Relações Internacionais: o guia completo!

O dia a dia do vestibulando é cheio de dúvidas e reflexões, não é mesmo? Entre questionamentos como “quais são as principais matérias que devo estudar?” e “qual o melhor vestibular para realizar?”, sempre surge a dúvida sobre qual curso superior seguir.

Essa, talvez, seja a questão mais importante que você deve se fazer. Afinal, é ela que orientará todo o seu processo de estudo, proporcionando motivação para continuar focando. Você sabia que um curso bastante concorrido atualmente é Relações Internacionais? Isso porque ele lida com estudos relacionados a cultura, sociedade, política e economia.

Pensando em ajudá-lo a tomar essa decisão e seguir uma carreira promissora, nós desenvolvemos este artigo com as principais informações sobre a faculdade de Relações Internacionais para você. Boa leitura!

O que é Relações Internacionais?

Relações Internacionais é um curso superior que forma profissionais capazes de entender, identificar e conduzir relações entre nações, povos, culturas e empresas, tanto na área política quanto no campo econômico, cultural, comercial, social, militar e do Direito.

Nesse sentido, quem opta por seguir a carreira de internacionalista está habituado a investigar e analisar o cenário mundial, conhecer os diversos tipos de mercado, os riscos culturais, políticos e econômicos que acontecem entre as nações, avaliando sempre a possibilidade de parcerias e cooperações internacionais para promover o bem-estar comum.

Além disso, o internacionalista pode trabalhar em empresas multinacionais, abrindo portas para o comércio exterior e facilitando a construção de acordos bilaterais e multilaterais que criam novas oportunidades para todas as partes.

Com diversas formas de facilitar a comunicação entre instâncias — sejam elas nações, empresas e ONGs (Organizações Não Governamentais) —, o curso de Relações Internacionais permite que o profissional estabeleça uma relação entre diferentes culturas para ampliar a internacionalização e a globalização.

Resumo do curso

Como você já deve ter percebido, o curso Relações Internacionais envolve muita comunicação, pesquisa e comprometimento. Durante os semestres, os alunos estudam três grandes áreas: política, direito e economia. Afinal, é necessário ter conhecimento desses campos para ser um bom mediador entre os interesses internacionais.

Assim, os alunos precisam dedicar-se a compreender as disciplinas teóricas, analisando as diversas metodologias de trabalho, sobretudo nos primeiros semestres. Com a evolução do curso, as aulas tornam-se mais práticas, dando espaço para simulações de negociações para treinar as técnicas de oratória, capacidade argumentativa e posicionamento pessoal.

Isso tudo facilita o entendimento de como acontecem as transações políticas, empresariais, econômicas e comerciais entre as nações e quais são as relações existentes entre essas movimentações e os interesses de cada país.

Vale lembrar que o curso demanda um alto nível de leitura dos alunos, então, se você não gosta muito de ler e de se manter conectado com o que acontece mundo afora, Relações Internacionais pode não ser a melhor alternativa de carreira, ok?

Ainda, é necessário ter o domínio de línguas estrangeiras, sobretudo o inglês, para dar conta das teorias. Como o próprio nome do curso aponta, quem faz curso de Relações Internacionais precisa conhecer diversos idiomas para facilitar essa comunicação entre os países.

Por fim, para que você se forme com sucesso e conquiste o tão sonhado diploma, é necessário dedicar pelo menos um semestre para fazer o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), seguindo uma linha de pesquisa da sua escolha que, inclusive, pode servir de orientação profissional para depois de formado.

Duração do curso

Para que o aluno tenha uma experiência completa e desenvolva todas as habilidades necessárias para ser um excelente internacionalista, ele precisa completar pelo menos 4 anos de graduação, sendo que algumas instituições de ensino apresentam cinco anos de curso, com dois semestres práticos a mais.

Durante todos os semestres, os estudantes debatem temas da atualidade, como os conflitos sociais e políticos, guerras atuais, situações econômicas de países em desenvolvimento e a função e responsabilidade das organizações internacionais — como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OMC (Organização Mundial do Comércio).

Relações Internacionais: salário

O universo profissional conta com muitas dúvidas, assim como o período pré-vestibular. Um dos questionamentos mais frequentes entre os graduandos é o salário que o profissional recém-formado consegue conquistar, sobretudo dentro do mercado de trabalho concorrido.

