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Resumo de Sintaxe: Função Sintática dos Pronomes - Gramática

Quer estudar Sintaxe: Função Sintática dos Pronomes? Aqui no Stoodi você encontra resumos grátis de Gramática que podem ser salvos em PDF para ajudar na sua preparação para o Enem e principais vestibulares.

AULA 1

Função sintática dos pronomes relativos

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Recapitulando, pronome relativo é aquele que se relaciona com um termo antecedente. A partir dessa relação é possível reconhecermos a função desse pronome dentro do período, que pode ser de Sujeito, Objeto Direto, Objeto Indireto, Complemento Nominal, Predicativo do Sujeito, Agente da Passiva e Adjunto Adverbial. Um dos passos para descobrir sua função é decompor o período composto em períodos simples.

 

Função sintática de sujeito

  • Ex: Os alunos QUE estudaram bastante foram aprovados.

Decompondo: Os alunos estudaram bastante. Os alunos foram aprovados.

Neste exemplo o pronome relativo QUE retoma o sujeito ALUNOS, evitando sua repetição. Logo, ele assume a função de SUJEITO desta oração subordinada. Assim:

  • Oração Principal: Os alunos foram aprovados
  • Oração Subordinada: Que estudaram bastante.

 

Função sintática de objeto indireto

  • Ex: Aqueles são os livros de QUE você precisa.

Decompondo: Aqueles são os livros. Você precisa dos livros.

Agora, o pronome relativo ocupou o lugar da palavra LIVROS, evitando sua repetição. Visto que LIVROS é OBJETO INDIRETO do verbo PRECISAR, já que QUEM PRECISA, PRECISA DE alguma coisa, o pronome relativo QUE assume a função de OBJETO INDIRETO neste caso. A preposição DE anteposta ao pronome também dá indício dessa sua função.

 

Função sintática de objeto direto

  • Ex: Chegaram as pessoas QUE convidei para a festa.

Decompondo: Chegaram as pessoas. Convidei as pessoas para a festa.

Neste caso o pronome relativo ocupa a posição da palavra PESSOAS. Esta, por sua vez, é OBJETO DIRETO do verbo CONVIDAR, pois QUEM CONVIDA, CONVIDA ALGUÉM. Logo, ele assume a função de OBJETO DIRETO.

 

Função sintática de complemento nominal

  • Ex: São várias as peraltices de QUE as crianças são capazes.

Neste exemplo, em vez da decomposição do período composto, podemos apenas transformá-lo num período simples (somente uma oração) e já ficará evidente a função do pronome. Assim:

  • As crianças são capazes de várias peraltices.

CAPAZES é um adjetivo, ou seja, se encaixa na classe dos NOMES. Se o pronome QUE neste caso insere a oração que relaciona essa capacidade às PERALTICES, pois as “crianças são capazes de várias peraltices”, ele assume a função de COMPLEMENTO NOMINAL, por completar o sentido do nome CAPAZES.

 

Função sintática de predicativo do sujeito

  • Ex: Admiro a grande pessoa QUE você é.

Decompondo: Admiro você. Você é uma grande pessoa.

A partir dessa decomposição, observamos que o pronome relativo faz a ligação entre o SUJEITO e uma característica desse sujeito, ou seja, seu PREDICATIVO. Portanto, ele assume aqui a função de PREDICATIVO DO SUJEITO.

 

Função sintática de agente da passiva

  • Ex: Aquela é a revista pela QUAL fui homenageada.

Decompondo: Aquela é a revista. Fui homenageada pela revista.

Aqui, o pronome relativo QUAL, ocupa o lugar da palavra REVISTA no segundo período. Visto que REVISTA é classificado como AGENTE DA PASSIVA, por ser executor de uma ação que está na voz passiva, e o pronome QUAL ocupa seu lugar, ele receberá, portanto, também essa classificação.

 

Função sintática de adjunto adverbial

  • Ex: Conheci a cidade ONDE meus pais nasceram.

Decompondo: Conheci a cidade. Meus pais nasceram na cidade.

O pronome ONDE aqui se relaciona com a palavras CIDADE. Esta, por sua vez, indica o LUGAR em que os pais NASCERAM, ou seja, atribui uma característica ao verbo NASCER. Dessa forma, a palavra CIDADE é um ADJUNTO ADVERBIAL do verbo nascer, e se o pronome ONDE se relaciona com ela, ele assume também essa função.

AULA 2

Pronome Se: Partícula Apassivadora

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Como Partícula Apassivadora, o pronome SE serve para indicar que a frase está na voz passiva sintética. Para confirmar, pode-se colocar a frase na voz passiva analítica, como a seguir:

  • Fazem-se unhas.
    Voz passiva analítica: Unhas são feitas.
     
