Se você tem interesse em saber tudo sobre o Enem e ainda quer receber algumas dicas essenciais para se dar bem no dia do exame, este conteúdo foi feito especialmente para você! Confira agora o nosso guia completo sobre o Enem 2018.

Se você deseja ingressar em uma faculdade para fazer o curso dos seus sonhos, é preciso se preparar para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio — o famoso Enem. Mas antes de começar os estudos, você deve entender do que se trata esse importante exame, sua estrutura, o que é cobrado em cada prova, como é feito o cálculo da nota e como garantir um bom resultado no Enem.

O que é o ENEM?

O Enem é um dos maiores exames aplicados no país e ajuda milhares de estudantes a entrarem na faculdade, mas nem sempre foi assim. Antes, ele não era utilizado como meio de acesso à educação superior. Quer saber mais sobre o que é e como funciona o Enem? Confira, abaixo, um pequeno resumo sobre ele.

Um pouco de história

O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998 pelo governo federal (completando 20 anos agora em 2018) e é elaborado e mantido pelo Inep — Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Originalmente, o objetivo era apenas avaliar o conhecimento dos estudantes formandos no Ensino Médio, para medir a qualidade do ensino básico no país.

Foi apenas a partir de 2009 que as notas do exame começaram a ser utilizadas como critério de seleção para o preenchimento de vagas nas Instituições de Ensino Superior (IES) públicas.

Pouco a pouco, as principais universidades do país começaram a adotar o Sisu, que por sua vez utiliza a nota do Enem, como processo seletivo, substituindo os tradicionais vestibulares — que mantinham calendários diversos e cobravam diferentes conteúdos, pois cada instituição tinha uma banca responsável pela elaboração dos concursos.

Vestibular Unificado

Com a decisão do governo de utilizar o Sisu como seleção unificada nas principais universidades, a maioria destas instituições — tanto públicas quanto particulares — aceitam a nota do Enem para eleger seus estudantes. Esse processo unificado é visto como democrático, pois alunos de regiões menos desenvolvidas do país — onde não há muitas instituições de ensino superior — podem concorrer a vagas nas melhores universidades em outros estados.

Algumas instituições ainda não adotam o Sisu, e consequentemente o Enem, como método de seleção. Outras aceitam a nota do exame apenas como uma das etapas do vestibular.

Algumas instituições ainda não adotaram a nota do ENEM como método de seleção e outras aceitam a nota apenas como uma das etapas do vestibular.

Porém, como as provas do Enem trazem diversas vantagens para os candidatos, mesmo que a universidade escolhida por você não adote o exame para o ingresso, você não vai ficar de fora dessa, não é mesmo? Confira, abaixo, os principais benefícios do Enem!

Quais as vantagens de se fazer a prova do ENEM?

Além de conseguir a sua tão sonhada vaga em uma boa faculdade, o ENEM traz muitas outras vantagens aos candidatos. Veja algumas delas!

Ingressar no Ensino Superior

O acesso ao ensino superior com a nota do Enem pode se dar de várias formas: por meio do Sisu, com bolsas do Prouni e até mesmo em parcerias com universidades de Portugal. Entenda cada uma dessas possibilidades!

SISU

O Exame Nacional do Ensino Médio é utilizado para o preenchimento de vagas nas principais universidades públicas do país por meio do Sisu — Sistema de Seleção Unificada.

O Sisu é um sistema informatizado, criado e gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do qual as instituições públicas ofertam as vagas de seus cursos para os candidatos que participaram do Enem. Isso acontece duas vezes ao ano, a primeira oferta de vagas ocorre em janeiro e a segunda fica para o início do segundo semestre.

Para se candidatar a uma vaga, é preciso se inscrever no site do sistema — utilizando a senha e o número de inscrição do Enem — e escolher até duas opções de curso. Atente-se para o fato de que, dependendo da graduação desejada, algumas áreas do Enem têm mais ou menos peso — o que pode afetar a classificação. Alguns cursos, inclusive, exigem nota mínima para a inscrição. Vamos falar sobre o cálculo das notas do exame mais para a frente!

A grande vantagem de utilizar o seu resultado do Enem para concorrer a uma vaga pelo Sisu é que, diferente dos vestibulares tradicionais, você não precisa informar, de imediato, em qual curso, instituição e unidade quer entrar. Você pode escolher com calma e, até mesmo, mudar de ideia durante o processo, caso o período de inscrição ainda não tenha encerrado.

Como a inscrição é feita no ano seguinte à realização do Enem, fique de olho nas datas para não correr o risco de perder essa oportunidade! As inscrições para o Enem 2018 acontecem entre os dias 07 e 18 de Maio. Como visto, é pouco tempo! Então, não dê bobeira!

