Exercícios de Simbolismo

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  1. 1. UEMA 2015
    O texto abaixo é de autoria do poeta maranhense Maranhão Sobrinho (1879-1915), composto numa São Luís do início do século XX, período de intenso debate intelectual sobre o resgate do valor literário maranhense, no cenário nacional do século XIX. Leia, com atenção, o texto poético para responder à questão que segue.   Ânsia inocente Ai! Como bom para nós dois seria Se o bom Deus, dessas lendas milagrosas, Cheio de amor, nos concedesse um dia Dois brancos pares de asas vaporosas! Não sei mesmo, de alegre, o que eu faria! Deixando os lírios e deixando as rosas, feliz contigo às nuvens subiria para o noivado em flor das nebulosas... na carícia de pluma de uma Trova. Viveríamos nós, nós dois sozinhos, Lá nas terras fiéis da Lua-Nova... Morrer longe dos homens e das casas Se Deus nos desse, como aos passarinhos, Dois brancos pares de travessas asas! SOBRINHO, Maranhão. Papéis Velhos... Roídos pela Traça do Símbolo. São Luís: Tipografia Frias, 1908. A voz poética, explorando possibilidades expressivas propostas no Simbolismo, revela a existência de
  2. 2. UFAM 2009
    Leia os versos abaixo:   Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar.   No sonho em que se perdeu,   Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar...   E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar...   As estrofes reproduzidas constituem o início de um dos mais famosos poemas da literatura de nosso País: “Ismália”. Seu autor é:  
  3. 3. UFAM 2009
    Assinale a afirmativa que NÃO se refere de modo correto ao Simbolismo:
  4. 4. UFAM 2010
    Considere o poema abaixo, de Alphonsus de Guimaraens: Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar. No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar... E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar... E como um anjo pendeu As asas para voar... Queria a lua do céu, Queria a lua do mar... As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par... Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao mar... Sobre ele é incorreto afirmar que
  5. 5. UNIPAM 2013
    O leitor ideal, de Mário Quintana   O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Que digo? Uma palavra! O cronista escolheria a palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”. Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto para os devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia... Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão... E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista. Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha... Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve? (QUINTANA, Mário. Porta giratória. São Paulo: Globo, 1988)   Esse texto de Mário Quintana classifica-se como
  6. 6. UPE 2011
    Língua Portuguesa   Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela...   Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura!   Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma,   Em que da voz materna ouvi: "meu filho!" E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho! BILAC, Olavo. Antologia Poética. São Paulo, 1990. 12.   Considerando o texto, assinale a alternativa CORRETA.
  7. 7. UFV 2010
    Leia o poema abaixo, de Bernardino da Costa Lopes:   Namorados   Nessas manhãs alegres, perfumadas, De éter sadio e claro firmamento, Acariciando o mesmo pensamento Percorremos o parque, de mãos dadas.   Aves trinando em cima das ramadas, Alvos patos e um cisne a nado lento Sobre as águas do lago, num momento Pela brasa do sol ensanguentadas...   Brilha o sereno trêmulo nas pontas Do vistoso gramal, como se fosse Solto rosário de opalinas contas...   Enquanto uns casos rústicos de aldeia Eu vou narrando-lhe, em linguagem doce, Escuto a queixa de seus pés na areia! (RICIERI, Francine (Org.). Antologia da poesia simbolista e decadente brasileira. São Paulo: IBEP, 2008. p.157. Grafia atualizada.)   Sobre o poema, é CORRETO afirmar que a linguagem descritiva apresenta:
  8. 8. UFG 2007
