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Exercícios de Trovadorismo

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  1. 1. IFSP 2012
    Cantiga de Amor Afonso Fernandes Senhora minha, desde que vos vi, lutei para ocultar esta paixão que me tomou inteiro o coração; mas não o posso mais e decidi que saibam todos o meu grande amor, a tristeza que tenho, a imensa dor que sofro desde o dia em que vos vi. Já que assim é, eu venho-vos rogar que queirais pelo menos consentir que passe a minha vida a vos servir (...) (www.caestamosnos.org/efemerideS/118. Adaptado) Observando-se a última estrofe, é possível afIrmar que o apaixonado
  2. 2. UNIFESP 2005
        Senhor feudal Se Pedro Segundo Vier aqui Com história Eu boto ele na cadeia.     (Oswald de Andrade) O título do poema de Oswald remete o leitor à Idade Média. Nele, assim como nas cantigas de amor, a ideia de poder retoma o conceito de
  3. 3. UFMG
    Interpretando historicamente a relação de vassalagem entre homem amante/mulher amada, ou mulher amante/homem amado, pode-se afirmar que:
  4. 4. Espcex (Aman) 2014
    É correto afirmar sobre o Trovadorismo que
  5. 5. FAAP 1996
    SONETO DE SEPARAÇÃO De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente. (Vinícius de Morais) Releia com atenção a última estrofe: "Fez-se de amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente". Tomemos a palavra AMIGO. Todos conhecem o sentido com que esta forma linguística é usualmente empregada no falar atual. Contudo, na Idade Média, como se observa nas cantigas medievais, a palavra AMIGO significou:
  6. 6. IFSP 2012
    Cantiga de Amor Afonso Fernandes Senhora minha, desde que vos vi, lutei para ocultar esta paixão que me tomou inteiro o coração; mas não o posso mais e decidi que saibam todos o meu grande amor, a tristeza que tenho, a imensa dor que sofro desde o dia em que vos vi. Já que assim é, eu venho-vos rogar que queirais pelo menos consentir que passe a minha vida a vos servir (...)(www.caestamosnos.org/efemerides/118. Adaptado)   Uma caracteristica desse fragmento, também presente em outras cantigas de amor do Trovadorismo, é
  7. 7. IFSP 2013
    Leia atentamente o texto abaixo. Com'ousará parecer ante mi o meu amigo, ai amiga, por Deus, e com'ousará catar estes meus olhos se o Deus trouxer per aqui, pois tam muit'há que nom veo veer mi e meus olhos e meu parecer? (Com'ousará parecer ante mi de Dom Dinis. Fonte: http://pt.wikisourceorg/wiki/Com%270usar%03%Ai.parecer.ante. mi. Acesso em: 05.12.2012.) per = por tam = tão nom = não veer = ver mi = mim, me parecer = semblante Sobre o fragmento anterior, pode-se afirmar que pertence a uma cantiga de
  8. 8. MACKENZIE
    Assinale a alternativa incorreta a respeito do Trovadorismo em Portugal.
  9. 9. MACKENZIE 1997
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das cantigas de amor.
  10. 10. UEG 2015
    Senhora, que bem pareceis! Se de mim vos recordásseis que do mal que me fazeis me fizésseis correção, quem dera, senhora, então que eu vos visse e agradasse. Ó formosura sem falha que nunca um homem viu tanto para o meu mal e meu quebranto! Senhora, que Deus vos valha! Por quanto tenho penado seja eu recompensado vendo-vos só um instante. De vossa grande beleza da qual esperei um dia grande bem e alegria, só me vem mal e tristeza. Sendo-me a mágoa sobeja, deixai que ao menos vos veja no ano, o espaço de um dia. Rei D. Dinis CORREIA, Natália. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Seleção, introdução, notas e adaptação de Natália Correia. 2. ed. Lisboa: Estampa, 1978. p. 253. Quem te viu, quem te vê Você era a mais bonita das cabrochas dessa ala Você era a favorita onde eu era mestre-sala Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua Suas noites são de gala, nosso samba ainda é na rua Hoje o samba saiu procurando você Quem te viu, quem te vê Quem não a conhece não pode mais ver pra crer Quem jamais a esquece não pode reconhecer [...] Chico Buarque A cantiga do rei D. Dinis, adaptada por Natália Correia, e a canção de Chico Buarque de Holanda expressam a seguinte característica trovadoresca:
  11. 11. UEPA 2012
    "A literatura do amor cortes, pode-se acrescentar, contribuiu para transformar de algum modo a realidade extraliterária, atua como componente do que Elias (1994)* chamou de processo civilizador. Ao mesmo tempo, a realidade extraliterária penetra processualmente nessa literatura que, em parte, nasceu como forma de sonho e de evasão." (Revista de Ciências Humanas, Florianópolis, EDUFSC, v. 41, n. l e 2, p. 83-110, Abril e Outubro de 2007 pp. 91-92) (*) Cf. ELIAS, N. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Zahar, 1994, v.1. Interprete o comentário acima e, com base nele e em seus conhecimentos acerca do lirismo medieval galego-português, marque a alternativa correta:
  12. 12. Espcex (Aman) 2014
    É correto afirmar sobre o Trovadorismo que    
  13. 13. ESPM 2014
     O amor cortês foi um gênero praticado desde os trovadores medievais europeus. Nele a devoção masculina por uma figura feminina inacessível foi uma atitude cons­tante. A opção cujos versos confirmam o exposto é: 
  14. 14. LFSP 2013
     Leia atentamente o texto abaixo. Com’ousará parecer ante mi o meu amigo, ai amiga, por Deus, e com’ousará catar estes meus olhos se o Deus trouxer per aqui, pois tam muit’há que nom veo veer mi e meus olhos e meu parecer?   (Com’ousará parecer ante mi de Dom Dinis. Fonte: http://pt.wikisource.org/wiki/Com%27ousar%C3%A1_parecer_ante_mi. Acesso em: 05.12.2012.)   per = por tam = tão nom = não veer = ver mi = mim, me parecer = semblante   Sobre o fragmento anterior, pode-se afirmar que pertence a uma cantiga de
  15. 15. MACKENZIE
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das cantigas de amor. 
  16. 16. MACKENZIE
    Sobre a poesia trovadoresca em Portugal, é INCORRETO afirmar que:    
  17. 17. UEG 2015
    Senhora, que bem pareceis! Se de mim vos recordásseis que do mal que me fazeis me fizésseis correção, quem dera, senhora, então que eu vos visse e agradasse.   Ó formosura sem falha que nunca um homem viu tanto para o meu mal e meu quebranto! Senhora, que Deus vos valha! Por quanto tenho penado seja eu recompensado vendo-vos só um instante.   De vossa grande beleza da qual esperei um dia grande bem e alegria, só me vem mal e tristeza. Sendo-me a mágoa sobeja, deixai que ao menos vos veja no ano, o espaço de um dia.  Rei D. Dinis  CORREIA, Natália. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Seleção, introdução, notas e adaptação de Natália Correia. 2. ed. Lisboa: Estampa, 1978. p. 253.     Quem te viu, quem te vê  Você era a mais bonita das cabrochas dessa ala Você era a favorita onde eu era mestre-sala Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua Suas noites são de gala, nosso samba ainda é na rua   Hoje o samba saiu procurando você Quem te viu, quem te vê Quem não a conhece não pode mais ver pra crer Quem jamais a esquece não pode reconhecer [...]   Chico Buarque     A cantiga do Rei D. Dinis, adaptada por Natália Correia, e a canção de Chico Buarque de Holanda expressam a seguinte característica trovadoresca:
  18. 18. UEPA
    “A literatura do amor cortês, pode-se acrescentar, contribuiu para transformar de algum modo a realidade extraliterária, atua como componente do que Elias (1994)* chamou de processo civilizador. Ao mesmo tempo, a realidade extraliterária penetra processualmente nessa literatura que, em parte, nasceu como forma de sonho e de evasão.”  (Revista de Ciências Humanas, Florianópolis, EDUFSC, v. 41, n. 1 e 2, p. 83-110, Abril e Outubro de 2007 pp. 91-92)  (*) Cf. ELIAS, N. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Zahar, 1994, v.1.   Interprete o comentário acima e, com base nele e em seus conhecimentos acerca do lirismo medieval galego-português, marque a alternativa correta:
  19. 19. UEG 2015