Se você escolheu Relações Internacionais como profissão, deve ter em mente que o salário cresce de forma processual. Nesse sentido, logo depois de formado, é comum começar com uma base salarial entre R$ 1.200,00 e R$ 1.800,00, dependendo do estado e cidade de atuação, bem como da função que você desempenha.

Depois de cinco anos de formado, em média, você consegue encontrar empresas mais especializadas que disponibilizam salários melhores, ganhando entre R$ 8.000,00 e R$ 10.000,00, sobretudo nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, atuando em ONGs, embaixadas e consulados.

Relações Internacionais: estágio

Você lembra que comentamos sobre a necessidade de realizar o TCC para se formar em Relações Internacionais? Em algumas faculdades, é necessário fazer um estágio obrigatório na área para conseguir o diploma. Isso porque a profissão de internacionalista demanda uma boa experiência no campo para ter um desempenho satisfatório no mercado, já que ela exige boa comunicação e posicionamento em qualquer ambiente de trabalho.

Assim, você pode optar por realizar os estágios disponibilizados pela universidade da sua escolha ou procurar vagas externas, encontrando uma empresa ou ONG que coincida com seus valores e princípios enquanto futuro profissional.

Agora, se a sua faculdade de Relações Internacionais não exige um estágio obrigatório, você ainda pode investir nessa experiência para ter vivências diferenciadas durante a graduação e já começar a montar o seu currículo desde cedo. Isso faz com que você ganhe visibilidade no mercado, encontrando mais possibilidades depois de formado.

Para realizar um estágio extracurricular, você pode procurar vagas em sites especializados, como Catho, Sine e NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágio), que apresentam oportunidades para os estudantes de todos os cantos do Brasil.

E mais, se você deseja ter uma experiência no serviço público, é possível fazer parte do programa Novos Valores e conseguir uma vaga dentro de algum Ministério e Secretaria, tanto estaduais quanto federais. Assim, você amplia o seu olhar e conhece como funciona a rede pública dentro do nosso país, além de identificar como o profissional de Relações Internacionais pode atuar dentro desse campo.

Vale lembrar que o período mais indicado para iniciar um estágio não obrigatório é a partir da quarto semestre, quando as bases teóricas do curso já estão mais consolidadas e você tem uma visão mais ampla do que é ser profissional de Relações Internacionais.

Ainda, as vagas costumam aparecer com mais frequência em fevereiro e agosto, então vale a pena ficar de olho nos sites nessas épocas do ano.

Por fim, separamos uma pequena lista para você conhecer quais são as habilidades mais cobradas nos estágios — sejam eles obrigatórios ou não —, para você se dar bem e começar a trilhar uma carreira de sucesso dentro do mundo das Relações Internacionais.

  • apresentar um inglês consolidado, de preferência com nível intermediário, avançado ou fluente;
  • demonstrar vontade de aprender e conhecer o ambiente de trabalho;
  • ter facilidade em trabalhar em equipe;
  • não ter medo de se comunicar e desenvolver essa habilidade;
  • perguntar com frequência quando qualquer dúvida aparecer;
  • cumprir com as responsabilidades de forma madura e assumir os seus erros;
  • respeitar os valores e princípios da empresa ou ONG;
  • entender os horários de entrada e saída e respeitá-los com frequência;
  • ser proativo e disposto a ajudar os colegas;
  • estar aberto a conhecer as pessoas, suas funções e o universo das Relações Internacionais no campo real.

Curso de Relações Internacionais

Até então, comentamos sobre o que são Relações Internacionais e os pontos principais da profissão internacionalista. Mas, afinal, como acontece o curso? Caracterizada como bacharelado, a graduação conta com diversas disciplinas que incentivam a ciência e profissão, garantindo uma experiência completa na área.

Assim, o curso é dividido em três instâncias, como já apresentamos: a parte política, a econômica e a de Direito, sendo que todas elas englobam estudos na área de Sociologia, História, economia, função das organizações e o papel da integração regional.

Além disso, por ser uma graduação que envolve bastante prática, com simulações de negociações, os alunos precisam desenvolver um bom conhecimento de estatística, Psicologia, Filosofia, Geografia e atualidades para conquistar uma boa retórica e aprimorar suas formas de argumentação e comunicação.

