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Resumo de Políticas e Desafios Ambientais - Geografia

Quer estudar Políticas e Desafios Ambientais? Aqui no Stoodi você encontra resumos grátis de Geografia que podem ser salvos em PDF para ajudar na sua preparação para o Enem e principais vestibulares.

AULA 1

A ONU e as Conferências sobre Meio Ambiente

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Recursos escassos para uma demanda crescente

As consequências negativas do modo de vida da humanidade nos últimos séculos, associadas ao consumo crescente de recursos naturais, ao crescimento populacional e às intervenções cada vez mais intensas na paisagem elevaram a preocupação com as questões ambientais.

  • Visão ecossistêmica. 

  • Visão geossistêmica.

Meio ambiente: questão global

As contribuições da comunidade científica, das conferências da ONU e dos Estados nacionais foram importantes para tornar os assuntos ligados ao meio ambiente como questões de ordemglobal, que precisam depolíticas públicas comuns.

  • Efeitos do pós-II Guerra.

  • Guerra Fria.

  • Crescimento econômico acelerado.

I Conferência da ONU sobre Meio Ambiente

  • Estocolmo, Suécia (1972).

  • Relação ser humano-ambiente.

  • Percepção de impactos ambientais.

  • Inversão térmica.

  • Seca de rios, lagos e outros corpos d’água.

  • Ilhas de calor.

  • Poluição do ar.

Debate

Criação do PNUMA (1972)

 

 

  • Programa da ONU para o meio ambiente.

  • 1983: criação da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento.

  • 1987: noção deDesenvolvimento Sustentávelaperfeiçoada, com a publicação do Relatório Brundtland.

 

Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 1988)

  • Relações entre mudanças climáticas e impactos ambientais.

  • Ação antropogênica

  • Mudanças nas temperaturas (atmosfera, TSM).

Conferência do Rio (Rio-92)

  • 1992: II Conferência sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente (Rio-92).

  • Cúpula da Terra.

  • Carta da Terra.

  • Convenções

  • Biodiversidade.

  • Mudanças climáticas.

  • Desertificação.

  • Agenda 21.

Protocolo de Kyoto (1997)

Rio+10 (Johannesburgo, 2002)

  • Desenvolvimento humano e meio ambiente.

Rio+20 (Rio de Janeiro, 2012)

  • Desenvolvimento sustentável: como conciliar economia, indicadores sociais e conservação/preservação dos ciclos naturais do planeta?

  • Economia verde.

Acordo de Paris (2015)

 

 

 

 

 

 

 

AULA 2

Políticas Ambientais no Mundo

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Recursos naturais: patrimônio

Até o início do século XX, os elementos naturais do planeta (como os solos, as águas, o ar, a vegetação e os minerais, por exemplo), eram vistos como partes de umpatrimônio estratégico, que poderia definir as riquezas existentes em uma região e ospotenciais de exploraçãoeconômica desses recursos naturais.

  • 1872: criação do primeiro Parque Nacional de Yellowstone, a primeira reserva natural do mundo, no noroeste dos EUA.

Meio ambiente: novas percepções 

O crescimento populacional, o uso cada vez mais acelerado de recursos naturais e os crescentes impactos das atividades humanas sobre o planeta provocaram a necessidade de se repensar o desenvolvimento socioeconômico e uma mudança de visão 

  • 1952: poluição atmosférica na região de Londres, Inglaterra. O lançamento de quantidades crescentes de gases poluentes devido à queima de combustíveis escureceu os céus com um nevoeiro tóxico (smog) durante alguns dias no inverno daquele ano.

  • 1956: as águas dabaía de Minamata, Japão, recebe quantidades de mercúrio significativas despejadas por uma fábrica durante o processamento de polímeros. Milhares de pessoas acabam sendocontaminadascom o consumo de peixes pescados nessa região, levando a envenenamentos, anomalias cerebrais em fetos e mortes.

  • 1962: publicação do livroPrimavera Silenciosa, da estadunidense Rachel Carson. O livro denuncia osimpactos ambientaisdo uso de pesticidas na agricultura.

Políticas ambientais: eventos importantes

As pressões da sociedade civil e a evolução das pesquisas na área ambiental permitiram embasar a implantação de diversaspolíticas públicasvisando melhorar as condições do desenvolvimento sustentável, da preservação e conservação dos elementos naturais do planeta.

 

Ano

Evento

1968

A Hungria se torna o primeiro país do mundo a abolir o uso de pesticidas do tipo DDT na agricultura, pois possui potencial para impactos sobre a saúde humana, e danos ambientais para as águas, os solos e as espécies da fauna e da flora dos locais contaminados.

1970

Dia da Terra: Em 22/04, mais de vinte milhões de pessoas nos EUA realizam ou participam de atos para alertar a sociedade a respeito dos impactos ambientais provocados pela humanidade.