    Senhora, que bem pareceis! Se de mim vos recordásseis que do mal que me fazeis me fizésseis correção, quem dera, senhora, então que eu vos visse e agradasse.   Ó formosura sem falha que nunca um homem viu tanto para o meu mal e meu quebranto! Senhora, que Deus vos valha! Por quanto tenho penado seja eu recompensado vendo-vos só um instante.   De vossa grande beleza da qual esperei um dia grande bem e alegria, só me vem mal e tristeza. Sendo-me a mágoa sobeja, deixai que ao menos vos veja no ano, o espaço de um dia. Rei D. Dinis   CORREIA, Natália. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Seleção, introdução, notas e adaptação de Natália Correia. 2. ed. Lisboa: Estampa, 1978. p. 253.     Quem te viu, quem te vê   Você era a mais bonita das cabrochas dessa ala Você era a favorita onde eu era mestre-sala Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua Suas noites são de gala, nosso samba ainda é na rua   Hoje o samba saiu procurando você Quem te viu, quem te vê Quem não a conhece não pode mais ver pra crer Quem jamais a esquece não pode reconhecer [...] Chico Buarque A cantiga do rei D. Dinis, adaptada por Natália Correia, e a canção de Chico Buarque de Holanda expressam a seguinte característica trovadoresca:  
  20. 20. FAAP 1996
    SONETO DE SEPARAÇÃO   De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.   De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama.   De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente   Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente.                     (Vinícius de Morais)       Releia com atenção a última estrofe:   "Fez-se de amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente".   Tomemos a palavra AMIGO. Todos conhecem o sentido com que esta forma linguística é usualmente empregada no falar atual. Contudo,  na Idade Média, como se observa nas cantigas medievais, a palavra AMIGO significou:  
  21. 21. UFGD 2014
    Sobre as principais características do Trovadorismo, estão corretas:  I. Primeiro movimento literário da língua portuguesa, o Trovadorismo surgiu em um período no qual a escrita era pouco difundida, por esse motivo, os poetas transmitiam suas poesias oralmente, na maioria das vezes cantando-as. II. Foi marcado pela transição do mundo medieval para o mundo moderno, conduzindo as artes ao Renascimento cultural. Na literatura, deu-se a consolidação da prosa historiográfica, do teatro e da poesia palaciana.  III. Os primeiros textos da literatura portuguesa receberam o nome de cantigas, tradicionalmente divididas em cantigas de amor, de amigo, escárnio e maldizer, representadas por nomes como Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes, entre outros.  IV. Inspirado na cultura clássica greco-latina, o Trovadorismo foi marcado pela introdução de novos gêneros literários, entre eles os romances de cavalaria e a literatura de viagens.  V. Os poetas do Trovadorismo pertenciam normalmente à nobreza e, além da letra, criavam também a música das composições que executavam, muitas vezes, para o seleto público das cortes.   
  22. 22. UNIFESP
    TEXTO I Ao longo do sereno Tejo, suave e brando, Num vale de altas árvores sombrio, Estava o triste Almeno Suspiros espalhando Ao vento, e doces lágrimas ao rio. (Luís de Camões, Ao longo do sereno.)    TEXTO II Bailemos nós ia todas tres, ay irmanas, so aqueste ramo destas auelanas e quen for louçana, como nós, louçanas, se amigo amar, so aqueste ramo destas auelanas uerrá baylar. (Aires Nunes. In Nunes, J. J., Crestomatia arcaica.)    TEXTO III Tão cedo passa tudo quanto passa! morre tão jovem ante os deuses quanto Morre! Tudo é tão pouco! Nada se sabe, tudo se imagina. Circunda-te de rosas, ama, bebe E cala. O mais é nada. (Fernando Pessoa, Obra poética.)    TEXTO IV Os privilégios que os Reis Não podem dar, pode Amor, Que faz qualquer amador Livre das humanas leis. mortes e guerras cruéis, Ferro, frio, fogo e neve, Tudo sofre quem o serve. (Luís de Camões, Obra completa.)    TEXTO V As minhas grandes saudades São do que nunca enlacei. Ai, como eu tenho saudades Dos sonhos que não sonhei!...) (Mário de Sá Carneiro, Poesias.)      A alternativa que indica texto que faz parte da poesia medieval da fase trovadoresca é
  23. 23. FUVEST 2017
    Esta imagem integra o manuscrito de uma das mais notáveis obras da cultura medieval. A alternativa que melhor caracteriza o documento é:  