PROUNI

Além do Sisu, outra opção de ingresso no ensino superior oferecido para quem fez o Enem é a participação no Programa Universidade Para Todos (Prouni). Criado em 2004, esse programa oferece bolsas — parciais e integrais — para o pagamento de mensalidades em uma instituição privada. Para conseguir o benefício, é preciso ter tirado a nota mínima de 450 pontos, não ter zerado em redação e atender a alguns critérios socioeconômicos.

De acordo com o site do Prouni, são aptos a participar do programa:

  • estudantes oriundos de escola pública — ou de escola privada com bolsa integral da própria instituição;
  • alunos com deficiência;
  • professores da rede pública que exercem o magistério na educação básica e são integrantes do quadro permanente da escola (sem a necessidade de comprovação de renda).

Como informado, as bolsas podem ser parciais (de 50%) ou integrais (de 100%). Para concorrer a uma bolsa integral, o candidato deve, ainda, comprovar uma renda familiar bruta mensal de até um salário-mínimo e meio (por pessoa). Já no caso da bolsa parcial, a renda precisa ser de até três salários-mínimos por membro da família.

Instituições portuguesas

Você sabia que é possível tentar uma vaga em uma instituição de ensino de Portugal com a nota do Enem 2018? Em 2014, o governo português fez mudanças na legislação educacional do país e isso deu autonomia às universidades e institutos de ensino, que agora podem decidir como é feito o ingresso de estudantes estrangeiros em seus cursos — antes, era necessário fazer o “vestibular nacional” de lá.

A Universidade de Coimbra foi a primeira a assinar um convênio interinstitucional com o Inep para usar as notas e as informações de desempenho dos candidatos do Enem como meio de acesso aos seus cursos.

A partir de então, diversas instituições públicas de Portugal fecharam acordos e também aceitam a nota do Enem no processo seletivo. Hoje, são 28 delas — entre universidades e institutos politécnicos — e você pode conferir a lista aqui.

Essa é uma boa notícia para quem sonha em estudar fora do país — além de ser uma chance de fazer um intercâmbio internacional e conhecer outras culturas. Nesse caso, porém, os custos não são bancados pelo governo e, embora sejam públicas, as universidades em Portugal cobram taxas dos alunos.

Ensino Técnico

Para quem deseja fazer um curso técnico, formar em menos tempo e já entrar no mercado de trabalho, o Enem pode ser uma ótima oportunidade. A Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) é parecida com o Sisu e oferece vagas gratuitas para cursos técnicos em instituições públicas ou privadas.

O candidato deve se inscrever gratuitamente no Sisutec e escolher até dois cursos entre as diversas opções oferecidas pelas instituições participantes do processo. A maioria das vagas é destinada a estudantes que completaram todo o ensino médio em escola pública (ou em colégio privado na condição de bolsista integral) e a negros, pardos e indígenas que também estudaram em escola pública — ou em instituição privada como bolsista.

Um curso técnico é uma boa alternativa para começar a trabalhar o quanto antes, pois essa modalidade de ensino tem uma duração menor do que a graduação — em torno de 2 anos — e o mercado tem alta demanda por profissionais técnicos. A última edição do programa, porém, aconteceu em 2015. Por isso, é preciso ficar de olho e acompanhar as notícias à espera de um novo edital do programa.

Financiamento estudantil (FIES)

Se você não conseguiu uma boa pontuação para ingressar em uma universidade pública, é possível usar a nota do Enem para obter um financiamento estudantil por meio do Fies — o Fundo de Financiamento Estudantil. Criado pelo Governo Federal em 2001, o programa é uma forma de conseguir um empréstimo para pagar seus estudos em uma faculdade particular.

O Fies passou por mudanças recentes e, hoje, oferece três possibilidades de financiamento:

  1. Juros zero: essa modalidade é reservada para quem tem renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. O estudante começa a pagar as prestações de acordo com os limites de seus rendimentos e garante a diminuição dos encargos ao longo do tempo.
  2. Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste: destinada para alunos dessas regiões, essa modalidade é subsidiada pelos recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento. Para concorrer, o aluno deve comprovar uma renda familiar mensal de até cinco salários.
  3. Todas as regiões do Brasil: financiada com recursos do BNDES, podem participar dessa modalidade os estudantes de todo o país que comprovarem renda familiar mensal de até cinco salários mínimos, assim como na anterior.

Além de atender aos critérios socioeconômicos listados acima, o candidato deve cumprir com os seguintes requisitos:

  • Ter participado de uma das edições do Enem a partir de 2010;
  • Ter uma média igual ou maior do que 450 pontos;
  • Não ter zerado a redação.