1970

Criação da primeira agência regulatória, a EPA (Environmental Protection Agency / Agência de Proteção Ambiental), nos EUA.

1972

Publicação:Os limites do crescimento, pelo Clube de Roma. O livro faz uma análise dos problemas enfrentados pela humanidade e traça projeções sobre as consequências negativas das ações antrópicas.

1972

Testes de emissão de poluentes realizados em automóveis, pela EPA. Os mecanismos de teste serviram como parâmetro para o início dos selos que certificam automóveis segundo padrões de emissão.

1979

Convenção de Genebra sobre a Poluição Atmosférica, para discutir formas de combate à poluição atmosférica em âmbito mundial.

1987

Protocolo de Montreal: compromisso ratificados entre os países para a eliminação mundial do uso de CFCs, prejudiciais à camada de ozônio.

1990

Criação daAgência Europeia do Ambiente, para a adoção de políticas ambientais válidas para os países-membros da União Europeia.

1992

Agenda 21: conjunto de compromissos a serem assumidos por países e regiões, visando aodesenvolvimento sustentável.

1997

Protocolo de Kyoto: os países signatários assumem metas para aredução das emissõesdos gases de efeito-estufa (GEEs).

2000

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: 191 países assinaram compromisso para atingir um conjunto de metas relacionadas ao desenvolvimento sustentável, mas que também envolvem aspectos como saúde e educação, por exemplo. Isso ocorreu por conta do entendimento de que os impactos ambientais são, também, decorrentes dos problemas ligados ao subdesenvolvimento.

2015

Acordo de Paris: após os problemas decorrentes dos insucessos no Protocolo de Kyoto, o novo acordo propõe, entre outros temas, a revisão periódica das metas para a redução de emissões de poluentes e a ajuda aos países menos desenvolvidos.

 

 

 

 

 

AULA 3

Políticas Ambientais no Brasil

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Patrimônio nacional

Os elementos do meio físico e biótico eram encarados pelo Estado brasileiro, até meados do século XX, como parte do patrimônio natural. Por isso, as preocupações estavam mais relacionadas em políticas setoriais destinadas à proteção estratégica das riquezas nacionais (as águas, o subsolo, os minerais etc.).

  • Código de Águas(1934).

  • Primeiro Código Florestal(1937): entre os principais pontos, formaram-se os conceitos deReserva Legal(a quarta parte (25%) de qualquer terreno com vegetação nativa deve ser de proteção integral) e deParques Nacionais(com o Parque Nacional do Itatiaia, RJ).

  • Segundo Código Florestal(1965): reflete preocupações com alguns impactos decorrentes do avanço de atividades como a mineração, a extração de madeira e de atividades agropecuárias sem controle ou regulamentação. Entretanto, não representou mudanças significativas para a redução desses impactos.

    • Aperfeiçoamento do conceito deReserva Legal, por exemplo, aumentando os percentuais na Amazônia Legal;

    • Áreas de Preservação Permanente(APPs): devem ter proteção integral. Incluem topos de morro, serras e montanhas; nascentes e margens de cursos d’água; encostas, restingas e mangues.

    • Criação do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF).

 

  • 1972: na Conferência de Estocolmo, o Brasil afirmava a necessidade de, primeiro, desenvolver, para depois pensar em consequências negativas para o ambiente.

  • 1973: criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente, mais voltada para as preocupações com o crescimento da poluição industrial.

Meio Ambiente: política de Estado

Durante a década de 1980, as preocupações com os crescentes problemas ambientais no Brasil levaram o governo federal a adotar mecanismos mais complexos de fiscalização e poder para punir atividades humanas potencialmente danosas para o meio ambiente.

  • 1981:Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6938/81), define o funcionamento e as responsabilidades de órgãos federais e as orientações para Estados e municípios.

  • Criação doSistema Nacional do Meio Ambiente(Sisnama), uma rede articulada de instituições ambientais, entre elas oConselho Nacional do Meio Ambiente(Conama).

  • Instituição de parâmetros para definir a qualidade ambiental.

  • Zoneamento Ambiental.

  • Necessidade deLicenciamento Ambientalpara atividades econômicas de alto impacto.

    • Estudo de Impacto Ambiental (EIA).

    • Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (RIMA).

  • A Constituição de 1988 contribuiu para descentralizar a política ambiental.

    • 1989: criação doInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis(IBAMA).

Eco-92

A Conferência das Nações Unidas Sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, em 1992, despertou a atenção do mundo para problemas importantes no Brasil, como o avanço do desmatamento, os conflitos por terras na Amazônia. As discussões da Eco-92 trouxeram efeitos importantes sobre as políticas ambientais do país.