  24. 24. FUVEST
    O Trovadorismo, quanto ao tempo em que se instala:
  25. 25. UNESP 2014
    Ossos do ofício (João de Deus, poeta português,  1830-1896) Uma vez uma besta do tesouro, Uma besta fiscal, Ia de volta para a capital, Carregada de cobre, prata e ouro; E no caminho Encontra-se com outra carregada De cevada, Que ia para o moinho. Passa-lhe logo adiante Largo espaço, Coleando arrogante E a cada passo Repicando a choquilha Que se ouvia distante. Mas salta uma quadrilha De ladrões, Como leões, E qual mais presto Se lhe agarra ao cabresto. Ela reguinga, dá uma sacada Já cuidando Que desfazia o bando; Mas, coitada! Foi tanta a bordoada, Ah! que exclamava enfim A besta oficial: — Nunca imaginei tal! Tratada assim Uma besta real!... Mas aquela que vinha atrás de mim, Por que a não tratais mal? “Minha amiga, cá vou no meu sossego, Tu tens um belo emprego! Tu sustentas-te a fava, e eu a troços! Tu lá serves el-rei, e eu um moleiro! Ossos do ofício, que o não há sem ossos.” (Campo de flores, s/d.) Considerando que a sátira se apresenta sob forma de fábula, com personagens animais assumindo modos de agir e pensar tipicamente humanos, verifica-se que a atitude da besta real em relação à outra traduz um preconceito de
  26. 26. UEAP 2009
    Amor sem limite Quando a gente ama alguém de verdade Esse amor não se esquece O tempo passa, tudo passa, mas no peito O amor permanece E qualquer minuto longe é demais A saudade atormenta Mas qualquer minuto perto é bom demais O amor só aumenta. Vivo por ela Ninguém duvida Porque ela é tudo Na minha vida. Roberto Carlos e Erasmo Carlos Esta canção de Roberto e Erasmo Carlos situa a mulher num plano superior, de certa forma idealizada, e reserva ao eu-poético masculino a vassalagem amorosa. Desta forma, no cenário da poética medieval da literatura portuguesa, caracterizase a mulher nas cantigas de:
  27. 27. MACKENZIE 2005
    Assinale a afirmativa correta sobre o texto Ondas do mar de Vigo, se vistes meu amigo! E ai Deus, se verrá cedo! Ondas do mar levado, se vistes meu amado! E ai Deus, se verrá cedo! Martim Codax   Obs.: verrá = virá levado = agitado
  28. 28. UNIFESP 2004
    Leia a cantiga seguinte, de Joan Garcia de Guilhade.   Un cavalo non comeu á seis meses nen s’ergueu mais prougu’a Deus que choveu, creceu a erva, e per cabo si paceu, e já se leva! Seu dono non lhi buscou cevada neno ferrou: mai-lo bon tempo tornou, creceu a erva, e paceu, e arriçou, e já se leva! Seu dono non lhi quis dar cevada, neno ferrar; mais, cabo dum lamaçal creceu a erva, e paceu, e arriç’ar, e já se leva! (CD Cantigas from the Court of Dom Dinis. harmonia mundi usa, 1995.)   A leitura permite inferir que se trata de uma cantiga de
  29. 29. UNESP 2014
    Ossos do ofício (João de Deus, poeta português,  1830-1896) Uma vez uma besta do tesouro, Uma besta fiscal, Ia de volta para a capital, Carregada de cobre, prata e ouro; E no caminho Encontra-se com outra carregada De cevada, Que ia para o moinho. Passa-lhe logo adiante Largo espaço, Coleando arrogante E a cada passo Repicando a choquilha Que se ouvia distante. Mas salta uma quadrilha De ladrões, Como leões, E qual mais presto Se lhe agarra ao cabresto. Ela reguinga, dá uma sacada Já cuidando Que desfazia o bando; Mas, coitada! Foi tanta a bordoada, Ah! que exclamava enfim A besta oficial: — Nunca imaginei tal! Tratada assim Uma besta real!... Mas aquela que vinha atrás de mim, Por que a não tratais mal? “Minha amiga, cá vou no meu sossego, Tu tens um belo emprego! Tu sustentas-te a fava, e eu a troços! Tu lá serves el-rei, e eu um moleiro! Ossos do ofício, que o não há sem ossos.” (Campo de flores, s/d.) A leitura da primeira estrofe sugere que a besta fiscal estava carregada de
  30. 30. MACKENZIE 2005
    Ondas do mar de Vigo, se vistes meu amigo! E ai Deus, se verrá cedo! Ondas do mar levado, se vistes meu amado! E ai Deus, se verrá cedo! Martim Codax   Obs.: verrá = virá levado = agitado   Considerando o texto, é possível inferir que:
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