As inscrições do Fies devem ser realizadas no site Fies Seleção, onde há um cronograma com as principais datas. Confira o calendário de 2018:

  • 19/02 a 02/03: Período de inscrições nas modalidades do Fies e do P-Fies
  • 05/03: Resultado da pré-seleção na chamada única e Lista de Espera na modalidade do Fies
  • 26/03: Resultado da pré-seleção na modalidade do P-Fies
  • 07/03 a 15/03: Complementação da inscrição no FiesSeleção pelos candidatos pré-selecionados na chamada única na modalidade do Fies
  • 07/03 a 13/04: Os candidatos participantes da Lista de Espera na modalidade do Fies que forem pré-selecionados deverão complementar sua inscrição no FiesSeleção no prazo de 3 (três) dias úteis, a contar da divulgação de sua pré-seleção no FiesSeleção.

Colaborar com seu desenvolvimento

Independentemente da nota obtida no Enem, uma das vantagens de se fazer a prova está na possibilidade de se desenvolver pessoal e intelectualmente. E isso é uma grande oportunidade de se aprimorar!

As provas do Enem apresentam questões que envolvem interpretação de texto, correlação entre ideias, interdisciplinaridade e caráter crítico. Você não terá uma pergunta direta e técnica, por exemplo. Na verdade, você encontrará algumas informações e precisará pensar a respeito do tema cobrado. Quanto mais você treinar, melhor.

Se a sua nota não foi suficiente para passar no curso desejado, use a experiência para melhorar os seus pontos fracos e priorize-os durante o estudo. Ao preparar seu cronograma (como veremos adiante), deixe mais tempo para aqueles conteúdos que você tem mais dificuldade.

Por exemplo, se você foi bem em matemática, mas não conseguiu uma boa nota na redação do Enem, foque na leitura e na escrita — mas sem se esquecer das outras matérias. Assim, você tem mais tempo para treinar as habilidades e competências que não domina tanto.

Além disso, o Enem pode ser feito por quem ainda não terminou o Ensino Médio. Isso é possível por meio da inscrição como treineiro — aqueles estudantes que não completaram 18 anos até a data da primeira prova e vão concluir o Ensino Médio em anos seguintes ao da aplicação do exame.

Se você se encaixa nessa categoria, o Enem é uma excelente ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Dessa maneira, é possível identificar quais áreas você tem mais facilidade e aquelas que você precisa se dedicar mais.

Auxiliar na melhoria da educação

Por fim, esse benefício é coletivo, pois, ao participar do Enem, você contribui para a melhoria do ensino no país. As notas de cada prova, as estatísticas e outros dados (como os socioeconômicos e de idade) contribuem para o desenvolvimento de análises e estudos aprofundados sobre a educação brasileira.

Com essas informações, os pesquisadores conseguem identificar os pontos que precisam de melhorias e aqueles que devem ser priorizados. Dessa forma, é possível entender as áreas em que os estudantes brasileiros têm mais dificuldade e desenvolver formas de aprimorar o ensino de determinadas competências e habilidades.

Então, além de ter a chance de garantir a sua vaga, você colabora para um futuro melhor para a educação do país!

ENEM em 2017 em números

Perfil dos inscritos

A maioria dos inscritos confirmados para o Enem 2017 já havia concluído o Ensino Médio. Esse grupo de participantes representa 59,3% do total. Os concluintes em 2017 representam 31,9% dos inscritos e aqueles que concluíram o Ensino Médio depois de 2017 são 7,8% do total. Apenas 0,9% não está cursando e não concluiu o Ensino Médio.

Em relação a 2016, aumentou o número de participantes concluintes, que passou de 20,4% para 31,9%; e diminuiu o número de participantes que fazem a prova em busca de uma autoavaliação, comumente chamados de treineiros. Eles eram 15,7% do total de participantes de 2016.

As mulheres continuam sendo a maioria: 58,6% das inscrições confirmadas são do sexo feminino. Os participantes do sexo masculino representam 41,4%. Em relação à cor/raça, 46,5% se autodeclararam pardos, 35,9% brancos e 12,8% pretos. Indígenas são 0,6% dos participantes confirmados em 2017.

Inscritos por UF

São Paulo segue como o estado com o maior número de participantes confirmados: 1.045.445. Minas Gerais vem em seguida com 660.797. Outros estados que se destacam em número de inscrições são: Bahia (425.562), Rio de Janeiro (407.221), Pernambuco (343.345), Ceará (341.393) e Pará (321.367). O sudeste responde por 36% das inscrições confirmadas. O nordeste tem 33%; o norte, 12%; o sul, 11% e o centro-oeste, 8%.