Vale lembrar que o curso de Relações Internacionais pode ser feito tanto presencial quanto a distância, nos formatos EAD e semipresencial — fique tranquilo, falaremos mais sobre isso a seguir! —, sendo que todas as modalidades precisam ser reconhecidas pelo MEC (Ministério da Educação).

Ainda, o internacionalista não precisa registrar-se no conselho para poder atuar na área, já que a profissão não conta com um específico, apenas um departamento dentro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

No entanto, caso você queira trabalhar nas áreas de Administração ou Economia, precisa ter o registro em seus respectivos conselhos para poder exercer a profissão de forma legal.

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Nota de corte: Relações Internacionais

Quem estuda para o vestibular sabe que um dos principais dados que é preciso ter preocupação é com a nota de corte, certo? Afinal, ela é um valor fundamental para a vida do vestibulando, determinando qual o nível de foco e concentração você precisará ter no seu plano de ensino para entrar na graduação.

Se você ainda não sabe quais são as notas de corte de Relações Internacionais, fique tranquilo! Nós separamos os dez cursos mais concorridos do Brasil para você ter uma ideia de quanto precisa tirar no Enem para ingressar na graduação. Preparado?

  • Universidade Federal do Rio Grande Do Sul, Faculdade de Ciências Econômicas — Campus Centro, turno integral — 755.0;
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro, campus Cidade Universitária, turno noturno — 748.0;
  • Universidade Federal de Santa Catarina, campus universitário Reitor João David Ferreira Lima, turno integral — 746.0;
  • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Unidade Sede, turno noturno —738.0;
  • Universidade de Brasília, campus universitário Darcy Ribeiro, turno integral — 736.0;
  • Universidade Federal de São Paulo, campus Osasco, turno integral — 735.0;
  • Universidade Federal de Uberlândia, campus Santa Mônica — Reitoria, turno integral — 733.0;
  • Universidade Federal Fluminense, campus do Gragoatá, turno matutino — 733.0;
  • Universidade Federal de São Paulo, campus Osasco, turno noturno — 728.0;
  • Universidade Federal de Goiás, campus Samambaia, turno matutino — 726.0.

Relações Internacionais: grade curricular

Uma das maneiras mais eficientes para garantir uma boa escolha profissional é analisar a grade curricular do seu curso de preferência. Afinal, observar as disciplinas ministradas, identificar seu plano de ensino e imaginar-se estudando o conteúdo, faz com que você amplie o seu olhar para a profissão, permitindo uma visualização completa da sua carreira.

Em outras palavras, você consegue perceber se quer ou não aprender determinado conteúdo, fazendo um levantamento do quanto você gostou do curso e tomando uma decisão coerente com suas vontades e ambições.

Por isso, nós listamos a seguir as principais disciplinas que o curso de Relações Internacionais apresenta, lembrando que existem outras matérias práticas que estimulam a aplicação da teoria. Vamos lá?

  • Teoria das Relações Internacionais;
  • Política Externa;
  • Segurança, Estudos Estratégicos e Defesa;
  • Economia Política Internacional;
  • História das Relações Internacionais;
  • Ciência Política;
  • Ciências Sociais;
  • Introdução ao Comércio Exterior;
  • Legislação Aduaneira;
  • Direito Internacional e Direitos Humanos;
  • Instituições, Regimes e Organizações internacionais.
  • Economia;
  • Direito;
  • Sociologia;
  • Filosofia;
  • Estudos Socioculturais;
  • Geopolítica e Geoestratégia;
  • Antropologia;
  • Geografia;
  • Metodologia de pesquisa científica;
  • Estatística;
  • Teoria do Conhecimento;
  • Trabalho e Entretenimento em Língua Inglesa;
  • Ética Profissional do Internacionalista;
  • Regimes Internacionais;
  • Organizações Internacionais;
  • Política Externa Brasileira;
  • Teoria e Análise Política;
  • Direito Internacional Público e Privado;
  • Operações Cambiais.

É importante lembrar, também, que o currículo varia de universidade para universidade. Nesse sentido, é possível que a sua faculdade de Relações Internacionais não tenha as disciplinas idênticas ao curso de outra instituição.

