Quero subir minha nota de Inglês em um vestibular específico. Tem jeito?

Olá, galerinha, todo mundo bem?

Nestes anos de sala de aula em cursos pré-vestibular, ao final da aula, quase toda semana um aluno vem até mim com um “professor, vou prestar vestibular tal neste final de semana. Tem alguma dica especial?”

Como esta pergunta é recorrente em sala de aula, imagino que vocês também a façam – mas sem a possibilidade de me parar no corredor ao final da nossa videoaula. Então vamos à resposta!

Primeiramente, se você leu as colunas anteriores, deve ter visto sobre a importância da leitura constante e do estudo gramatical. Em resumo, ler notícias diariamente vai fazer com que você amplie seu repertório de vocabulário e se acostume com o gênero de texto mais comum em vestibulares. A gramática, por outro lado, vai te ajudar a estabelecer temporalidade entre as ações da narrativa do texto, auxiliar na compreensão do todo e responder àquelas questões que são focadas em gramática, como modal verbs e linking words.

Ler constantemente e aprimorar sua gramática são pré-requisitos na preparação para qualquer vestibular de Inglês. Vamos agora então às dicas para provas específicas.

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A banca examinadora mantém algum website com comentários e análises além do edital em si? Caso sim, vale super a pena visitar a página e entender como a banca pensa sua prova. É um erro enorme achar que todo vestibular de inglês é a mesma coisa. Saiba que não. Há peculiaridades em cada um deles. Conhecer o “monstro” que você precisa enfrentar vai te ajudar a “passar de fase” – gamer feelings agora.

Seguindo ainda nesta mesma linha de raciocínio, analise as provas dos últimos quatro anos do vestibular que você quer prestar. Não basta resolvê-las, tem que analisar! Pare para pensar nos tipos de questões das provas. Quantas são de gramática? E quais os temas abordados? Quantas em cima de fatos pontuais do texto? E de referência, há alguma? Procure similaridades entre estes últimos 4 anos.

Veja também os tipos de erros mais comuns nas questões. Grife os erros nas alternativas e procure por padrões. Fazem uso de informações inversas, como “mais” por “menos”? Trocam itens bobos, como “dois meses” por “três meses”? As questões são confusas demais e beiram a anulação ou possuem erros bem nítidos? Conheça o que te aguarda.

Uma última dica: muitos vestibulandos caem no erro de pensar que “é uma prova feita pela Fundação Vunesp, ou pela Fundação Carlos Chagas ou qualquer outra, e então há um padrão único para todas as provas criadas por esta fundação”. Negativo. Pense que a fundação que concebe a prova atua como uma empresa que vende provas para faculdades, que são seus clientes. O cliente tem o poder de definir como será sua prova, de acordo com seus próprios critérios de seleção de seus futuros alunos. Textos mais longos ou mais curtos, sobre atualidades ou saúde, provas com mais ou menos gramática – tudo é uma escolha do cliente. À fundação cabe apenas conceber a prova segundo estas exigências. Portanto, você precisa analisar provas da faculdade que você quer prestar, não qualquer prova da fundação que criou aquele exame.

Então é isso. Vamos destruir provas por todo o país, combinado? Boa semana a todos e até a próxima!

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