Resumo de Produção e Dominação - Sociologia

Quer estudar Produção e Dominação? Aqui no Stoodi você encontra resumos grátis de Sociologia que podem ser salvos em PDF para ajudar na sua preparação para o Enem e principais vestibulares.

AULA 1

Sociedade de consumo

Assistir aula

Sistema Capitalista
No século XX, principalmente nos EUA, o sistema capitalista se consolida como base social.
A economia é a base da vida social.
Isso gera o consumismo.

 

Consumo
Gera algumas consequências, como: lucro das empresas, mais empregos, consumo de massa, globalização.

 

Problemas
Há também consequências problemáticas: o meio ambiente, nossa própria vida, dominação e controle, crises econômicas (p. ex., 1929).

 

AULA 2

Taylorismo

Assistir aula

Capitalismo Industrial
É o capitalismo vigente entre os séculos XVIII e XIX.
É marcado pela concorrência entre as empresas.
Surgem estratégias de disputa, como:

  • Aumentar jornada de trabalho
  • Diminuir salários
  • Contratar mulheres e crianças (recebem menor salário)
  • Modernizar máquinas

 

A produção
Na linha de produção, todo mundo trabalha junto.
O trabalhador executa o trabalho completo.
Ele domina a produção, mas com pouco especialização.
Acaba havendo um desperdício de trabalho.

 

Racionalização da produção
Taylor (1856 – 1915) muda a estrutura da linha de produção:

  • Especialização do trabalhador
  • Divisão por tarefas
  • Homem certo no lugar certo
  • Evitar desperdício de movimento

 

Hierarquia e Burocracia

Taylor propõe, ainda, estabelecer uma hierarquia entre trabalhadores e melhorar a burocracia.

Engenheiros e administradores controlam a produção. Portanto, a supervisão é humana (não por máquinas).

Aumenta-se a disciplina, rigor e organização da linha de produção.

Surge a administração científica.

 

AULA 3

Fordismo

Assistir aula

Objetivos

  • Reduzir os custos da produção
  • Mais trabalho no mesmo intervalo de tempo
  • Baratear a mercadoria
  • Captar mais consumidores


Esteira

Ford (1863 – 1947) implementa a esteira na linha de produção.

Antes da esteira, o operário se deslocava. Isso gera perda de tempo.

Com a esteira, o trabalhador fica fixo no lugar. A esteira leva o produto até ele.

A produção aumenta, o custo diminui.

 

AULA 4

Toyotismo

Assistir aula

Modelo fordista-taylorista

  • A produção aumenta
  • Os produtos têm pouca diferenciação
  • As mercadorias ficam guardadas no estoque
  • Para manter o estoque, os custos aumentam
  • O lucro diminui.

 

Década de 1970
Globalização: diversas culturas trocam experiências. Aparecem novas exigências de consumo. É preciso diferenciar os produtos.
Com as crises econômicas, estocar se mostra um problema.
As empresas passam por uma reestruturação: demissões em massa, terceirização, empregos temporários, trabalho em casa e informal.

 

Taiichi Ohno (1912 – 1990)
Foi trabalhador da fábrica da Toyota.
Inovou o sistema produtivo no pós segunda guerra mundial. Na década de 60, se espalha para outras fábricas.

 

Características

  • Mão-de-obra qualificada
  • Trabalhador conhece toda a produção
  • Mais qualidade
  • Menos quantidade
  • Produção just in time
  • Produzir conforme a demanda
    • O produto necessário
    • A quantidade necessária
    • No tempo necessário

 

AULA 5

Desemprego

Assistir aula

Taylorismo/Fodismo/Toyotismo
Melhoram a produção
Mas diminuem a mão-de-obra
Geraram o desemprego.

 

O que é desemprego?
É quando o indivíduo procura trabalho mas não consegue.
Na Grã-Bretanha, em 1930, o desemprego chegou a 20%.
Brasil, no segundo trimestre de 2016, chegou a 11,2% de desemprego.