Relações Internacionais EAD

A oferta de Relações Internacionais EAD ainda é baixa, já que poucas universidades no Brasil disponibilizam o curso a distância reconhecido pelo MEC. As que apresentam essa opção garantem uma plataforma de fácil acesso, com chats, exercícios, vídeos, jogos pedagógicos e fóruns de debate para aprimorar a qualidade de ensino.

Com sites acessíveis e conteúdos de qualidade, os alunos têm mais praticidade para estudar, podendo assistir às aulas diversas vezes e encontrar novas formas de aprender por meio da tecnologia.

Se você optar pelo curso de Relações Internacionais EAD, seja ele completamente a distância ou semipresencial, deverá cumprir os quatro anos da mesma forma que a graduação presencial, além do período de estágio obrigatório, caso cobrado pela instituição de ensino.

Faculdade de Relações Internacionais

Não é nenhum mistério que, para ter sucesso profissional, o aluno precisa estar inserido em um ambiente educativo confortável e de qualidade, além de, é claro, dedicar-se aos estudos e aprendizagem. Por isso, a escolha da faculdade de Relações Internacionais é muito importante para garantir uma boa vaga no mercado de trabalho.

Cientes da relevância que essa decisão apresenta para a vida dos vestibulandos, a Folha de São Paulo desenvolve anualmente diversas pesquisas para analisar a qualidade dos cursos brasileiros e, então, monta um ranking com as melhores universidades (RUF) que disponibilizam determinada graduação.

No caso da Relações Internacionais, três universidades ganharam destaque em 2018 e tendem a manter a sua liderança no ranking nacional, são elas:

  • Universidade de São Paulo (USP);
  • Universidade de Brasília (UnB);
  • Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A seguir, você pode conferir mais informações sobre cada uma delas para fazer uma escolha consciente!

Relações Internacionais USP

A USP lidera o ranking das melhores faculdades de Relações Internacionais no Brasil. Atualmente, é possível entrar na graduação utilizando a nota do Enem, ou realizando o vestibular da FUVEST. Aqui, os alunos tendem a aprender tanto sobre o mercado de trabalho brasileiro e exterior, preparando-se para sua vida profissional, quanto sobre as técnicas e atitudes que um bom internacionalista deve ter.

Relações Internacionais UnB

A UnB segue logo atrás da USP, garantindo o segundo lugar no ranking. Quem realiza o curso nessa universidade tem um bom destaque no mercado de trabalho, além de ter um excelente ensino que viabiliza diversas oportunidades para seus alunos.

E mais, por estar no centro dos poderes brasileiros, a universidade possibilita um contato direto com as instâncias legislativas, executivas e judiciárias, permitindo uma boa comunicação entre eles e fornecendo grandes eventos com a comunidade internacional.

Relações Internacionais Unesp

A Unesp, embora fique na nona posição do ranking, carrega consigo um excelente reconhecimento no mercado de trabalho. Atualmente existem dois cursos oferecidos, localizados em diferentes campi, que garantem uma formação de qualidade para os alunos.

Ambos focam no mercado de trabalho, introduzindo os alunos ao ambiente competitivo que se apresenta, assim como no mundo das pesquisas, estimulando a produção acadêmica por meio de grupos de estudo, pesquisa e extensão.

Ainda, o curso de Relações Internacionais Unesp se destaca por viabilizar diversos intercâmbios, o que desenvolve ainda mais a habilidade de comunicação, retórica e prática dos estudantes.

Pós-graduação: Relações Internacionais

Assim como os vestibulandos apresentam diversas dúvidas existenciais durante seus estudos, os estudantes de graduação também se deparam com muitas dificuldades no dia a dia.

Uma delas, e talvez a principal, é a preocupação em relação ao mercado de trabalho. Afinal, com um curso que está crescendo bastante, cada vez mais profissionais se formam na área e lotam um campo de atuação que antes não era tão restrito.

Dessa maneira, as especializações ganharam destaque, exigindo um currículo mais qualificado para garantir uma posição melhor no mercado e conseguir uma boa estabilidade financeira e reconhecimento profissional.

Justamente por isso, muitos internacionalistas recém-formados investem em cursos de especialização e pós-graduação em Relações Internacionais. Afinal, por meio do estudo e atualização na área, eles conseguem aprender mais sobre o seu campo de trabalho e refinar a sua prática, garantindo o tão sonhado destaque e sucesso laboral.