  • Criação doMinistério do Meio Ambiente, desmembrado do Ministério do Desenvolvimento Urbano e do Meio Ambiente (criado em 1985).

  • 1997: Agenda 21 brasileira, considerada um instrumento de planejamento participativo.

  • 1998: Lei de Crimes Ambientais.

Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC)

Em 2000, esse sistema foi criado para planejar, organizar e administrar todas as Unidades de Conservação existentes no Brasil, bem como os projetos futuros.

  • Unidades de Proteção Integral: Estação Ecológica, Reserva Biológica, Parque Nacional, Refúgio de Vida Silvestre, Monumento Natural.

  • Unidades de Uso Sustentável: Área de Proteção Ambiental, Área de Relevante Interesse Ecológico, Floresta Nacional, Reserva Extrativista, Reserva de Fauna, Reserva de Desenvolvimento Sustentável, Reserva Particular do Patrimônio Natural.

 

Novo Código Florestal

Em 2012, a maior parte das características do Código de 1965 foi mantida. Entretanto, as pressões de alguns setores da sociedade (parte de grandes proprietários rurais, por exemplo) contribuíram para modificações importantes, como a anistia para que não cumpriu as determinações do Código anterior.

 Fonte: Instituto Socioambiental.

AULA 4

Questões Ambientais: Atmosfera

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Atmosfera e mudanças ambientais

Os impactos ambientais crescentes sobre os ambientes terrestres e as consequências das ações humanas provocaram mudanças de visão decorrentes da necessidade de repensar o desenvolvimento socioeconômico. Uma das maiores preocupações ambientais está centrada nos impactos sobre a atmosfera.

Impactos ambientais e consequências econômicas

Poluição: fontes

 

Poluição atmosférica

  • Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9 em cada 10 pessoas no planeta respira ar poluído. Esse fenômeno acarreta 7 milhões de mortes ao ano, sendo 90% do total em países de baixa ou média renda.

  • A OMS estima, também, que 40% da população mundial não possui acesso a combustíveis mais limpos.

Impactos ambientais: chuva ácida

  • Compostos naturalmente presentes na atmosfera: monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), ozônio (O3), dióxido de enxofre (SO2), compostos nitrogenados (NOx), metano (CH4). 

  • Em condições naturais, o enxofre na atmosfera está associado a fenômenos como a decomposição, incêndios florestais, gases vulcânicos e liberação pelos oceanos.

  • O petróleo e o carvão possuem, em suas composições, teores de enxofre, liberados com a queima.

  • O petróleo e o carvão possuem, em suas composições, teores de enxofre, liberados com a queima.

  • Além do enxofre, outros elementos químicos podem formar ácidos na atmosfera, como o carbono e o nitrogênio, por exemplo.

  • Consequências

    • pH<4: danos potenciais para seres vivos.

    • Lixiviação em solos com baixa concentração de substâncias, como CaCO e CaO, por exemplo.

    • Ácidos no corpo humano: respiração.

    • Corrosão em edifícios e monumentos.

Inversão térmica

 

  • É um fenômeno natural, que costuma ocorrer em períodos mais frios do ano, especialmente no Centro-Sul do Brasil.

  • Condições: baixa umidade do ar, poucas nuvens ou céu limpo, pouco ou nenhum vento, ar mais frio (com maior pressão atmosférica).

Noite

Ilhas de calor

A densidade das estruturas urbanas, como o asfalto, os edifícios e a falta de áreas verdes e permeáveis tornam os solos das cidades suscetíveis ao aumento das temperaturas em relação ao entorno menos urbanizado, principalmente por conta da absorção da radiação solar infravermelha.

Eventos extremos

  • Maior frequência de chuvas com alta intensidade.

  • Descargas elétricas.

  • Anomalias climáticas.

 

 

AULA 5

Questões Ambientais: A Camada de Ozônio

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  • Sol: emissão de radiações em diferentes comprimentos de onda.

  • Fotodissociação e fotoionização: absorção de parte da radiação, quebra de ligações químicas e liberação de calor.

  • Os gases da atmosfera absorvem grande parte da radiação cósmica.

    • O ozônio, um dos gases mais presentes na atmosfera, absorve comprimentos de onda entre cerca de 200 e 310 nm.

    • O ciclo de formação do ozônio inicia-se na baixa estratosfera (entre 10 km e 20 km de altitude), até, aproximadamente, 30 km de altitude.

    • Absorção de comprimentos de onda de radiação potencialmente danosos a seres vivos (raios UV, por exemplo).

                                                               

AULA 6

Questões Ambientais: O Efeito-Estufa

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 Gases atmosféricos e vapor

  • Absorção de comprimentos de onda: parte da radiação é refletida para o espaço, e parte é absorvida pela Terra na forma de radiação infravermelha (calor).