Como será o ENEM em 2018?

Depois de conhecer um pouco da história do Exame Nacional do Ensino Médio e os benefícios de se fazer a prova, você deve estar se perguntando “quando será o Enem 2018?”.

Confira, abaixo, as principais informações e as datas mais importantes para garantir sua inscrição no Enem e não perder essa chance de entrar no ensino superior!

  • Edital: o edital do Enem 2018 foi publicado no dia 21 de março. Não deixe de conferi-lo com atenção!
  • Provas: como na última edição, o exame ocorrerá em dois domingos consecutivos — 4 e 11 de novembro.
  • Inscrições: as inscrições para o Enem 2018 acontecerão entre os dias 07 e 18 de maio. A taxa cobrada será de R$ 82,00. Para se inscrever, você precisará do RG e do CPF.
  • Local da prova do Enem 2018: os locais da prova poderão ser consultados com o Cartão de Inscrição, no endereço eletrônico do Inep.
  • Horário: os portões abrem às 12h (horário de Brasília) e fecham, impreterivelmente, às 13h. Portanto, nada de se atrasar!
  • Mudança importante para o Enem 2018: o segundo dia de prova terá duração maior! Você terá 30 minutos a mais para realizar a prova.

Isenção da taxa de inscrição ENEM 2018

Para conseguir isenção do pagamento de inscrição, o candidato deverá se enquadrar em um dos seguintes critérios:

  • Concluir o Ensino Médio na rede pública (isenção automática);
  • Ter cursado todo o nível médio em escola pública — ou em instituição privada com bolsa integral — e comprovar renda familiar mensal igual ou menor do que um salário mínimo e meio por membro da família (de acordo com termos da lei 12.799);
  • Ser inscrito no CadÚnico.
  • No ano de 2018, os candidatos devem solicitar a isenção da taxa antes da inscrição. Entre os dias 2 e 11 de Abril, as solicitações devem ser enviadas e o resultado será divulgado no dia 23 de Abril.

Mas, atenção! Nos dois últimos casos, é preciso esperar o pedido ser deferido para garantir a isenção. Caso seja negado, será gerado um boleto para pagamento da taxa.

Além disso, o MEC divulgou os números do Enem 2017 e anunciou que teve prejuízos com candidatos que se inscreveram como isentos e não compareceram nos dias de prova. Nesse caso, se o candidato faltou no ano passado e deseja pedir isenção novamente, será preciso comprovar a ausência. Se isso não for possível, a taxa de R$ 82,00 deverá ser paga normalmente.

O que estudar para o ENEM?

O exame é composto por 4 provas objetivas — com 45 questões cada — e 1 prova de redação. Antes de conhecer os detalhes, é importante entender melhor como os conteúdos são abordados e o que eles pretendem avaliar. Ou seja, é preciso compreender os conceitos de competências e habilidades.

Competências e habilidades

Os conteúdos cobrados no Enem são baseados na Matriz de Referência, documento que especifica as competências e as habilidades necessárias para responder às situações-problema da prova.

Há muitos estudos sobre esses conceitos — cada um com abordagens e definições distintas. Mas, de modo geral, podemos dizer que uma competência é a capacidade que o indivíduo tem de mobilizar conhecimentos variados (de ordem social, cultural e comportamental) para resolver determinada situação.

O MEC se apoia no conceito de Perrauld. Segundo esse autor, para resolver um problema, o ser humano utiliza diversos recursos cognitivos para estabelecer relações com — e entre — a situação, os objetos físicos, as pessoas e o contexto.

Assim, uma competência não é algo que se adquire na escola, decorando matérias. As competências são únicas e são desenvolvidas ao longo de toda a vida do sujeito. Por isso, elas devem nortear todo o currículo do ensino básico, desde o primeiro ano da criança na escola, pois são importantes para o desenvolvimento pessoal, social e profissional dos alunos.

Já as habilidades são as aplicações práticas das competências adquiridas. Uma habilidade está ligada ao “saber fazer”. É o indivíduo aplicar todo o seu conhecimento de mundo e suas competências para resolver uma situação complexa.

Por isso, na Matriz de Referência, encontramos as habilidades descritas sempre com verbos no infinitivo, seguido de um conteúdo e um contexto, como demonstração do caráter prático e interdisciplinar da prova, o que exige a mobilização de todos os conhecimentos do participante para responder às questões.

Eixos cognitivos

Os eixos cognitivos são comuns a todas as áreas do conhecimento. Ou seja, é a capacidade que o aluno deve ter de mobilizar todo o conhecimento adquirido e acumulado para solucionar questões de maneira ética, responsável e cidadã.