    Leia os poemas de Cora Coralina e de Cruz e Sousa. TODAS AS VIDAS [...] Vive dentro de mim a lavadeira do Rio Vermelho. Seu cheiro gostoso d'água e sabão. [...] Vive dentro de mim a mulher do povo. Bem proletária. [...] Vive dentro de mim a mulher da vida. Minha irmãzinha... [...] Todas as vidas dentro de mim. Na minha vida - a vida mera das obscuras. CORALINA, Cora. "Melhores poemas"., Seleção de Darcy França Denófrio. São Paulo: Global, 2004. p. 253-255. (Coleção melhores poemas).   AFRA Ressurges dos mistérios da luxúria, Afra, tentada pelos verdes pomos, Entre os silfos magnéticos e os gnomos Maravilhosos da paixão purpúrea. Carne explosiva em pólvoras e fúria De desejos pagãos, por entre assomos Da virgindade - casquinantes momos Rindo da carne já votada à incúria. Votada cedo ao lânguido abandono, Aos mórbidos delíquios como ao sono, Do gozo haurindo os venenosos sucos. Sonho-te a deusa das lascivas pompas, A proclamar, impávida, por trompas Amores mais estéreis que os eunucos! SOUSA, Cruz e. Broquéis, Faróis e Últimos sonetos. 2a. ed. reform., São Paulo: Ediouro, 2002. p. 24-25. (Coleção super prestígio).   Vocabulário: silfos: espíritos elementares do ar assomos: ímpeto, impulso casquinantes: relativo à gargalhada, risada de escárnio momos: ator que representa comédia incúria: falta de cuidado delíquios: desfalecimento, desmaio haurindo: extraindo, colhendo, consumindo Nos poemas apresentados, os autores tematizam a mulher com perspectivas diferenciadas no que diz respeito, respectivamente, a
  9. 9. Espcex (Aman) 2015
    O texto a seguir refere-se a qual poeta brasileiro?   “Em sua obra, o drama da existência revela uma provável influência das ideias pessimistas do filósofo alemão Schopenhauer, que marcaram o final do século XIX. Além disso, certas posturas verificadas em sua poesia – o desejo de fugir da realidade, de transcender a matéria e integrar-se espiritualmente no cosmo – parecem originar-se não apenas do sentimento de opressão e mal-estar produzido pelo capitalismo, mas também do drama racial e pessoal que o autor vivia.”
  10. 10. UFLA 2014
    CÁRCERE DAS ALMAS Ah! Toda a alma num cárcere anda presa, Soluçando nas trevas, entre as grades Do calabouço olhando imensidades, Mares, estrelas, tardes, natureza.   Tudo se veste de uma igual grandeza Quando a alma entre grilhões as liberdades Sonha e, sonhando, as imortalidades Rasga no etéreo o Espaço da Pureza.   Ó almas presas, mudas e fechadas Nas prisões colossais e abandonadas, Da Dor no calabouço, atroz, funéreo!   Nesses silêncios solitários, graves, Que chaveiro do Céu possui as chaves Para abrir-vos as portas do Mistério?! SOUZA, Cruz. Poesias Completas. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d.   O poema é representativo da estética Simbolista segundo a qual é CORRETO observar:
  11. 11. UEMS 2006
    Considere as seguintes afirmações a respeito da Literatura Brasileira:   I. A tradição medieval herdada do século XV dos portugueses imprimiu o gosto pela crônica histórica às primeiras manifestações literárias no Brasil. Esses textos revelam as aventuras geográficas dos portugueses e seus ideais de expansão da cristandade; os romances A moreninha e Cinco minutos são exemplos dessas manifestações entre nós.   II. Influenciado pelos ideais da Revolução Francesa, o romantismo preconizava a busca da beleza e o desejo de esquivar-se da realidade; a linguagem poética se submete a um tratamento de acentuado virtuosismo e a utilização de processos ligados à tradição clássica levam-no a total liberdade de expressão. III. Toda poesia é de algum modo simbólica porque a linguagem poética é alusiva por excelência. Como escola literária o Simbolismo se define pela defesa de que cada coisa é mera exteriorização simbólica de uma realidade oculta. O movimento simbolista apresenta traços românticos e parnasianos.   É(São) coerente(s) apenas:
  12. 12. FAAP 1997
    TEXTO I Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá; As aves que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.   Gonçalves Dias   TEXTO II Minha terra tem macieiras da Califórnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra são pretos que vivem em torres de ametista, os sargentos do exército são monistas, cubistas, os filósofos são polacos vendendo a prestações. A gente não pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda. Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores são mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil réis a dúzia. Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade e ouvir um sabiá com certidão de idade! Murilo Mendes   O TEXTO II pertence ao estilo de época do:
  13. 13. UPF 2012
    Olavo Bilac e Cruz e Sousa estão situados, respectivamente, nos seguintes períodos literários:
  14. 14. PUC-RS 2016
    Sobre Carlos Drummond de Andrade, é correto afirmar:
  15. 15. ITA 2013
    O poema abaixo traz a seguinte característica da escola literária em que se insere: Violões que Choram... Cruz e Sousa Ah! plangentes violões dormentes, mornos, soluços ao luar, choros ao vento... Tristes perfis, os mais vagos contornos, bocas murmurejantes de lamento. Noites de além, remotas, que eu recordo, noites de solidão, noites remotas que nos azuis da Fantasia bordo, vou constelando de visões ignotas. Sutis palpitações à luz da lua, anseio dos momentos mais saudosos, quando lá choram na deserta rua as cordas vivas dos violões chorosos. [...]
