Resumo de Envoltórios Celulares - Biologia

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AULA 1

Visão Geral

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Membrana plasmática

  • Envoltório obrigatório em todas as células;

  • Composição química: fosfolipoprotéica;

  • Estrutura: Modelo do Mosaico Fluido (proposto em 1972, por Nicholson & Singer).

Imagem: Mariana Ruiz/ PatríciaR

  • Substâncias que podem estar ligadas à membrana plasmática:

    • Glicocálix ou glicocálice: carboidratos com função de reconhecimento celular;

    • Colesterol: exclusivo em células animais (confere resistência).

  • Funções da membrana plasmática:

    • Permeabilidade seletiva;

    • Revestimento;

    • Proteção;

    • Delimitação.

Especializações ou adaptações da membrana plasmática

Imagem: Mariana Ruiz/ PatríciaR

 

Parede celular

  • Revestimento externo à membrana plasmática;

  • Características da parede celular:

    • Porosa;

    • Não seletiva;

    • Possui certa rigidez e resistência;

  • Ocorrência da parede celular nos seres vivos e composição química:

    • Bactérias: peptideoglicano;

    • Fungos: quitina;

    • Plantas e algas: celulose;

  • A parede celular vegetal:

    • Primária: composta de celulose, delgada e flexível;

    • Secundária: composta de celulose, pectina e lignina; espessa e rígida.

AULA 2

Glicocálix

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Visão geral:

Camada externa e ligada à membrana plasmática da maioria das células animais.

Composição química:

  • Esfingolipídios: associação entre lipídio e esfingosina (tipo de amino-álcool);

  • Glicolipídios: associação entre lipídios e carboidratos;

  • Glicoproteínas: associação entre proteínas e oligossacarídeos;

  • Peptidioglicanos: associação entre proteínas e açúcares aminados.

Imagem: Mariana Ruiz/ PatríciaR

Funções:

  • Reconhecimento celular;

  • Proteções contra agressões físicas e químicas;

  • Enzimática (exemplo: lactase);

  • Antigênica: ação contra vírus;

  • Movimento: confere um maio viscoso no meio extracelular;

  • Reprodução: reconhecimento entre óvulos e espermatozoides;

  • Inibição por contato: evita o crescimento desordenado de tecidos e órgãos.

 

AULA 3

Fisiologia da Membrana Plasmática

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Características da membrana plasmática

  • Composição: fosfolipoprotéica;

  • Propriedade: permeabilidade seletiva (controle da entrada e saída de substâncias da célula).

 

Tipos de transporte através da membrana plasmática

  • Transporte de moléculas: íons, água e monômeros;

  • Transporte em massa ou em vesículas: polímeros ou soluções.

 

Transporte de moléculas

  • Ocorre através da bicamada fosfolipídica ou das proteínas;

  • Fatores que influenciam o transporte:

    • Gradiente de concentração: meios isotônico, hipotônico e hipertônico;

    • Tamanho e carga das moléculas;

    • Temperatura do meio extracelular.

  • Tipos de transporte de moléculas:

    • Passivo: difusão e osmose;

    • Ativo: bomba de íons.

 

Transporte em massa ou vesicular

  • Ocorre fluxo de grandes volumes de substâncias;

  • Depende de deformações da membrana plasmática;

  • Tipos de transporte em massa:

    • Endocitose: entrada de substâncias na célula;

    • Exocitose: saída de substâncias da célula.

AULA 4

Transporte Passivo: Difusão e Osmose

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Difusão

  • Passagem de moléculas através da bicamada fosfolipídica ou das proteínas integrais;

  • Ocorre à favor do gradiente de concentração (do meio hipertônico para o meio hipotônico);

  • Tende a tornar os meios isotônicos;

  • Tipos de difusão:

    • Simples: através da bicamada fosfolipídica. Exemplo: transporte de gases (O2 e CO2);

    • Facilitada: através das proteínas integrais. Exemplo: transporte de glicose.

 

Osmose

  • Passagem de solvente (água) do meio hipotônico para o meio hipertônico (em relação ao soluto). O soluto em questão é, normalmente, o sal (NaCl) ou a sacarose (açúcar);

  • Depende do gradiente de concentração;

  • Tende a tornar os meios isotônicos;

  • A membrana plasmática é dita semipermeável em relação às soluções água + sal e água + açúcar, pois:

    • É impermeável em relação ao soluto (sal ou açúcar);

    • É permeável em relação ao solvente (água).

AULA 5

Transporte Passivo: Osmose na Célula Vegetal e Animal

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Osmose em célula animal

Osmose em célula vegetal

Ausência de parede celular e vacúolo

Presença de parede celular e vacúolo

Sofre ruptura (lise) quando colocada em meios muito hipotônicos.

Não sofre ruptura (lise) quando colocada em meios muito hipotônicos.

Considere, na imagem abaixo:

I. meio hipertônico

II. meio isotônico

III. meio hipotônico
 

A. célula animal plasmolisada (crenada)

B. célula animal após ruptura (plasmoptise)

C. célula vegetal plasmolisada (murcha)

D. célula vegetal túrgida