Ao todo, são 5 eixos cognitivos:

  1. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola ou inglesa.
  2. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
  3. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema.
  4. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente.
  5. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

Partindo desses conceitos, o Exame Nacional do Ensino Médio é dividido, como mencionado acima, em 4 cadernos com 4 grandes áreas do conhecimento. São elas:

1. Ciências Humanas e suas Tecnologias

Neste grupo estão as questões relacionadas às disciplinas de Geografia, História, Filosofia e Sociologia.

Esse caderno sempre traz notícias, quadrinhos, charges e gráficos — e você precisará interpretá-los e relacioná-los com outras informações (dadas ou não na prova), além de entender o contexto, para marcar a resposta correta

Os textos dessa área costumam ser extensos e, por isso, é preciso ler tudo com muita calma e atenção.

2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Essa grande área de conhecimento traz exercícios baseados nas matérias de Física, Química e Biologia.

Como você pode imaginar pelo nome, além de questões do universo técnico-científico, esse caderno tem situações relacionadas ao meio ambiente e a tópicos como recursos hídricos, reciclagem de materiais, sistemas naturais, impactos oriundos de atividades socioeconômicas etc.

Portanto, se você costuma acompanhar os noticiários, ler reportagens e matérias sobre esses temas, já está no caminho certo!

3. Matemática e suas Tecnologias

Esse caderno é bem direto e objetivo! São questões de Matemática que demandam o raciocínio lógico do candidato, além da habilidade de relacionar dados, porcentagens e gráficos com as informações contidas na prova para resolver as situações-problema.

Lendo os comandos com atenção e interpretando bem as questões, você consegue respondê-las corretamente — mesmo se cálculos e operações não são o seu forte!

4. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Esse caderno contém questões das disciplinas de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira Moderna (espanhol ou inglês) e Artes. Os exercícios dessa área também costumam ser extensos e trazem diversos gêneros e tipos textuais, como publicidades, quadrinhos, trechos de obras literárias e notícias.

Como em todo o exame, o candidato deve atentar para a interpretação, mas, aqui, é ainda mais importante ler as questões com calma e interpretá-las de modo adequado.

Quanto à língua estrangeira, você deverá escolher, no ato da inscrição, se quer fazer a prova de inglês ou de espanhol. A dica aqui é: não invente! Escolha aquela com a qual você tem mais afinidade, para garantir uma boa nota!

Como é a prova de redação do ENEM?

A redação cobrada no Enem é um texto dissertativo-argumentativo escrito em língua portuguesa, no qual o candidato deve elaborar uma tese, organizar fatos e argumentos para defender seu ponto de vista e apresentar uma proposta de intervenção.

Se você nunca ouviu falar em proposta de intervenção, relaxe, pois vamos te explicar! Na redação do Enem, é esperado que você identifique a problemática (tema), apresente sua posição e aponte uma forma de resolver essa situação. Esse último parágrafo com a solução para o problema se chama proposta de intervenção.

Até 2016, o Enem também abordava temas ambientais. A partir de 2017, o edital do exame informou que as propostas de redação serão problemáticas brasileiras de caráter social, político ou cultural.

Para contextualizar o problema e incentivar o candidato na mobilização de seus conhecimentos, a prova traz alguns textos motivadores — que podem ser trechos de leis, quadrinhos, gráficos, propagandas, entre outros.

A redação do Enem é corrigida por, no mínimo, 2 avaliadores, que levam em conta as competências do candidato para a elaboração do texto. A cada competência é dada uma nota de 0 a 200, seguindo os critérios estipulados pelo Inep para o Enem.

Veja as 5 competências avaliadas durante a correção da redação do Enem:

  1. Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.
  2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das áreas de conhecimento, dentro dos limites do texto dissertativo-argumentativo.
  3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
  4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
  5. Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

É preciso salientar que os textos motivadores têm a função apenas de contextualizar o tema e motivar o raciocínio do participante, para que ele consiga reunir suas ideias e apresentar um texto original, coeso e coerente.

Então, não vá fazer cópias integrais dos textos motivadores, pois isso pode zerar ou diminuir bastante a sua nota — e as suas chances de passar!

Atente-se a alguns critérios que podem zerar a redação do Enem:

  • Texto insuficiente (menos de 7 linhas);
  • Fuga ao tema;
  • Cópia dos textos motivadores (se houver menos de 7 linhas originais);
  • Parte desconectada (lembra dapolêmica receita de miojo na redação do ENEM?);
  • Não atende ao tipo dissertativo-argumentativo.