  16. 16. PUC-PR 2006
    REBELADO Ri tua face um riso acerbo e doente, que fere, ao mesmo tempo que contrista... Riso de ateu e riso de budista gelado no Nirvana impenitente. (...)   Na estrofe do poema "Rebelado", de Cruz e Sousa, é possível identificar características do Simbolismo. Assinale a alternativa que as identifica:
  17. 17. UNESP
    Assinale a alternativa em que se caracteriza a estética simbolista.
  18. 18. PUC-PR 2007
    Identifique nos versos finais do poema "O assinalado", de Cruz e Sousa citados os elementos que caracterizam a poesia simbolista do autor. Depois assinale a alternativa correta.   "Tu és o Poeta, o grande Assinalado que povoas o mundo despovoado, de belezas eternas, pouco a pouco.   Na Natureza prodigiosa e rica Toda a audácia dos nervos justifica Os teus espasmos imortais de louco!"
  19. 19. UNESP 2016
    A questão aborda um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).   MÃOS Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, o vosso gesto é como um balouçar de palma; o vosso gesto chora, o vosso gesto geme, o vosso gesto canta! Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, rolas à volta da negra torre da minh’alma. Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes, Caridosas Irmãs do hospício da minh’alma, O vosso gesto é como um balouçar de palma, Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes... Mãos afiladas, mãos de insigne formosura, Mãos de pérola, mãos cor de velho marfim, Sois dois lenços, ao longe, acenando por mim, Duas velas à flor duma baía escura. Mimo de carne, mãos magrinhas e graciosas, Dos meus sonhos de amor, quentes e brandos ninhos, Divinas mãos que me heis coroado de espinhos, Mas que depois me haveis coroado de rosas! Afilhadas do luar, mãos de rainha, Mãos que sois um perpétuo amanhecer, Alegrai, como dois netinhos, o viver Da minha alma, velha avó entrevadinha. (Obras poéticas, 1968.) Indique o verso cuja imagem significa “trazer sofrimentos, padecimentos”.
  20. 20. UNESP 2016
    A questão aborda um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).   MÃOS Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, o vosso gesto é como um balouçar de palma; o vosso gesto chora, o vosso gesto geme, o vosso gesto canta! Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, rolas à volta da negra torre da minh’alma. Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes, Caridosas Irmãs do hospício da minh’alma, O vosso gesto é como um balouçar de palma, Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes... Mãos afiladas, mãos de insigne formosura, Mãos de pérola, mãos cor de velho marfim, Sois dois lenços, ao longe, acenando por mim, Duas velas à flor duma baía escura. Mimo de carne, mãos magrinhas e graciosas, Dos meus sonhos de amor, quentes e brandos ninhos, Divinas mãos que me heis coroado de espinhos, Mas que depois me haveis coroado de rosas! Afilhadas do luar, mãos de rainha, Mãos que sois um perpétuo amanhecer, Alegrai, como dois netinhos, o viver Da minha alma, velha avó entrevadinha. (Obras poéticas, 1968.)   “Alegrai, como dois netinhos, o viver / Da minha alma, velha avó entrevadinha.” Considerados em seu contexto, tais versos
  21. 21. UNIFESP 2015
    Leia o soneto de Cruz e Sousa.   Silêncios Largos Silêncios interpretativos, Adoçados por funda nostalgia, Balada de consolo e simpatia Que os sentimentos meus torna cativos; Harmonia de doces lenitivos, Sombra, segredo, lágrima, harmonia Da alma serena, da alma fugidia Nos seus vagos espasmos sugestivos. Ó Silêncios! ó cândidos desmaios, Vácuos fecundos de celestes raios De sonhos, no mais límpido cortejo... Eu vos sinto os mistérios insondáveis Como de estranhos anjos inefáveis O glorioso esplendor de um grande beijo! (Cruz e Sousa. Broquéis, Faróis, Últimos Sonetos, 2008.) A análise do soneto revela como tema e recursos poéticos, respectivamente:
  22. 22. PUC-PR 2001
    A história da poesia brasileira no século XX pode ser dividida em cinco momentos:   I- A coexistência do Parnasianismo e do Simbolismo. II- O Modernismo, iniciado oficialmente com a Semana de Arte Moderna. III- A Geração de 45. IV- O Concretismo. V- A poesia contemporânea.   Numere as características abaixo de acordo com essa divisão e assinale a alternativa que contém a sequência encontrada:   (    ) Incorporação do espaço gráfico. (    ) Ruptura com o formalismo da estética anterior. (    ) O culto da forma, seja na técnica de composição, seja na expressividade sonora. (    ) Misticismo e retomada da tradição formal. (    ) Metapoética e experimentalismo.