  • Alugam-se casas.
    Voz passiva analítica: Casas são alugadas.

AULA 3

Pronome Se: Índice de Indeterminação do Sujeito

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Como Índice de Indeterminação do Sujeito, o pronome SE serve para indicar que o Sujeito da oração é indeterminado. A voz é ativa. Neste caso, caso seja feita a tentativa de passá-la para a passiva analítica, não será possível:

  • Necessita-se de voluntários para o hospital.
    Voz passiva analítica: Voluntários para o hospital são necessitados. ⇒ a frase perde o sentido.

AULA 4

Pronome Se: Reflexivo

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O pronome SE adquire a forma de Pronome Reflexivo quando a ação praticada pelo sujeito for sobre si mesmo:

  • Carolina vestiu-se perfeitamente.

Ou seja, Carolina praticou sobre si mesma o ato de se vestir.

 

Classificação

Direto: complemento sem preposição.

  • O menino se olhava no espelho.
     

Indireto: complemento com preposição.

  • O aluno resolvei dar-se uma chance.


Recíproco: remete a um sujeito composto ou plural.

  • Os dois boxeadores feriram-se.
  • O garoto e a garota beijaram-se.

AULA 5

Pronome Oblíquo com Função de Objeto

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O pronome oblíquo já tem função de complemento verbal, ou seja, ele pode atuar como objeto direto ou indireto.

Visto que o pronome é a palavra que substitui o nome, para descobrirmos se esse pronome tem função de objeto, vamos substituí-lo por um nome. Se após a substituição a frase continuar com o mesmo sentido, eis que teremos um pronome com função de objeto.

Exemplo:
Eu a vi estudando no saguão.
Eu vi a menina estudando no saguão.

Agora, para descobrir se a função é de objeto direto ou indireto:
O verbo “ver” está ligado diretamente ao complemento “menina”. Sendo assim, sabemos que se trata de um verbo transitivo direto (sem auxilio de preposição) e, logo, “menina” será objeto direto. Portanto, se “menina” é objeto direto, o pronome obliquo “a” que o substitui, terá função de objeto direto também.

AULA 6

Funções da palavra QUE

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Substantivo

Quando precedida por artigo e acentuada (quê), passando a ideia de “qualquer” ou “algum”.

Exemplos:

Sinto um quê de felicidade.

Os protestos tiveram um quê de violência.

 

 Advérbio de intensidade

Quando equivale a “quão”.

Exemplos:

Que longe de casa estamos!

Que bonita a roupa dela.

 

Pronome adjetivo

  • INDEFINIDO

Quando o “que” estiver acompanhando um substantivo indefinindo-o.

Exemplo: Não sei por que caminho ir.

  • INTERROGRATIVO

Quando estiver acompanhando um substantivo numa oração interrogativa.

Exemplo: Que curso você frequenta?

  • EXCLAMATIVO

Quando estiver acompanhando um substantivo numa frase exclamativa.

Exemplo: Que ideia maluca!

 

Pronome relativo

Quando substitui um substantivo e pode ser substituído por “o qual” ou “a qual”.

Exemplos:

É linda a saia que usei ontem na festa.

Comprei o livro de que você me falou.

 

Partícula de realce

Quando não possui função sintática, apenas realça uma ideia, podendo ser retirada da frase sem prejuízo de sentido.

Exemplos: 

Há dias que não a encontro.

Quase que não chego a tempo.

 

Conjunção coordenativa

Quando liga orações coordenadas, ou seja, independentes, podendo indicar uma adição de ideias, uma alternativa, uma adversidade ou uma explicação.

Exemplos:

A criança mexe que mexe no berço.

Que chova, que faça sol, irei à praia.

Pode falar o quanto quiser que não mudarei de opinião.

Levante-se, que já é tarde.

 

Conjunção subordinativa

Quando liga orações subordinadas, ou seja, dependentes entre si, podendo indicar uma causa, uma concessão, uma finalidade, um determinado espaço de tempo, uma consequência ou uma comparação.

Exemplos;

É melhor prestar atenção, que a estrada é muito perigosa.

Vou dizer toda a verdade, nem que me prendam. (embora)

Faço votos que sejas feliz. (finalidade dos votos)

Agora que eu ia viajar, chove.

Falou tanto que ficou rouco.

Meu irmão ficou maior que eu.

 

Conjunção integrante

Quando liga duas orações, mas não possui função sintática.

Exemplo: Ele havia dito que estaria lá.

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