Além disso, evite inserir desenhos, sinais gráficos não relacionados — como hashtags (#) —, rasuras e rabiscos por toda a prova, pois isso também pode zerar a redação — assim como texto em língua estrangeira, mensagens políticas ou religiosas (como orações), palavras de baixo calão, hinos e trechos de música, recados ou bilhetes e trechos sobre outros assuntos. Ah, também é proibido se identificar na redação do Enem.

O que fazer para não acabar nas pérolas do ENEM?

Como visto, é necessário tratar a prova de redação com seriedade e mobilizar todo o seu conhecimento para escrever bem — evitar de sair nas pérolas do Enem — e garantir uma boa nota! Para treinar, você pode aproveitar os assuntos que mais caem no Enem!

Veja abaixo alguns dos temas que já foram propostos nas últimas edições do exame (a partir de 2010 até hoje):

  • 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
  • 2011: Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado
  • 2012: Movimento imigratório para o Brasil no século 21
  • 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
  • 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
  • 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
  • 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
  • 2017: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Como a nota do ENEM é calculada?

As notas do exame não são calculadas pelo método tradicional, em que as respostas certas são somadas e atribui-se uma pontuação (como acontece nas escolas). Em vez disso, o Enem utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Essa metodologia usa a estatística para determinar a nota do candidato e leva em conta 3 fatores:

  • A quantidade de acertos;
  • Coerência individual dos alunos;
  • Nível de dificuldade de cada item.

O Inep mantém um banco de dados com milhares de questões previamente testadas. Para cada uma dessas perguntas é atribuído um nível de dificuldade — de acordo com o que foi identificado durante os testes.

A coerência do candidato é medida com a ajuda do nível de dificuldade de cada item por meio de análises estatísticas. Espera-se que um participante que acerta as questões mais difíceis também marque a resposta correta nas mais fáceis.

Com essa análise, é possível determinar, por exemplo, que um candidato que acerta as perguntas mais complexas, mas erra as mais simples, pode ter tido sorte ao marcar as respostas, interferindo na coerência do desempenho. Nesse caso, essas questões têm um menor peso para o cálculo do resultado do Enem.

O cálculo da consistência das respostas é feito com a ajuda de uma escala chamada régua de medição, que vai do nível mais fácil ao mais difícil — com a nota 500 como mediana.

Imagine dois candidatos que obtiveram o mesmo número de acertos na prova de matemática. Um deles, acertou as questões mais fáceis e medianas e errou as mais difíceis, enquanto o outro conseguiu responder corretamente às perguntas mais complicadas, mas errou as medianas e fáceis. Segundo a metodologia TRI, o primeiro participante do exemplo — por ter tido maior coerência nas respostas — pode tirar uma nota maior do que o segundo candidato que, provavelmente, chutou as respostas.

No entanto, mesmo que um chute possa diminuir em alguns pontos a sua nota, não deixe nenhuma questão sem resposta!

Resolução da prova

A verdade é que, muito provavelmente, você talvez precisará “chutar” questões no Enem, já que o tempo para realizar o exame é muito apertado. Você terá cerca de três minutos para ler cada questão, pensar a respeito daquele tema, relacionar as informações, fugir das pegadinhas — sim, o Enem pode ter pegadinhas — e marcar a sua alternativa.

É realmente muito corrido, por isso o modo como você resolve o exame pode interferir muito no seu resultado final.

Quer uma dica? Já que a consistência é um dos critérios de avaliação, dê prioridade para as questões mais fáceis e que você domina. Sempre que você emperrar em alguma delas, pule e volte depois. Assim, você consegue garantir pontos preciosos e seus eventuais “chutes” ficam para as questões mais complexas.

Pegadinhas do Enem

Engana-se quem pensa que o Enem não possui pegadinha. Na verdade, os itens do Enem trazem, de forma bem sutil, um recurso chamado “distratores”.

Funciona basicamente assim: a prova te apresenta um enunciado e pede para você marcar a alternativa certa em relação ao que foi pedido no exercício.

A grande sacada do Enem é trazer mais de uma resposta com conteúdo correto, os chamados distratores. Neste caso, lembre-se que apenas uma alternativa se relaciona com o enunciado e você precisa identificá-la.

Agora, fala a verdade, com apenas três minutos para interpretar o texto, você acha que essas pegadinhas são tão visíveis? Pois é, o fator tempo deixa tudo mais complicado. É por isso que você precisa pensar na melhor maneira de estudar para esse exame.

Como estudar para o ENEM 2018?

Agora que você chegou até aqui e já conhece todos os detalhes do exame, veja como se preparar melhor para as provas em novembro!

Crie um cronograma de estudos

A melhor maneira de se organizar e aproveitar todos os momentos disponíveis para alcançar o seu objetivo é com um cronograma de estudos. Por isso, separe algumas horas para se planejar!

