.   Se entendermos que obras escritas "com a pena da galhofa e a tinta de melancolia" são aquelas que, caracterizadas por um humor vivo e jocoso, tendem, entretanto, a descrever uma curva em direção da tristeza e do desapontamento, incluiremos nessa série literária a obra 
  30. 30. UEAP 2013
    Sobre Macunaíma, de Mário de Andrade, pode-se dizer que:
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