Aprenda tudo sobre formas geométricas!

É impossível estudar matemática para o vestibular e deixar logo as formas geométricas de fora do conteúdo a ser exercitado, e revisado, não é mesmo? Afinal, são inúmeras as questões que envolvem direta ou indiretamente essas figuras e que colocam em prova o seu conhecimento sobre perímetros e áreas.

Por essa razão, trouxemos um post para discutir esse assunto e explicar as diferenças existentes entre as imagens que você encontra nos livros, nas apostilas, nos simulados e afins. Leia até o fim para saber mais!

Formas planas

Para começar há as formas planas. Quando falamos delas, nos referimos àquelas figuras livres de volume interno. Por isso, elas recebem o nome plano, porque não há diferentes níveis a serem observados e contabilizados. Ao contrário, a sua atenção deve estar nas medidas que cada uma traz.

Para tanto, é importante ter em mente que existem duas categorias de formas planas: a dos polígonos — figuras fechadas compostas por retas — e a dos não polígonos — figuras abertas ou que apresentam curvas.

Entre as figuras mais comuns, podemos citar o círculo, o quadrado, o triângulo e o retângulo. Contudo, nas provas de matemática, as que mais são cobradas são as menos usuais, compostas pelo hexágono, o paralelogramo, o pentágono, o losango e o trapézio. De todas elas, apenas o círculo se trata de um não polígono.

É importante já começar a se familiarizar com elas desde agora porque existem dois cálculos matemáticos muito comuns envolvendo os polígonos. Abaixo, você confere mais detalhes sobre ambos!

Perímetro dos polígonos

O perímetro dos polígonos é um conta simples que envolve, basicamente, a soma dos lados existentes da figura. Por exemplo, um trapézio tem quatro lados (A, B, C e D). Portanto, você deve somar todos eles para chegar a um resultado final. O mesmo acontece com o triângulo que tem três (E, F e G) e o pentágono que tem cinco lados (H, I, J, K e L).

Área dos polígonos

A área dos polígonos, por outro lado, é um cálculo um pouco mais complexo, pois envolve duas variáveis: se a figura é regular ou irregular. Um bom indicativo disso são justamente as medidas delas.

Se a forma em questão tem lados iguais e, consequentemente, os mesmos ângulos internos, dizemos que ela é regular. Agora, se um ou mais lados diferem dos demais e isso afeta os ângulos internos, não há escapatória: automaticamente ela se torna irregular.

No caso dos polígonos regulares, a área será encontrada a partir do seguinte cálculo: o perímetro dos lados da figura multiplicado pelo apótema — que é representado por aquela clássica reta no centro da imagem. Uma vez feita essa conta, você deve dividir o número obtido por dois. Eis então a sua área.

Já no caso dos polígonos irregulares, cada figura tem o seu cálculo próprio. Sim, isso mesmo que você leu. Porém, nada de se desesperar antes da hora, ok? Veja alguns exemplos para entender como funciona:

  • área do triângulo: como ele tem dois lados iguais e só a base é diferente, o resultado pode ser achado a partir da multiplicação da base pela altura (que representa os lados iguais), dividindo, em seguida, o número por dois;
  • área do retângulo: tem lados opostos que são semelhantes tanto na horizontal quanto na vertical. Por isso, o cálculo é mais simplificado. Basta você calcular a base multiplicada pela altura — que está nos lados menores;
  • área do trapézio: não há qualquer similaridade entre os lados, embora eles sejam paralelos entre si. Para fazer suas contas, some a base maior mais a base menor. Em seguida, multiplique pela altura — que é encontrada entre as duas bases — e finalize dividindo por dois.

Formas não planas

As formas geométricas não planas, também conhecidas como formas geométricas espaciais, são as que tem dois ou mais níveis a serem avaliados, o que confere a elas uma aparência 3D. Os exemplos mais comuns envolvem a pirâmide, o paralelepípedo, o cubo, o cone, a esfera, o cilindro e o prisma.

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Os cálculos matemáticos envolvem principalmente a área e o volume delas — este último sendo um ponto-chave nessas imagens. Aqui, assim como acontece com os polígonos irregulares, cada figura espacial tem a própria fórmula para encontrar o resultado.

Fractal

O fractal também faz parte das figuras geométricas. A diferença dele para os demais é que ele não tem um padrão preestabelecido, podendo se apresentar com diferentes visuais — em sua maioria, bastante abstratos. Além disso, quando dividimos a estrutura interna dele encontramos a mesma forma externa. É como se ele fosse formado por vários minifractais.

Exercícios e exemplos

Como você leu até aqui, há diferentes formas geométricas e fórmulas matemáticas envolvendo elas. Por isso, é essencial praticar o reconhecimento e a aplicação delas.

A melhor forma de fazer isso é por meio de uma rotina de questões que tragam exemplos de desenhos com formas geométricas nos mais diferentes contextos. Por exemplo, um retângulo que é representado por um terreno ou então um paralelepípedo que é identificado por meio de uma piscina.

A partir daí, você pode exercitar os cálculos e se habituar a usá-los sem decorebas ou truques, mas sim porque memorizou e assimilou a forma de respondê-los.

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E então, curtiu saber sobre as formas geométricas e como treinar para mandar ver nas questões que trazem elas? Pois comece a praticá-las quanto antes. Além disso, mantenha em paralelo os seus estudos para as demais matérias que caem no vestibular. Assim, você fica 100% preparado para garantir a sua aprovação!

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