O primeiro passo para criar um plano de estudos é analisar a sua rotina. Para facilitar, anote todas as suas atividades do dia a dia, definindo um horário para cada uma delas. Por exemplo, se você trabalha e estuda, coloque em um papel os horários de trabalho, o tempo que você gasta se locomovendo, as horas reservadas para o estudo e também aquelas destinadas para o descanso e lazer.

Depois, é hora de determinar quais matérias e conteúdos serão estudados nos momentos reservados para isso. Nessa fase do planejamento, é importante considerar alguns fatores, como o curso pretendido (pois as questões têm pesos diferentes) e a facilidade que você tem em determinadas disciplinas.

Portanto, priorize aqueles conteúdos que vão influenciar em sua nota — inclusive as matérias que você tem mais dificuldade.

O importante, aqui, é dividir um objetivo maior (conseguir uma vaga na faculdade) em metas menores de curto prazo — mais fáceis de serem visualizadas e cumpridas. Mas lembre-se de cumprir o que foi determinado no planejamento e faça disso uma rotina!

Utilize a tecnologia ao seu favor

Para facilitar a criação do cronograma e a gestão do tempo de estudo, aproveite a tecnologia e tenha tudo registrado em seu smartphone ou computador. Veja algumas sugestões de apps e ferramentas úteis para estudantes do ENEM!

Google Planilhas

Para criar o seu cronograma de estudos e fazer a divisão das matérias e conteúdos, o serviço de planilhas do Google pode ser um ótimo aliado. Assim, você pode montar o planejamento e deixá-lo disponível para ser visualizado ou editado de qualquer lugar por meio de um aparelho conectado à internet.

Pomodoro Timer Lite

Este aplicativo gratuito para aparelhosAndroid usa a técnica Pomodoro, em que o tempo é dividido em blocos de 25 minutos para se concentrar em uma atividade — com descansos de 5 minutos e uma pausa maior (de 30 minutos) após completar quatro blocos de estudo.

RescueTime

Este aplicativo é ideal para monitorar as horas gastas em sites, apps e redes sociais. Assim, você pode controlar quanto tempo permanece no feed do Instagram, por exemplo. ORescue Time emite um alerta quando você fica um longo período em determinados sites e também permite o bloqueio de endereços e serviços.

Faça simulados ENEM

Outra maneira de garantir uma boa nota é por meio de simulados ENEM, que podem ser feitos com asprovas das edições passadas. Os simulados ajudam a entender como o exame funciona na prática.

Para isso, separe dois dias (de preferência, no fim de semana), procure um local calmo e silencioso e reserve o horário para recriar o ambiente da prova. Além disso, o tempo deve ser cronometrado, para ter um ambiente o mais parecido possível com o do dia oficial.

Depois de terminar a prova, confira o gabarito do ENEM e analise as questões que você errou e as matérias que teve mais dificuldade. Você pode utilizar essas informações para priorizar essas disciplinas no cronograma de estudos.

Escreva, escreva, escreva!

No caso da prova de redação, a principal dica é: escreva sempre! Faça temas de redações dos anos anteriores e procure por novos temas. O mais importante é que a redação seja corrigida por um profissional experiente, que conhece os métodos de correção do ENEM e pode apontar os erros e indicar melhorias na escrita.

Leia bastante

Este não é nenhum segredo: para escrever bem, é preciso ler bastante! Por isso, leia sempre e de tudo — desde editoriais de jornais até livros de economia e grandes clássicos da literatura!

Desse modo, você conhece os diversos estilos de escrita, aumenta seu vocabulário, acessa diversos pontos de vista sobre assuntos variados, tem contato com ótimos escritores e observa como a língua portuguesa padrão funciona em sua modalidade escrita — e pode usar todos esses conhecimentos na sua redação do Enem.

Acompanhe as atualidades

Outra maneira de se dar bem na redação e em provas das áreas de Linguagens e Ciências Humanas é acompanhar as atualidades, ou seja, os temas e assuntos que são motivos de discussão pública no Brasil — como conflitos diversos, além de questões sociais, culturais e políticas relevantes.

Por isso, leia um bom jornal, ouça podcasts e rádios de notícias e acompanhe as novidades que acontecem no mundo — um desses tópicos pode, inclusive, ser o próximo tema de redação do Enem 2018!

Pratique atividades físicas

O corpo precisa estar preparado para suportar todo o estresse e cansaço provocados por horas e horas de estudo. Por isso, é recomendado reservar um tempo no seu cronograma para praticar algum exercício físico — pode ser uma caminhada, andar de bicicleta ou mesmo uma corrida com os amigos na avenida ou na praça. Mas é importante se exercitar, pois isso dá mais ânimo para continuar os estudos rumo ao seu objetivo!

