Mortalidade infantil: o que é, causas e mais!

Um dos assuntos mais recorrentes nos vestibulares e no Enem é a mortalidade infantil. Afinal, a taxa é um dos indicadores sociais que revelam muito sobre a qualidade vida de um país, e por isso é tão importante estudar o assunto.

Falando nisso, você está afiado sobre o tema? Para se preparar para as provas é preciso estar por dentro de tudo o que é cobrado — e nisso se inclui o tópico mortalidade infantil no mundo. Fique tranquilo que o Stoodi vai ajudar você nessa! Neste post, reunimos tudo o que você precisa saber. Acompanhe!

O que é mortalidade infantil?

A mortalidade infantil, como o nome já sugere, é a morte de crianças em seu primeiro ano de vida. Ela diz muito sobre a assistência que um país presta a seus habitantes.

Nos países mais desenvolvidos, esse índice é bem reduzido, já que as causas têm a ver com as condições de vida da população. Assim como, nos países subdesenvolvidos, é mais elevado, sendo um problema de desigualdade social global.

A questão da mortalidade infantil é tão relevante que a ONU (Organização das Nações Unidas) estabeleceu a sua redução mundial entre as principais Metas de Desenvolvimento do Milênio — um conjunto de medidas para melhorar o padrão de vida das pessoas, principalmente nos países mais pobres.

Causas da mortalidade infantil

Conforme ressaltamos, as causas da mortalidade infantil estão diretamente relacionadas às condições que cada nação oferece à sua população. Algumas das causas para o aumento do índice de mortalidade infantil são:

  • falta de assistência no pré-natal;
  • desnutrição da gestante;
  • desnutrição da criança;
  • precariedade ou ausência de saneamento básico, que gera várias doenças por contaminação da comida e da água;
  • epidemias, como malária e ebola;
  • deficiência ou ausência de políticas públicas de educação;
  • falta de acompanhamento médico pediátrico;
  • pouca instrução da gestante.

Todas essas causas podem ser evitadas com políticas públicas efetivas nas esferas da saúde, educação, saneamento e habitação. Quando os países conseguem melhorar esses índices, automaticamente a mortalidade infantil é reduzida.

Taxa de mortalidade infantil

Em suma, a taxa de mortalidade infantil é um indicador sobre a quantidade de bebês que vão a óbito antes de completar o primeiro ano de vida. Ela é calculada a partir da comparação entre o número de crianças que morreram a cada mil nascidas vivas, por determinado período — um semestre ou um ano, por exemplo.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estabelece uma média razoável, isto é, um número que pode ser considerado dentro do aceitável, que é a morte de 10 bebês a cada mil nascimentos.

Dessa maneira, números acima deste são classificados como alarmantes, o que ocorre mais comumente em países muito pobres, como Afeganistão e Angola, em que os índices são altíssimos, chegando a 100 mortes por mil nascidos vivos.

Em contrapartida, as nações desenvolvidas apresentam taxas bem baixas, como o Japão e a Suécia, em que a média fica abaixo de 3 mortes por mil nascidos vivos.

Assim, vale reforçar que o resultado da taxa de mortalidade infantil reflete a eficiência dos serviços públicos, como a disponibilidade de médicos e remédios, educação, alimentação, pré-natal, saneamento básico e outros.

A partir dessa análise, é possível implantar políticas públicas de melhoria das condições de vida da população — sobretudo contando com a ajuda dos países mais desenvolvidos para os mais carentes.

bebe mortalidade infantil

Mortalidade infantil no Brasil

Agora que você já sabe o que é e a importância da análise da mortalidade infantil, deve estar curioso para saber qual é a taxa no Brasil, certo? Bom, é isso que vamos abordar neste tópico.

Nos últimos 70 anos, o país conseguiu baixar drasticamente a taxa de mortalidade infantil, passando de 146,6 mortos para cada mil nascidos vivos, em 1940, para 12, 8 em 2017. No entanto, como vimos, é um índice que ainda está acima do indicado pela OMS.

Um fato interessante é que, no ano de 2016, houve um aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil em relação aos anos anteriores. Isso se deu por conta da crise econômica, que baixou o padrão de vida de muitos brasileiros.

Além disso, foi o ano em que a epidemia do Zika vírus acometeu muitas gestantes, que deram luz a bebês com microcefalia — uma doença em que o cérebro tem o desenvolvimento comprometido e a criança nasce com o crânio menor —, sendo este um dos fatores que levaram ao aumento da taxa de mortalidade infantil em 2016.

Como a mortalidade infantil é abordada nos vestibulares?

Você já está por dentro do que é a taxa de mortalidade infantil. Agora só falta entender melhor como esse assunto pode ser abordado dentro de uma prova de vestibular ou do Enem, certo? Confira as dicas as seguir!

Redação

A mortalidade infantil pode ser o tema da redação do Enem. Um exemplo é “A mortalidade infantil no contexto brasileiro“. Geralmente, os candidatos recebem dois pequenos textos de apoio e devem dissertar sobre eles, desenvolvendo argumentos, dentro das regras da língua portuguesa, e sugerir uma intervenção respeitando os direitos humanos.

Questões

O assunto também pode ser tratado por meio de questões objetivas. Geralmente, ele está presente nas perguntas de geografia, mas também pode ser encontrado em biologia. Veja alguns exercícios que vão ajudar você a se preparar para responder a essas questões:

A taxa de mortalidade infantil é um índice importantíssimo para dar pistas de quais são as condições de vida de uma determinada região. Como é matéria recorrente em vestibulares e no Enem, é preciso estudá-la para se preparar.

Já que você está estudando para se sair bem nas provas, o Stoodi vai te dar aquela ajuda esperta! Que tal aprender sobre transição demográfica? Aproveite videoaulas, planos de estudos e exercícios para ficar ainda mais por dentro. Experimente agora mesmo!

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