Hoje em dia, é possível investir em pós-graduações presenciais, semipresenciais ou a distância, sendo que cada uma delas tem seus ramos de especialização, como:

  • Economia Política Internacional;
  • Cultura e questões normativas nas Relações Internacionais;
  • Diplomacia;
  • Relações Internacionais Contemporâneas.

Mestrado: Relações Internacionais

Você lembra que comentamos sobre a possibilidade de seguir carreira acadêmica depois de formado? Pois é, para quem quer se tornar professor ou investir na área da pesquisa e investigação, o mestrado se torna um ponto importante para o currículo.

É por meio dele que você começa a ser introduzido nesse universo, conhecendo as relações entre as faculdades e instituições de ensino, as metodologias de pesquisa e técnicas de intervenção.

E mais, o mestrado em Relações Internacionais abre as portas para a realização de novas experiências, criando uma rede de contatos excelentes para o futuro e aumentando suas chances de empregabilidade, independentemente se o seu objetivo é seguir dando aula ou não.

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O profissional de Relações Internacionais

Embora Relações Internacionais seja um curso bastante procurado atualmente, muitas pessoas ainda se questionam sobre o que faz o profissional dessa área. Bom, o internacionalista, via de regra, trabalha com a comunicação entre as diferentes nações, tanto de órgãos públicos quanto de instituições privadas.

Nesse sentido, abre-se um grande leque de possibilidades de atuação para o internacionalista. Assim, ele contribui para a sociedade de maneira construtiva ao alinhar os interesses de dois povos distintos, aprimorar o comércio exterior, investir em políticas que estimulam a economia e promoção de cultura em determinada nação e outras intervenções, como:

  • analisa o cenário mundial, considerando as situações políticas e econômicas entre os países;
  • organiza os trâmites legais para a instalação de uma empresa ou negócio estrangeiro no seu país, propondo formas de adequar a cultura e clima organizacional;
  • media negociações e acordos entre diferentes nações, representando os interesses de um determinado país, estado ou cidade;
  • avalia formas e possibilidades de parcerias e negócios que potencializam a cooperação internacional;
  • orienta projetos no exterior.

Perfil do internacionalista

Não é nenhum mistério que o curso de Relações Internacionais exige uma série de características dos seus alunos. Assim como as Engenharias demandam o gosto pelo cálculo e a Literatura o desejo pela leitura, quem quer realizar Relações Internacionais precisa ter e desenvolver diversas habilidades.

A principal delas é ter conhecimento de outra língua, sobretudo o inglês. Isso porque, logo nas primeiras fases, os estudantes utilizam como referência textos em outros idiomas para entender as teorias e práticas da graduação.

Outra característica fundamental é gostar de ler e estudar, principalmente itens relacionados a história, política, economia, conflitos internacionais e comunicação, já que são elementos bases que sustentam qualquer atuação na área.

Por fim, é necessário desenvolver tolerância cultural e sentir emparia por outras populações e comunidades, deixando a mente aberta para novas experiências e compreendendo que cada nação tem o seu ponto de vista sobre determinado problema.

Relações Internacionais: mercado de trabalho

Você já deve ter percebido que o mercado de trabalho para o profissional formado em Relações Internacionais é bastante amplo. Desde atuações em agências governamentais até a diplomacia, o internacionalista pode desenvolver o seu trabalho de forma significativa em diferentes frentes.

Assim, se você seguir essa carreira, pode atuar dentro do mundo do comércio exterior, auxiliando as empresas no processo legal de compra e venda de produtos e serviços, assim como investir na atividade de analista internacional, prestando serviços para empresas como coleta de dados, elaboração de relatórios e análises relacionais.

A carreira de quem cursa Relações Internacionais é ampla e promissora. Se você pensa em realizar esse curso superior, lembre-se de focar nos seus estudos para garantir um excelente resultado no vestibular e conquistar a tão sonhada vaga, revisando bem o conteúdo e fazendo exercícios práticos para consolidar as informações.

E então, gostou do nosso artigo? Aproveite para organizar a sua aprendizagem e aprimorar seus conhecimentos com o nosso plano de estudos! Nele, você consegue montar um planejamento forte para passar no vestibular.

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