Reserve um dia para descanso e lazer

Não adianta gastar todo o tempo disponível e ficar de cara nos livros até cair de cansaço! Para aprender, o cérebro precisa estar descansado! Então, além de estipular um horário para ir dormir cedo e descansar o suficiente para acordar disposto no outro dia, é preciso separar, pelo menos, um dia da semana para o lazer.

Assim, você esquece da pressão dos estudos e se diverte um pouco. Pode ser assistir a um filme, passear com os cachorros, visitar um amigo ou parente ou ir em um parque da cidade. O importante é se desligar pelo menos por uns instantes e relaxar!

O que fazer no dia da prova do ENEM?

Depois de ficar o ano todo concentrado nos estudos, é preciso tomar alguns cuidados para evitar complicações no dia da prova. Veja algumas dicas para não se estressar no tão esperado dia e garanta que todo o seu esforço tenha valido a pena!

Durma bem na noite anterior

Durma o mais cedo possível um dia antes da prova. Para isso, deixe o celular longe da cama (pois a luz do aparelho prejudica o sono) e tente relaxar para dormir tranquilamente. Se preciso, tome um chá de camomila ou conte carneirinhos — tudo isso é válido para evitar uma insônia um dia antes do exame!

Chegue no local da prova do Enem com antecedência

A dica anterior é útil, inclusive, para que você consiga chegar cedo no local da prova do Enem. Para isso, pesquise o local com antecedência — se possível, visite-o antes da prova, verifique o meio de transporte mais adequado e saiba quanto tempo você vai gastar para chegar até lá.

Analise o itinerário e atente-se ao fato de que outras centenas ou milhares de pessoas também estarão na mesma situação. Portanto, quanto mais cedo você conseguir chegar, melhor, para garantir que você não se transforme em um meme da internet por ter chegado com os portões fechados.

Coma alimentos leves

Um dia antes do Enem — e no dia do exame —, consuma alimentos leves e não invente comer algo que você não está acostumado. Imagine passar mal durante a prova? Isso pode colocar todo o seu esforço a perder. Por isso, alimente-se bem, mas com comidas leves e saudáveis.

Para o dia da prova, você pode preparar um kit lanche Enem, contendo barras de cereal, algum doce (como um chocolate) e um suco natural. Frutas também são uma boa pedida!

Leve apenas os itens necessários

No dia da prova, lembre-se de levar apenas o necessário:

  • Um documento de identificação original com foto;
  • Comprovante de inscrição;
  • Uma caneta preta fabricada com material transparente;
  • E comidas e bebidas leves.

Isso é tudo o que você precisa — e o que é permitido pelo Inep —, portanto evite levar outros objetos. Se no momento de entrar na sala, você estiver portando celular, calculadora e outros itens não permitidos, eles deverão ser guardados e lacrados no envelope fornecido pelo avaliador — e colocado embaixo da carteira. Certifique-se, porém, de que o smartphone esteja desligado. Se o aparelho tocar durante a prova, você pode ser desclassificado! E lembre-se: calculadora no Enem não pode!

Confira seus dados

Antes de começar a prova, confira se o seu nome e número de inscrição estão corretos no caderno de questões do Enem, na folha de redação, no cartão-resposta e na lista de presença. Se identificar qualquer erro, informe imediatamente a um avaliador.

Além disso, verifique se os cadernos contêm todas as questões — em ordem correta — e veja se não há nenhum erro de impressão que possa dificultar a leitura.

Cuidado com o tempo

Como as provas são extensas, é preciso tomar cuidado para não passar tempo demais tentando resolver uma questão e perder minutos preciosos. Lembre-se de que é necessário reservar, pelo menos, 30 minutos para transferir as respostas para o cartão. Além disso, considere o tempo de escrever o rascunho da redação e transcrevê-la à caneta para a folha oficial. Uma dica é treinar a questão do tempo nos simulados Enem!

Ficar nervoso nesse momento não vai adiantar nada! Então, leia as questões do Enem atentamente — e com calma — e tente resolver os problemas usando todo o seu conhecimento, suas competências e habilidades desenvolvidas ao longo do tempo. Temos certeza de que você vai dar o seu melhor e sair da prova com a sensação de dever cumprido!

Agora que você já sabe tudo sobre o Enem 2018, siga as nossas dicas e prepare-se com antecedência para o grande dia! Gostou do nosso post e quer saber como garantir a aprovação?Conheça o Stoodi e prepare-se para o exame com aulas online e conteúdos de qualidade!