 

Keynes (1883 – 1943)
Quando o poder aquisitivo diminui, o desemprego aumenta.
Solução: se o trabalhador virar consumidor, ele terá maior poder aquisitivo e o desemprego diminuirá.
Caberá ao Estado cuidar dos empregos.
Surge o Welfare State (1940 – 1970).

 

Globalização
A parir de 1970 a concorrência internacional aumenta e o Welfare State começa a desaparecer.
A mão-de-obra fica barata.
O emprego migra para países menos desenvolvidos, como o Brasil.

 

Causas do desemprego (estrutural)

  • Máquinas no lugar do homem
  • Baixa qualificação do trabalhador
  • Crise econômica: pouco consumo gera desemprego

Pleno emprego: a população consegue emprego

(Des)Emprego sazonal: trabalho temporário, ex: cultivo de cana, fim de ano, etc.

Consequências: trabalho informal, aceitar o que tem, etc.

 

AULA 6

Reificação

Assistir aula

Significado
Res = coisa
Reificação pode ser dita coisificação
É a transformação de algo em coisa.

O que vira coisa?
O ser humano. Nós nos transformamos em coisa, em objeto.
Lukács (1885 – 1971) percebeu que, no capitalismo, sujeito e objeto invertem seus papeis. O sujeito passa a ser tratado como objeto – eis a reificação.

Relação entre pessoas
Nós trataremos um ao outro como coisa.
O homem perde seu valor como sujeito.
Viramos mais uma “peça”; podemos ser trocados; somos desprezíveis.

 

AULA 7

Fetiche

Assistir aula

Dicionário
“Objeto a que é prestada adoração ou que é considerado como tendo poderes mágicos”.

Origem
Vem de feitiço: um objeto inanimado ganha vida.

Karl Marx
A mercadoria é o objeto que ganha vida. A mercadoria é um fetiche.
O valor do produto vai além do trabalho realizado.

Fetichismo da mercadoria
A vontade do capital é superior à vontade humana. É o capital que determina o que tem valor e o que não tem.
Oculta-se o caráter social do trabalho. O produto é mais importante que o trabalhador.
A mercadoria torna-se objeto de adoração e culto; a mercadoria ganha valor de sujeito.

 

AULA 8

Alienação

Assistir aula

Reconhecimento
Alienação é a separação entre:
Mercadoria e trabalhador; produto/produção e produtor.
O trabalhador ou produtor é desvalorizado.

Autorreconhecimento
O trabalhador não se identifica com seu trabalho. Ele não percebe sua reificação. O operário alimenta o fetichismo da mercadoria, num consumismo “cego”. O trabalhador não tem consciência de si e do mundo.

 

AULA 9

Ideologia

Assistir aula

Conceito
Naturalizar o que é cultural.
Ter um único ponto de vista. Aceitar esse ponto de vista como “neutro”.
O dominado aceita o discurso do dominante.

Exemplos

  • Explorado do lado do explorador
  • Negro escravocrata
  • Judeu nazista
  • Mulher machista
  • Estudante contra a escola
  • Pobre idolatrando rico
  • Trabalhador defendendo patrão

 

AULA 10

Legalismo

Assistir aula

Seguir cegamente a lei
Aceitar a lei, porque está na lei. Recusar, porque a lei proíbe. Obrigar, porque a lei impõe.
Nesses casos, a lei está acima das pessoas. Não há questionamentos: quem elaborou a lei? Quais os interesses? Representa que grupo? Está a serviço de quem?

Exemplos de lei

  • Servidão na Europa
  • Escravidão no Brasil
  • Segregação racial
  • Doutrinação religiosa
  • Submissão feminina
  • Exploração trabalhista
  • Regimes autoritários

 

Conta de email não verificada

Não foi possível realizar o seu cadastro com a sua conta do Facebook pois o seu email não está confirmado no Facebook.

Clique aqui para ver como confirmar sua conta de email no Facebook ou complete seu cadastro por aqui.

Entendi
Clicando em "Criar perfil", você aceita os termos de uso do Stoodi.