  • CO2 e vapor: importância para manter as temperaturas de superfície.

  • A temperatura média global tem se mantido em aproximadamente 14 ºC nos últimos séculos.

Gases de Efeito Estufa (GEEs)

  • Entre 1750 e a época atual, estima-se que as concentrações de GEEs tenham aumentado de aproximadamente 280 ppm para cerca de 400 ppm.

  • Principais GEEs: CH4, CO2, N2O, SF6.

  • Em 1958, pesquisadores iniciam medições para verificar as concentrações de O2 na atmosfera e comparar com outros períodos.

    • O gelo acumulado sobre as calotas polares, há milhares de anos, possui concentrações de gases confinados que oferecem pistas sobre as concentrações no passado climático.

Consequências

  • Elevação do nível médio dos oceanos: projeções estimadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em conjunto com outros órgãos de pesquisa, indicam variações entre 26 e 98 cm até 2100. Modelos mais pessimistas indicam variações que podem atingir vários metros a mais, caso ocorra o derretimento de toda a criosfera.

  • Chuvas de alta intensidade, secas prolongadas, mudanças na circulação de correntes marinhas e massas de ar.

  • Redução da salinidade dos oceanos, afetando a circulação de correntes marinhas e provocando grandes desequilíbrios ecológicos.

  • Redução das emissões de O2 pelos organismos marinhos.

  • Desertificação e arenização de extensas áreas.

  • O efeito-estufa, o buraco na camada de ozônio e a poluição atmosférica estão entre os fenômenos responsáveis pormudanças ambientais globais.

 

  

AULA 7

O IPCC

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  • Criação:1988, sob a influência das discussões na Conferência de Toronto.

  • Principais órgãos responsáveis: Organização Meteorológica Mundial (OMM) e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

  • Painel com195 membros.

  • Sessões plenárias: são partes do processo de discussão entre os membros, para se chegar a consensos sobre decisões e relatórios.

  • Contribuições científicas de pesquisadores, organizações governamentais e instituições de pesquisa, de forma voluntária.

  • Observação e monitoramento do clima: cada Grupo de Trabalho é responsável por avaliar algum aspecto ligado às mudanças climáticas: sobre o ambiente, a sociedade, a economia etc.

 

  • Ajuda para países em desenvolvimento e em condições ambientais vulneráveis.

  • Limite do aumento da temperatura média global em até 2 ºC, em comparação com a temperatura média global estimada antes da Revolução Industrial.

  • O Brasil ratifica o Acordo em 2016, com metas relacionadas com as emissões realizadas em 2005 como referência.

    • Até 2025: reduzir as emissões totais de GEEs em até 37%.

    • Até 2030: redução total de até 43%.

AULA 8

Protocolo de Kyoto e Acordo de Paris

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  • 1997: criação do Protocolo.

  • Objetivo: reduzir as emissões de gases nocivos ao equilíbrio natural da atmosfera, ou Gases de Efeito Estufa (GEEs).

  • Estabelecimento demetaspara a redução das emissões de GEEs.

  • 2005: entrada em vigor dos termos principais do Protocolo.

  • Participação de 37 países industrializados (incluindo a União Europeia).

  • Critérios para a entrada em vigor:

    • Serem 55% dos membros do protocolo.

    • Os países que assinaram deveriam ser responsáveis por 55% das emissões de GEEs, nos níveis do início dos anos 1990.

Protocolo: evolução

  • 2008-2012: metas para reduzir as emissões de GEEs em 5%.

  • 2013-2020: metas para reduzir as emissões em até 18%.

  • 2002: ratificação brasileira ao Protocolo.

  • Mecanismos de Desenvolvimento Limpo: conjunto de ações que contribuem para a redução das emissões de GEEs.

  • Créditos de Carbono: os países ou instituições que emitirem quantidades mais elevadas de GEEs poderão adquirir certificados de controle de emissões para que consigam cumprir as metas definidas no Protocolo ou para garantir a imagem de instituição com responsabilidade socioambiental.

Acordo de Paris

A partir de 2007, as indefinições a respeito das metas do Protocolo de Kyoto e a resistência dos Estados Unidos para a adesão tornou necessária a revisão de compromissos.

  • Preocupações crescentes com os indícios demudanças climáticas globais, como o aumento da temperatura média do planeta.

  • 2015: sob os efeitos da COP-21, 196 países assinam a adesão ao Acordo. Desse total, 147 ratificam os termos desse acordo.

  • Critérios: 55% dos países devem ratificar o acordo e, ao mesmo tempo, devem ser responsáveis por 55% ou mais das emissões globais totais de GEEs.

Pontos

  • Compromissos de revisão dos termos do Acordo a cada 5 anos.

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