  23. 23. UFG 2007
    Leia o poema de Cruz e Sousa. ACROBATA DA DOR Gargalha, ri, num riso de tormenta, Como um palhaço, que desengonçado, Nervoso, ri, num riso absurdo, inflado De uma ironia e de uma dor violenta. Da gargalhada atroz, sanguinolenta, Agita os guizos, e convulsionado Salta, "gavroche", salta, "clown", varado Pelo estertor dessa agonia lenta... Pedem-te bis e um bis não se despreza! Vamos! retesa os músculos, retesa Nessas macabras piruetas d'aço... E embora caias sobre o chão, fremente, Afogado em teu sangue estuoso e quente, Ri! Coração, tristíssimo palhaço. SOUSA, Cruz e. "Broquéis, Faróis e Últimos sonetos". 2a. ed. reform., São Paulo: Ediouro, 2002. p. 39-40. (Coleção super prestígio).   Vocabulário: "gavroche": garoto de rua que brinca, faz estripulias "clown": palhaço estertor: respiração rouca típica dos doentes terminais estuoso: que ferve, que jorra Uma característica simbolista do poema apresentado é a
  24. 24. UNIFESP 2016
    O Simbolismo é, antes de tudo, antipositivista, antinaturalista e anticientificista. Com esse movimento, nota-se o despontar de uma poesia nova, que ressuscitava o culto do vago em substituição ao culto da forma e do descritivo. (Massaud Moisés. A literatura portuguesa, 1994. Adaptado.) Considerando esta breve caracterização, assinale a alternativa em que se verifica o trecho de um poema simbolista.
  25. 25. CEFET-MG 2013
    “Já o verme – este operário das ruínas –  Que o sangue podre das carnificinas  Come, e à vida em geral declara guerra,   Anda a espreitar meus olhos para roê-los,  E há de deixar-me apenas os cabelos,  Na frialdade inorgânica da terra!”   Em versos como esses, recorrentes em linguagem e temática em Eu e outras poesias, de Augusto dos Anjos, a morte é abordada
  26. 26. UFMA 2009
    O Simbolismo prima pelo subjetivismo, busca a sublimação e valoriza o inconsciente / subconsciente, daí o desenvolvimento de uma linguagem específica e tem como características:
  27. 27. IME 2016
    PSICOLOGIA DE UM VENCIDO Eu, filho do carbono e do amoníaco, Monstro de escuridão e rutilância, Sofro, desde a epigênese da infância, A influência má dos signos do zodíaco. Profundissimamente hipocondríaco, Este ambiente me causa repugnância... Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia Que se escapa da boca de um cardíaco. Já o verme — este operário das ruínas — Que o sangue podre das carnificinas Come, e à vida em geral declara guerra, Anda a espreitar meus olhos para roê-los, E há de deixar-me apenas os cabelos, Na frialdade inorgânica da terra! ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.   Quanto ao poema de Augusto dos Anjos, é coerente afirmar que
  28. 28. ESPM 2005
    O sincretismo (de elementos literários de várias épocas com características particulares do Simbolismo) pode aparecer no mesmo poema. Marque a letra que apresente os seguintes elementos: pessimismo, imagens vagas, presença do branco, vocabulário exótico, fusão dos sentidos, misticismo.
  29. 29. Espcex (Aman) 2013
    Leia a estrofe que segue e assinale a alternativa correta, quanto as suas caracteristicas. “Visões, salmos e cânticos serenos Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes... Dorméncias de volúpicos venenos Sutis e suaves, mórbidos, radiantes..."
  30. 30. PUC-CAMPINAS 2015
    A cidade do Rio de Janeiro abre o século XX defrontandose com perspectivas extremamente promissoras. Aproveitando de seu papel privilegiado na intermediação dos recursos da economia cafeeira e de sua condição de centro político do país, a sociedade carioca viu acumular-se no seu interior vastos recursos enraizados principalmente no comércio e nas finanças (...) Uma verdadeira febre de consumo tomou conta da cidade, toda ela voltada para a "novidade", a "última moda"... (SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão. Tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Brasiliense. 1985)     Nos anos que antecedem a Semana de 22, algumas publicações literárias marcaram o período que se convencionou chamar de
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